<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632</id><updated>2012-01-22T13:37:10.670-02:00</updated><category term='opostos'/><category term='preciso de notas boas....'/><category term='Mulheres são assim...'/><category term='...que medo mamãe...'/><category term='coisas em ordem...'/><category term='ensaiando'/><category term='É hoje o diaaaaa da alegriiiiiaaaa'/><category term='voando... voando....'/><category term='Valei-me nesta hora funesta'/><category term='melhoramentos...'/><category term='Comprar'/><category term='kkkkkkkk....'/><category term='flutuando....'/><category term='para viajar...'/><category term='Amadurecer é preciso ...'/><category term='ou isto... ou aquilo... que difícil'/><category term='buscando...'/><category term='ela e a agenda'/><category term='birrrrrrr'/><category term='até a alma'/><category term='administrar o bem maior...'/><category term='dividindo espaços...'/><category term='Lá sou amigo do Rei'/><category term='sem piedade...'/><category term='dificuldades à vista...'/><category term='Refletindo...'/><category term='um relicário...'/><category term='ego sempre perigoso...'/><category term='I&apos;m Alice and Alice it&apos;s me...'/><category term='comprar...'/><category term='Caderno encantado'/><category term='E agora???'/><category term='estudantemente'/><category term='pura ilusão'/><category term='Cuidando sempre sempre sempre sempre ...'/><category term='mãos e pés pesados...'/><category term='chuaaah'/><category term='clic...clic...clic...'/><category term='Da insustentável leveza da mente...'/><category term='Number one'/><category term='sinceridade'/><category term='hou'/><category term='intenções....'/><category term='Assim raro...'/><category term='certo é não estar certo'/><category term='exercitando ...'/><category term='uma curta'/><category term='Alô'/><category term='crescer é difícil e dói mais que os ossos...'/><category term='só enriquecendo...'/><category term='eu quero sempre mais...'/><category term='Eu tenho a força...'/><category term='FATAL SEM QUERER...'/><category term='final do inverno'/><category term='ELES DOIS...'/><category term='tocar é preciso ou não...'/><category term='ufaaah'/><category term='a dor da gente...'/><category term='recuperação...'/><category term='que friiioooo'/><category term='navegar é preciso...'/><category term='repetindo repetindo repet rep r....'/><category term='SAI PEDRA....SENÃO... ESBURRACHO-TE...'/><title type='text'>Crônicas</title><subtitle type='html'>Críticas e comentários, envie para o email: clea.deandrade@hotmail.com ou deixe seu comentário.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>107</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-6622758739757347867</id><published>2012-01-22T13:35:00.001-02:00</published><updated>2012-01-22T13:37:10.679-02:00</updated><title type='text'>ENSAIO PARA VIVER-22.01.12</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tiro certo governador”; “Me traz um sapo doido”; “Eu adoro 2012”; foram estas as frases aprendidas para entrar o ano novo com mais vida. Isto implica dizer, com vida que se consome nos dias melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como acreditasse que os dias melhores são fabricados, munidos de certa dosagem de trapaça contra os dias ruins, não lhe será difícil memorizar as frases e utilizá-las ao menos uma vez ao dia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acredite ou não, certas frases são numericamente combinadas de sorte a propiciar sucesso. Estas aí são descobertas de alguém que estudou as tais combinações numéricas (é a numerologia) para este ano. Então, está valendo a intenção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ter propósitos é sempre bom; ter meta é o complemento que ajuda a consolidar os propósitos. Uma vez consolidados, a certeza de que vale investir num sonho vira realidade; e passa de ensaio para vida real.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, como viver com intensidade se não desejou, não planejou? Para isto há que se valer de método – é como fosse aquele professor munido de um manual ao qual recorre com frequência e que lhe garante todas as respostas, por mais descabidas que sejam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É o início do ano, no primeiro mês, a melhor hora de se preparar ensaios para viver. Atentando para que sua ambição não exagere na divagação, buscando o impossível para sua modesta carga de predisposição ao trabalho que tudo isto enseja; tomado esse cuidado, de resto, basta planejar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A fase mais difícil é como executar os planos. Tendo o cuidado de medir o grau de esforço, logicamente que nesta hora vale um pouco de ousadia que seja capaz de mexer com a nossa letargia, levando-nos a exercitar tudo: corpo, mente, equilíbrio, saúde, energia, além de outros exercícios que todos temos que transpor, tais como o desapego, a humildade, o reconhecimento da nossa limitação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parece fácil tal projeto, porém, ele esconde meandros que nos pega desprevenidos e nos faz perguntar o porquê de tantos fracassos. É que o segredo para o êxito consiste na despretensão. Então, não há como fixar datas, prazos muito exatos, porque um ensaio de viver esconde nuances que não se “baixa” na internet, não se encontra no “android” dos “tablets”, tampouco na última invenção tecnológica vinda do Japão. Até que seria bom se pudéssemos engolir um chip que a tudo solucionasse!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se você tem um cão e está cuidando da ambientação deste com a sua casa, seus familiares e você próprio, sem ajuda de adestrador, então estará mais próximo de entender um ensaio de viver. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-6622758739757347867?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/6622758739757347867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2012/01/ensaio-para-viver-220112.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6622758739757347867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6622758739757347867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2012/01/ensaio-para-viver-220112.html' title='ENSAIO PARA VIVER-22.01.12'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-9190346465726264502</id><published>2011-12-12T21:31:00.000-02:00</published><updated>2011-12-12T21:32:36.998-02:00</updated><title type='text'>REBOJO – 12.12.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Rebojo é assim uma mudança súbita de direção do vento, feito esta que ocorreu-me de súbito, quando eu não estava a postos, vigilante de mim; e quando eu menos merecia e mais insistia para que gostassem de mim, já que tal qual o provérbio chinês, seria por certo quando eu mais estaria precisando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Precisei, busquei e penso estar bem perto de encontrar. Fui ter-me com os lápis e papéis, um sinal de fazer as pazes comigo. Também tive com Ondjack, um poeta português que aprecio por levar-me a entender o significado vivo do que seja vanguarda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Revi Ms. Lispector dizendo: “se querem falar de mim, não o façam sem mim; sei coisas terríveis a meu respeito...” E daí, como o rebojo, novamente de súbito, voltei a escrever.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pensava fazê-lo secretamente para talvez ousar sem pudor ou modos. Mas, nunca cultivei bons modos e não tenho atração por isto. Também não sou atraída pelos maus modos. Apenas preciso escrever e senti novamente a minha revitalização que não vem pela esquerda, que é quando sou pior, mas, pega-me distraída pela direita nos momentos mais imprevistos, desprotegidos de mim mesma, quando não sou das piores criaturas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E sabe fazê-lo com tamanha ênfase que chego a pensar se tratar de um somatório de forças externas num embate com outras internas, até ontem intangíveis e agora “matematicamente” manifestas, sem forma de contestação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ganhei novos amigos; um deles digital, com luzes e uma bateria de celular, não sendo celular, e que toca “my MP3” como diria meu professor de inglês. Tenho feito “a festa” com muito som no almoço e no jantar, quando tento assimilar a musicalidade diversificada que Jason presenteou-me no computador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo isto é bom, mas melhor, é ter ao alcance das mãos a sensação de que ainda existem pessoas em quem confiar, refazer o caminho lá de trás, de quando havia noites, galos e quintais. Hoje, os galos incomodam a vizinhança que peca por dormir demais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De concreto, o que faz bem ao coração é ter tempo para uma devoção, ainda que desviando da obrigação. E para tanto, esteja de férias, com canais novos na televisão por descobrir, como aquele que inspira a alegria que é viver. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-9190346465726264502?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/9190346465726264502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/12/rebojo-121211.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/9190346465726264502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/9190346465726264502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/12/rebojo-121211.html' title='REBOJO – 12.12.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7153408357843261384</id><published>2011-11-27T22:28:00.002-02:00</published><updated>2011-11-27T22:30:00.460-02:00</updated><title type='text'>BUSCA CONSOLIDADA – 27.11.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi à noite, ali, diante da televisão que mais uma vez vi Alice mudou de ideia. Não queria mais escrever... Pensou que fosse hora de parar. E isto lhe pareceu claro quando da decisão.&lt;br /&gt;De repente, descobriu que a sua fome é de conhecimento. E acaba de saber que isto será cada vez mais buscado e por consequência natural, mais caro. Já tem sentido isto nos seus bolsos e ainda assim, insiste em manter esse hábito de adquirir conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Está em processo de análise das suas posições. E para tanto, precisa saber se esta vontade de correr sem saber para que lado, é comportamento normal ou uma sequela que a solidão muita vez impõe aos que se engendram em buscas pelo novo, difícil, em alguns momentos intangível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acaba de descobrir que quando foge do sofrimento maior este se faz, porque além de carregá-lo, carrega também o peso da fuga. Não entende muito bem porque tem deixado as pessoas dizerem o que tem a fazer para aproveitar bem a vida no atual momento de vida mais consolidado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Está buscando aplicar o conhecimento na vida cotidiana, já que acredita não ter se dedicado em vão todos esses anos à filosofia e literatura, embora reconheça suas limitações. Passear pelas ruas e praças, já é uma vigem única.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aprendeu hoje que a estética salva as pessoas, ou ao menos ensina-lhes a conviver com o sofrimento e até com a beleza, que também pode ser fonte de sofrimento. Viu-se reflexa num espelho, provavelmente deixado no seu quarto inspirada por Nietzsche,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Realizou-se hoje quando viu na televisão que o sonho de consumo do mundo contemporâneo já começa a se revelar como sendo o que acreditava: o de consumir conhecimento, estética, cultura, e não mais carros, bolsas, roupas e marcas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aprendeu ainda, a diferença entre competição, que é saudável na medida em que promove disputa entre iguais, e ações sem ética que tentam derrubar o colega, passando como trator com a função de derrubar algo pela frente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por conseguinte, concluiu que está no caminho certo ao buscar conhecer-se melhor, respeitar suas vontades e investir naquilo que considera salvar sua vida das influências que levam ao vazio mais íntimo do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7153408357843261384?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7153408357843261384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/11/busca-consolidada-271111.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7153408357843261384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7153408357843261384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/11/busca-consolidada-271111.html' title='BUSCA CONSOLIDADA – 27.11.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7462588687708505916</id><published>2011-10-23T08:54:00.002-02:00</published><updated>2011-10-23T08:56:53.407-02:00</updated><title type='text'>LIMITE – 23.10.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá mais longe vem vindo Alice cheia de teoria para tentar driblar o tempo, já que desistira de aliar-se a ele. É que todas as suas tentativas têm causado mal-estar como a ansiedade que lhe impulsiona a buscar sempre mais e mais estudos e atividades para o seu dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vindo, vem junto com ela um amontoado de estudos os quais tenta exercitar e compreender porque não se permite ser 100% bem sucedida, satisfazendo-se com 85% no resultado final. Ainda estuda suas limitações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto escreve, tenta ouvir uma palestra sobre seguros onde aprende o valor da probabilidade de ocorrência de um evento danoso, que é a base conceitual do seguro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aí Alice pensa na probabilidade de assegurar seu cérebro dos danos futuros. Ainda segundo a teoria da probabilidade tudo no mundo tem 50% de chance de ocorrência; ate mesmo de Alice vir a acordar sem memória.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, diante de tal possibilidade incontrolável e subjetiva, tal seguro deve ser fácil de ser vendido porque um investimento de uma vida que nem tem tanto tempo para usufruir do seu investimento em conhecimento ou dele valer-se para garantir-lhe renda, melhor padrão de vida e outros valores que isso poderia propiciar, há que se tratar de um negócio promissor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E na ótica de Alice, que sempre fora muito independente, e portanto, livre para pensar e inventar formas novas de investimento, tem visto atualmente que investir em pensar, estudar, compreender o mundo, analisar pessoas, tudo isto pode gerar maneiras de propiciar progressos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já que tem investido em conhecimentos distintos, alguns opostos, exigindo dela ativação de pontos cerebrais diferentes e fazendo tudo isto de forma a tentar a todo instante um acordo com o tempo, portando não contribuindo para amenizar estragos pela falta deste, aí o valor para Alice transcende o dinheiro, o poder, a posição social ou qualquer valor que costuma despertar interesse.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, diante do amontoado de estudos que acompanham Alice, a probabilidade de ocorrência da perda de memória, ou seja, a efetivação do “sinistro” merece acolhida; e pelo lado da seguradora seria um excelente negócio, dado que não são tantos os compulsivos por estudo nesta vida. Por conseguinte, Alice deveria prudentemente pagar o “prêmio” que é o valor pago à seguradora pelo segurado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De todo o exposto, o que tenta Alice é aproveitar o estudo na sua literatura. Se não tão claro, seja ao menos uma nova teoria que consegue finalmente driblar o tempo oferecendo de bom grado o que prontamente aprende para talvez, incitá-lo também a ser um estudante que valoriza seu cérebro. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7462588687708505916?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7462588687708505916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/10/limite-231011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7462588687708505916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7462588687708505916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/10/limite-231011.html' title='LIMITE – 23.10.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-2276835110685241694</id><published>2011-10-16T12:59:00.001-02:00</published><updated>2011-10-16T13:01:50.243-02:00</updated><title type='text'>BRINCANDO DE ESCONDE-ESCONDE – 15.10.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ante sua dificuldade peculiar de escolher, esconde-se. Começa sem parecer brincadeira e depois, sem a menor timidez transforma-se em esconde-esconde. Só vai se dar conta mais tarde, quando se pergunta porque uma vez mais escondera de si mesma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tem estado tão bem escondida que nem mesmo ela própria se encontra. E assim, o que deveria ser brincadeira passa a ser sério, impedida que se vê de estar diante da sua verdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O melhor dessa brincadeira é encontrar, pegar. Mas isso ela não consegue fazer ainda. Lembrou-se da advertência que deve fazer sobre a sua pessoa não ser de confiança.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não sendo, por certo haverá de incitar, enredar, mascarar, e tudo mais que puder para não confrontar-se com um espelho capaz de ver seu íntimo. E o que esconde esse íntimo?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela não sabe. Sabe apenas que precisa descobrir certas coisas que até então não tinham que mostrar as caras. Mas agora essas coisas têm sido chamadas. E vem junto uma necessidade de autoconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começando um exercício de confronto com a verdade, ela admite nesse momento o seu duplo pavor diante das cigarras. O primeiro se deve ao fato de elas somente cantarem e sugarem a seiva das árvores. E o segundo, pela gigantesca proporção da cigarra negra. Parecem saídas do filme “a mosca”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela se lembra do tempo em que cigarras eram pequenas e não metiam medo em ninguém. Agora, precisa de vassoura para matar. Sem falar nos olhos que parecem microscópios giratórios. Que não ouçam os biólogos, por suposto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Exercício de casa feito, entende agora que a história de um passo de cada vez vale para tudo e, em especial, no caso dela que quer transformar os seus dias em dias comuns, daqueles que não tenha que convencer ninguém de verdades ou mentiras, tampouco convencer-se de que é boa, média, ruim ou péssima. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-2276835110685241694?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/2276835110685241694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/10/brincando-de-esconde-esconde-151011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2276835110685241694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2276835110685241694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/10/brincando-de-esconde-esconde-151011.html' title='BRINCANDO DE ESCONDE-ESCONDE – 15.10.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-2442411822128305573</id><published>2011-10-03T10:33:00.000-03:00</published><updated>2011-10-03T10:34:29.070-03:00</updated><title type='text'>PARA ALGUÉM CUIDADOR – 03.10.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda nesses dias existe alguém assim cuidador. E com tão pouca idade que chega a assustar. É alguém que se preocupa sobre como os amigos estão indo, ao ponto de ligar casualmente no meio do domingo para saber: como vai? E o inglês, continua estudando?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sabe quem mais quer saber coisas assim? Ninguém! Exceto alguém especial causa prazer de conhecer, estendendo pelo resto dos dias, como o sol que pintasse de amarelo a camisa do Vlad Maiakósvisk, cuja tela ainda relembra alguém que se preocupa com os distantes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É constrangedor, mas alguém assim costuma instigar buscas mais profundas sobre seus defeitos. Onde estariam estes escondidos? Ah, já sei! Provavelmente em alguma gaveta de chave, onde ele costuma trancar seu lado “bandido”, “Maléfico”, como bem ressalta o André Santana no seu humor que agrada de forma geral por não pretender ser bom a despeito da dura realidade em que todos vivemos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, para alguém cuidador esta é uma postura natural, cordial, normal, como não é para todo o resto da população. E para que tal conduta não seja aviltada pelo meio, tento enumerar uma lista de exercícios capazes de imunizar qualquer tentativa externa para o mundo dos normais “bandidos”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não encontrando tal lista, penso no karma, e em outras teorias que explicam a necessidade de convivência com pessoas que tomam seus sucos de canudinho para não terem doenças, e que ainda assim acabam tendo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se fosse conseguido equacionar a mente humana, talvez tivéssemos a verdadeira noção de que o que move o mundo não são as perguntas tampouco as respostas, mas, os atos praticados sem interesse, ou com interesses que ainda assim não diminuem nem transgridem os gestos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De resto, indago o critério de escolha dos cuidados recebidos diante do nada feito por merecer. Eis aí uma questão igualmente instigante: quem merece de fato ter um amigo especialmente cuidador? Seriam, talvez, as pessoas que praticam o bem. Não exatamente. Existem aqueles que o praticam para amenizar suas maldades mais intrínsecas, aquelas das quais não conseguem evitar por nada nesta vida. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-2442411822128305573?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/2442411822128305573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/10/para-alguem-cuidador-031011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2442411822128305573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2442411822128305573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/10/para-alguem-cuidador-031011.html' title='PARA ALGUÉM CUIDADOR – 03.10.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-3151059353907510488</id><published>2011-09-24T20:15:00.002-03:00</published><updated>2011-09-24T20:17:28.723-03:00</updated><title type='text'>UNI DUNI TÊ! 24.09.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tento no presente momento ativar algumas funções cerebrais um tanto, ou quase nunca utilizadas, qual seja, fazer três atividades intelectuais simultaneamente: uni duni tê!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, enquanto ouço uma palestra/aula sobre responsabilidade civil, quantificação do dano moral, hoje especialmente dentro das obrigações do casamento, ou da indenização quando da quebra dessas obrigações, tento escrever e assistir TV, coisa que não tenho tido tempo, causando profundo desconforto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho tentado formas de aproveitar melhor o tempo. Nesse afã, dividir espaços cerebrais parece interessante. É questão de alternância na verdade, porque surge naturalmente a briga por ocupação do espaço ávido a pensar, produzir e concluir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, pode-se ganhar mais tempo mixando lazer com aprendizado, buscando obter prazer e menor cansaço, vez que tais tarefas em separado têm o condão de causar culpa; a primeira pela sensação de perda de tempo quando existe a necessidade gerencial de estudar, e, a segunda por ser necessária à compreensão sem a necessidade da conotação “silêncio- alguém estudando” como questão vital.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Submerge, pois, a conclusão de que o efeito pode ser interessante, apesar de exigir insistência na técnica. É como aprender leitura dinâmica onde reestruturamos o velho conceito de assimilar linha por linha do texto passando a capturar o contexto mais importante deste, com a segurança de que o melhor foi absorvido e ponto final.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por hora, confesso que desliguei o televisor, entretanto, meu computador continua com a aula/palestra, sem causar perda do conteúdo, além de vários utilitários necessários aos trabalhos. Minha pretensão foi maior do que sou capaz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porém, tenho o mecanismo que move o ideal: a insistência na mudança constante sem medo de ser feliz. Talvez uma dia tão feliz quanto a moça no mercado fazendo nova compra, com nova família e com ares de vida nova denunciados no seu rosto revitalizado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-3151059353907510488?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/3151059353907510488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/09/uni-duni-te-240911.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/3151059353907510488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/3151059353907510488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/09/uni-duni-te-240911.html' title='UNI DUNI TÊ! 24.09.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7606651896211554776</id><published>2011-09-11T12:11:00.001-03:00</published><updated>2011-09-11T12:14:18.836-03:00</updated><title type='text'>MUDANÇA DE FOCO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ontem Alice tentava alterar o curso de sua vida, atribuindo aos seus dias, uma certa distância da literatura. Percebeu ser impossível. Tudo que aprendeu ao longo de anos e anos a fio foi escrever e ler.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, como tentasse outras formas de conhecimento, e por tem navegado em outras searas que desencadeiam pesquisas com novas posições, chamou a isto o seu achado para quem buscava até então, maneiras de pesquisar sobre as pessoas, suas vidas, seus anseios e buscas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não que desistisse dessa proposta. Apenas mudou seu foco para algo novo, que lhe permite pesquisas de fato, uma nova forma de pensar, enfim, a liberdade desnudou-se diante de Alice.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por ser assim, neste exato momento, enquanto digita, ouve paralelamente uma aula virtual e tenta conciliar as duas coisas ao mesmo tempo, o que para ela era antes impossível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, por ter agora novos canais de abertura, encontra por assim dizer, um tempo para analisar a palestra proferida por um professor, daquela proferida por uma professora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em ambos os casos muito bem embasadas, porém, como esperado, a palestra feminina soa muito mais cansativa. Mulheres quando começam a falar, emendam uma ideia a outra, e outra, e outra, de forma a cansar muito mais os ouvidos dos ouvintes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E por conseguinte, enquanto tira sua conclusão, pensa se a palestra fosse sua, como encarnaria as técnicas do professor, fugindo assim do estereótipo feminino do qual também faz parte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E conclui que seu trabalho não será fácil ante tamanha proposta, que transcende a de escrever. Já aprendera que escrever é possível enquanto divide as atenções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atenções divididas, resta, pois, a disposição para mudar o rumo do seu futuro monólogo, que são as palestras. Da sua conclusão percebeu sobremaneira que a teoria a ser despejada num curto intervalo de tempo, há que ser feita de forma muito inteligente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de ocupar-se com conteúdos, há que se preocupar com a forma como isto será transmitido. Respirar, parar, deixar espaço para participações curtas e controladas do público, o que é o mais difícil como demonstrou o professor; ainda assim, o maior valor será dado àquele que souber trabalhar exatamente isto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, o que não faz muito sentido ficar ouvindo por longo tempo como repetição cansativa, também não o fará porque o conteúdo final assimilado será bem resumido. Então, de forma estudante há de ser a melhor forma de ensinar; como que aprendendo enquanto transmite uma ideia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7606651896211554776?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7606651896211554776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/09/mudanca-de-foco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7606651896211554776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7606651896211554776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/09/mudanca-de-foco.html' title='MUDANÇA DE FOCO'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1180445149214545661</id><published>2011-08-08T09:22:00.001-03:00</published><updated>2011-08-08T09:25:12.561-03:00</updated><title type='text'>CAMINHOS- 07.08.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Elas são daquelas amigas como se vêm muitas hoje em dia. Continuam sendo por insistência de uma. Além de serem colegas de trabalho que a partir de então não mais se suportam quanto antes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas ainda assim, uma delas insiste em manter laços. Entretanto, o desvio de olhares e de conversas de uma serve de alerta para a outra que algumas vezes ignora, outras vezes finge não entender direito a mensagem para que se afaste.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, ambas sabem das seqüelas por que deverão passar se acaso insistirem nas farpas de uma para outra. Estão cientificadas do retorno que isto pode desencadear. Eis então, a forma perfeita de harmonia para o que não está mais harmônico como antes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Trata-se de inimigas politicamente corretas. Uma, dada à ambição desmedida com ataques otomanos que não cabem na bolsa, por sinal cheia de inutilidades. Outra, com ataques de ira para além desta esfera devido talvez, ao contingente de problemas por que passou, viabilizando soluções das mais difíceis para uma mulher, ainda que seja para esta mulher que se supera quando o assunto é problema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De mais a mais, o que se verifica olhando daqui do lado confortável “de fora”, é que uma suporta a outra na tentativa de minimizar sua ambição desmedida - é como se tentasse enganar a Deus mostrando suas qualidades de bom coração, enquanto ataca na surdina em busca de tudo que é seu, seu e somente seu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já a outra, para a qual dinheiro vem depois de muitas outras realizações pessoais, com destaque para a tranqüilidade interior, ao ver abalado este quesito quando observa seus gestos imitados, copiados, não entende bem porque seu comportamento tão discreto possa ser alvo de imitação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Analisando mais detidamente as duas personalidades que se confrontam, percebe-se uma dose de escracho em uma, de tal sorte que não teme tanto ao Deus, não busca justificativa para seus atos nem vive da aparência porque reconhece que isto lhe seria de pouca valia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já a outra, que usa de artifícios para esconder seu lado perverso, torpe e ambicioso, necessita de doses homeopáticas de perdão, o que faz sempre de forma que todos quantos sejam do seu convívio reconheçam nela a madre Tereza de Calcutá encarnada e escarrada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De resto, por inferência, deverão em breve superar o trauma da confiança quebrada buscando uma forma pacífica de se considerarem apenas conhecidas obrigadas a tal convivência num exercício de paciência e de bondade que costuma permear a alma feminina.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1180445149214545661?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1180445149214545661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/08/caminhos-070811.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1180445149214545661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1180445149214545661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/08/caminhos-070811.html' title='CAMINHOS- 07.08.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7293317503548389239</id><published>2011-08-01T21:18:00.003-03:00</published><updated>2011-08-01T21:21:28.824-03:00</updated><title type='text'>CABEÇA DE MULHER - 01.08.11</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;Bem mais complexa do que as bolsas, a cabeça de mulher pode ser tão mais confusa do que esse acessório que desfila marcas e estatui tendências. Caiu-me nas mãos uma revista “Caras-Fahion” e resolvi descobrir &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;o que dali poderia aspergir. Acabei borrifada pelo banho de conhecimento sobre a moda e sua evolução.&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;O que se pode perceber é tratar-se de uma cultura à parte do resto de todo o mundo que não pode consumir marcas como Yves Saint Laurent, que instituiu os ternos femininos; e Dior e suas camadas que escorregam em babados sobrepostos a dedo; sem falar em Chanel que merece um comentário especial dado ao singelo muito bem desenhado e materializado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;&lt;/span&gt;São texturas que o mercado paralelo “a pirataria” jamais conseguirá copiar, a não ser em “baixo relevo” ousando talvez, atribuir às finas estampas um tom rústico de parecer igual. É como ver van Gogh pela Internet, percorrendo os museus por onde ele adormece em berço esplêndido, mas não se terá conhecido a textura, o impasto que somente &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;in loco&lt;/i&gt; pode ser captado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;&lt;/span&gt;Outro ponto interessante a ser estudado é a junção de texturas diferentes, porém, quase sempre complementares, seja pela perpendicularidade, seja pela simetria com que são cuidadosamente arregimentadas formando um todo harmônico dominante em “Huis Clos”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;&lt;/span&gt;Estudar moda é mais do que entender de arte. É pintar o rosto da modelo de branco, ou de preto, se a luminosidade que interessar destacar assim se fizer necessário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;&lt;/span&gt;E para coroar a beleza da criação, há que se ter um corpo menos modelado, de pouca forma, de menos cor, como algo assim que esperasse as tintas e os tons para brilhar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;&lt;/span&gt;Curioso ver que a TV que estampou&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;em novela uma menina usando seu “blog” para fazer análises coerentes sobre a moda, foi inspiranda na real Tavi Gevinson que se construiu como referência de crítica da moda em 2007 com apenas 11 anos de idade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;&lt;/span&gt;Não sei exatamente se essa mistura de arte, com definição de estilo de pousar perante a vida é o que fascina na moda, ou se pelo fato de ser uma arte onde quem busca o mais incomum consegue destaque para a peça criada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: 150%; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Arial', 'sans-serif'; FONT-SIZE: 12pt; mso-ansi-language: PT" lang="PT"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;&lt;/span&gt;E neste mister, no meu entender Chanel continua imbatível e agora passo a ter como cristalina a perpetuação ao longo dos anos que se destaca com cores sóbrias, bordados delicadíssimos, com fitas discretas, compondo modelos que dão credibilidade de serem feitos para mulheres simples, de brilho no exato ponto da mistura entre a prata e o rosa muito claro em toda uma coleção cuja proposta é ser usada no cotidiano. Imagine &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;só isto!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7293317503548389239?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7293317503548389239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/08/cabeca-de-mulher-010811.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7293317503548389239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7293317503548389239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/08/cabeca-de-mulher-010811.html' title='CABEÇA DE MULHER - 01.08.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-139512210398686523</id><published>2011-07-24T08:06:00.003-03:00</published><updated>2011-07-24T08:08:13.637-03:00</updated><title type='text'>AMY MORTA-23.07.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Até ontem eu cantarolava enquanto trabalhava, caminhava, fazia musculação ou buscava uma forma de reafirmar a língua inglesa, de forma a entregar-me em cada palavra, ainda que fosse “what kind of fokery are we?”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De outra feita, também me valia de “Meet you downstairs in the bar and heard”. São para mim e para muitos admiradores do “south, Jazz e Blues”, tentados a gostar do “Ray”, buscando entender a associação “drogoetílica” incisiva chegando a ser onipresente, especialmente com mais ênfase em Amy.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como houvesse uma herança que transcendesse a velocidade do som, talvez tentando ignorar a lei da gravidade, surgida como o furacão “ Winehouse” sempre prestes à erupção, ou quem sabe expondo uma forma criativa, musical e lúdica para que as meninas modernas expressem suas insatisfações com os meninos não menos modernos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo isto regado ao melhor “south” fez a mistura perfeita para que não só as mulheres, mas também muitos homens se revelassem fãs da Amy; e como via de regra, um apce incidente a sua morte, mas ainda assim, um justo merecimento. Vemos um filme que se repete à la Raul Seixas e tantos mais, se é que me compreende...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, é a forma da massa expressar seu agradecimento pela arte senão em vida, por razões que comprometeriam a seriedade, então por outras como a liberdade de dizer de forma uníssona o que não se assumiu individualmente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No meu caso o fiz e faço individualmente, desassociada de sexo, drogas e rock and roll ou qualquer aditivo que desencadeie a criação. Aprecio o poder puro e simples de fazer arte, dando-lhe o seu exato valor por conhecer de perto os dissabores de ser íntimo da criação. E no caso de Amy a minha nota foi a maior que pudesse ofertar ao avaliar respiração, voz, ritmo, cadência, originalidade em letras, itens aliás, muito difíceis de se manter diante da influência dos melhores do mundo em south’s e jazzes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fecha a moça pois, seu rápido “tour” com chave de ouro, e de quebra sem ninguém para questionar seu merecimento porque a morte ainda continua com seu poder fascinante de tornar as pessoas boas e merecedoras de honras e glórias que, se vivas, a história seria outra... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-139512210398686523?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/139512210398686523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/07/amy-morta-230711.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/139512210398686523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/139512210398686523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/07/amy-morta-230711.html' title='AMY MORTA-23.07.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-5373949967459332604</id><published>2011-07-17T02:35:00.002-03:00</published><updated>2011-07-17T02:38:34.459-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Valei-me nesta hora funesta'/><title type='text'>JAGADAMBA – 17.07.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Foi assim como que em presente, ou como um segredo revelado a poucos praticantes da paz e portanto, merecedores de tal benesse que veio até mim para nunca mais sair, essa palavra-escudo que avisa quando é hora de cercar-me da proteção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é usada no comando do meu portão, já que este obedece ao carinhoso termo “Cézamo” abrindo para mim a porta do único lugar onde posso ser eu mesma sem ser molestada ou aviltada, embora umas tantas vezes tentada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas, esporadicamente preciso de uma proteção um pouco maior, daquelas onde conjuntamente com o Salmo 91 – 7: “Mil cairão ao teu lado e dez mil a tua direita, mas não chegará a ti”, ingiro doses homeopáticas de bem-viver contra mal-me-queres.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Jagadamba” é para mim o meu escudo, a minha proteção. E a revelo porque junto com esse aglomerado de letras arregimentadas em uma palavra, por detrás dela existe uma ideia, um amparo que por absoluta necessidade faço por atribuir força e magia tanto quanto podem as palavras em minha vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É como ouvir o Gilberto Gil cantar “pra você que me esqueceu, aquele abraço...” e captar, e sentir toda a magia e todo o poder que tal frase pôde ter na vida dele, repercutindo até hoje, mas, entretanto, o momento de quebrar a força da maldade somente a ele foi dado. Cada um que encontre o seu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, tomo posse nesse momento do meu escudo, que vez ou outra sai da gaveta, vem se ajustar em mim tanto quanto eu me ajusto a ele, ambos de comum acordo contra qualquer tentação que por aí escape ao controle e por aqui tente se instalar. Jagadamba, jagadamba, jagadamba!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-5373949967459332604?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/5373949967459332604/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/07/jagadamba-170711.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/5373949967459332604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/5373949967459332604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/07/jagadamba-170711.html' title='JAGADAMBA – 17.07.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-5883632107701022051</id><published>2011-06-25T08:57:00.000-03:00</published><updated>2011-06-25T08:59:07.141-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estudantemente'/><title type='text'>POR QUE ESTUDAR DIREITO?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Começo com o mais típico trocadilho que pudesse ousar – porque estudar errado não vale a pena. Mas, o direito nos remete a difíceis falas e complexas posturas que “lado outro” nos incita como futuros profissionais a titubear sobre a vocação e a simplificação da linguagem que não vem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Igualmente não vinha a informalidade no tênis, mas vem chegando de mansinho como costumam chegar as mudanças - e adeus branco obrigatório para o esporte que ora tenta não ser somente da elite.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estudar direito implica em gostar de ler, e por conseguinte, de escrever. Conceber o direito requer que seja ultrapassada a fase com todas as venias cujo editor insiste em acentuar, posto que aportuguesado o termo já está.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas a questão é por que estudar direito. E a resposta se mescla em contundentes explicações, como ter paciência e perspicácia para entender a meia volta que o jurista é capaz de fazer para que entendamos a competência da justiça federal para alimentos onde o alimentante (ou alimentado) reside no exterior.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E mais, a “contrario sensu”, é necessário gostar de exceções, e depois das regras, porque senão “do lado contrário”, a renitência poderá colocar em risco sua habilidade profissional nas soluções que pacificamente poderão findar um litígio sem a longínqua, onerosa e morosa solução que muitas partes preferem alimentar por anos a fio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal preferência por delongas jurídicas seria estudo para Freud, mas para nós, basta entendermos a necessidade de litigância como forma de reencontro que enaltece e revive rixas que poderiam ser apaziguadas, caso houvesse um esforço mútuo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, estudar direito é fazer-se apto para a aplicação de fórmulas textuais ao caso concreto tal como se mostram, e quase sempre vêm com múltiplas interpretações; há que estarmos sempre apostos para as reações advindas de tal aplicação, posto lidarmos no mais das vezes com questões personalíssimas, e portanto, suscetíveis de surpresas e intempéries que esperamos, jamais nos impeçam de visualizar a melhor solução que a lide por certo nos cobrará sem dó nem piedade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-5883632107701022051?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/5883632107701022051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/06/por-que-estudar-direito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/5883632107701022051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/5883632107701022051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/06/por-que-estudar-direito.html' title='POR QUE ESTUDAR DIREITO?'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1281458322899996003</id><published>2011-05-29T08:53:00.001-03:00</published><updated>2011-05-29T08:55:27.028-03:00</updated><title type='text'>PRESSÁGIO – 29.05.11</title><content type='html'>Ventos sopram do noroeste indicando mudanças. Não que o vento anunciasse isto, mas por ser pedidos especiais ante a Fontana di Trevi. Por suposto, haverão de ser atendidos mais cedo ou mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta, pois, saber quando. A este dado ainda não inventaram um outro lugar no mundo onde possamos visitar e saber a resposta de pronto. Mas, no entanto, pedido feito, crença atribuída, é pedido obtido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto é assim, que os ventos que anunciam noites cada vez mais frias, também anunciam mudança de vida, de coração e de esperança. Quando o braço que recebeu a vacina absorve toda a dor é sinal de que o organismo todo se imunizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imunizado que se fez, faz-se agora pronto para mudar, alterar, recomeçar; até porque recomeçar é das melhores maneiras de prova por que passamos. É oportunidade de sair da zona de conforto e organização e buscar formas diversas de reorganizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casualmente me sinto privilegiada ao pressentir tais momentos e precaver-me para eles. Já saio com pontos na frente. Isto me dá a tranqüilidade para transpor períodos difíceis, parecendo intermináveis, mas que sempre acabam bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim porque acredito sempre na possibilidade de que irão terminar bem. Caso contrário não seriam. Mas, é preciso um ingrediente que poucos dão credibilidade que é a crença sem sombra de dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa não pode nos abandonar nem mesmo quando tudo indica possibilidade de fracasso. Valer-se disto é acreditar que pode tudo, até o que concerne às tarefas mais impróprias do trabalho, aquelas para as quais não se sente treinado, capaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí a gente faz da nossa melhor maneira, arrebata uns erros aqui e ali, aprende coisas novas e vai-se crescendo ao vivo e a cores, com intervenção da nossa própria mão. E então, aprendemos que o medo de mudar não existe, a menos que lhe coloquemos um microscópio que lhe dê forças.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1281458322899996003?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1281458322899996003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/05/pressagio-290511.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1281458322899996003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1281458322899996003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/05/pressagio-290511.html' title='PRESSÁGIO – 29.05.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-4830450851947516176</id><published>2011-05-15T16:07:00.002-03:00</published><updated>2011-05-15T16:10:16.855-03:00</updated><title type='text'>INGRATA PERSONA – 15.05.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É bem assim, como no inglês praticado meio sem saber porque, com o adjetivo antecedendo o substantivo, uma ingrata persona posto saber o exato valor da inquisição extemporânea que ora é aplicada em mim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez eu permitisse porque não visse onde mais isto se aplicasse. É como se eu fosse um ratinho de laboratório consultado previamente sobre a aceitação espontânea em fazer parte da pesquisa, com contrato assinado, assumindo de pronto todos os riscos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seria uma pesquisa que contribuiria para o avanço entre os relacionamentos parentais e seus efeitos colaterais repetitivos, devendo tal fato um tanto à genética, outro tanto à consanguinidade que não sai de mim, não sai de mim, não sai...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em sendo ingrata, desconhece, pois, os efeitos que um agradecimento sempre costuma propiciar, desde os imerecidos até aqueles esculpidos em mármore, melhores até do que os de Rodin e Camille Claudell.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porém, a ingratidão é visita que não se espera e com a qual não merecemos tal convivência soturna, inconteste, previamente pensada. Ela nos pega desprevenidos por sermos os seres que buscam pelo equilíbrio, esperando pelo oposto. E nalgumas vezes trombamos incisivamente com a ingrata persona.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aí, é hora de aviltar nossos maiores propósitos, arregaçar as mangas, buscar uma falsa indiferença e semear algumas sementes de erva daninha no meio da plantação, mesmo sabendo que seremos nós os separadores mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A lição que provavelmente restará é a de que devemos lidar com veneno munidos secretamente do antídoto. E buscar no equilíbrio ora em prova, a quantia necessária de cada um destes, uma vez que a ingrata persona tem momentos de desconhecimento total da proporcionalidade dos estados de raiva nesta vida e sabe –se lá em quantas mais...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-4830450851947516176?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/4830450851947516176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/05/ingrata-persona-150511.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4830450851947516176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4830450851947516176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/05/ingrata-persona-150511.html' title='INGRATA PERSONA – 15.05.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-5068509656734940761</id><published>2011-05-08T19:48:00.000-03:00</published><updated>2011-05-08T19:50:07.664-03:00</updated><title type='text'>VERBO RECALCITRAR – 08.05.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente não é verbo que conjugo, tampouco consta da lista dos mais estudados naquelas horas em que me falta assunto por narrar. Porém, eventualmente tenho sentido falta de ser eu, de comer o que eu gosto, de andar por onde escolho, e falar com quem quero.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por um desses caminhos tortos que passamos quando aprendemos, sabe-se lá com que professor e sua didática disforme, não entendo muito bem a lei de causas e efeitos. Mas, enfim, eis me novamente aprendiz. Devo ser recalcitrante contra a própria vontade. Para tanto, começo arregimentando um sonho de liberdade que talvez possa me endividar para o resto dos meus dias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sempre fugi das contas longas; tenho das aprendizagens sobre economia que esta seria a pior hipótese para uma pessoa inteligentemente alterar o curso de sua vida rumo ao progresso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho para mim, dada à premente situação que me impele para longo e temeroso débito, que por detrás disto existe um propósito. Quem sabe não seja este capaz de atenuar meu medo inexplicável da miséria, cujo bafo pouco agradável tenho sentido em dias que se alternam com confiança de que tudo não passa de mera impressão. Nesta alternância, o que resta é aprender a enfrentar. Para tanto, valho-me agora da característica recalcitrante que me falha, que me impede de dizer a verdade e trabalhar apenas segundo a capacidade máxima da normalidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Busco nos outros esta normalidade que não vejo em mim. E não encontro. Então, parto rumo a mais uma aprendizagem. E nesta transformação, as coisas me parecem mais fáceis, menos temerosas do que de início. Chama-se a isto a capacidade de travestir uma situação complicada por outra menos pior. E isto eu faço bem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, porque mais uma temporada de expiação vai sendo transposta, porque a vida não para por causa desses acontecimentos contrários a nossa vontade, e porque eu devo aprender alguma coisa que ainda não descobri exatamente qual seja, penso uma vez mais: “vamos seguindo com a caravana, enquanto os cães latem...” &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-5068509656734940761?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/5068509656734940761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/05/verbo-recalcitrar-080511.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/5068509656734940761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/5068509656734940761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/05/verbo-recalcitrar-080511.html' title='VERBO RECALCITRAR – 08.05.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-6692493053378818307</id><published>2011-04-02T06:23:00.003-03:00</published><updated>2011-04-02T06:26:05.101-03:00</updated><title type='text'>RECONHECIDOS – 02.04.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ela e ele são assim: dois distintos que se conheceram profissionalmente ontem mesmo. Até então nunca haviam se visto. Entretanto, certas peculiaridades dele, somadas a algumas características dela, levaram-na a reconhecer-se nele. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em primeiro, são dois mal-nascidos, desses em que a genética não classificou com beleza numa proporção satisfatória. Assim, ela percebe nele as mesmas dificuldades de posicionamento social pelas quais passa e que trabalha diuturnamente para superar, qual seja, o ar de insignificância que gostam de manter não entendendo o descaso decorrente disto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois, detectou que além da pouca beleza, da insegurança peculiar que isto desencadeia, teria ele, tanto quanto ela, um histórico de estudos pouco estimulado por familiares ao longo da vida. É conquista pessoal deles dois. Talvez suas chances únicas na vida. Todos os cursos que hoje lhes garantem a sobrevivência são oriundos das suas especiais vontades não alimentadas por ninguém além deles próprios. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estudaram não por influência de algum, mas porque vislumbraram-se desde cedo ante o espelho que esta seria suas sinas. Ela, astuta em observar, considera-se apta neste exato momento a manter com ele um relacionamento que possa aproximar dois símeis neste mundo real. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele, mais reservado, precavido, modesto, tímido, provavelmente não se arriscará. Mas ambos se reconhecem como um fosse espelho do outro. Suas linguagens moldadas, diferenciadas do resto dos familiares, não por presunção, mas por conseqüência óbvia àqueles que se detêm sem preconceito a toda sorte de leitura. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, ela vê nele os mesmos defeitos que carrega por não ter igualmente saído de família senão rica, ao menos envolvida com a importância do conhecimento; nem mesmo isto ambos podem incluir nos seus currículos “translates” ou outro de qualquer espécie. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;São singelos de um modo facilmente criticado pelos colegas, chegando a perturbar por conseguirem gostar de estudar, e ler, e priorizar a vida em torno disto. Não entendem nem aceitam que a aparência pessoal deva mover estratégias. Para eles dois bastaria saber com profundidade no que se propõem. Amam a simplicidade, mas tiveram que valer-se dos artifícios que a profissão exige. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela vê isto nele nos dias em que se vale da gravata para ensinar. Talvez não precisasse desta se fosse bem-nascido como os outros. Entretanto, para dois destituídos de marcas, incentivos e boa formação desde a tenra idade, depois de estudar o mercado e suas nuances, por fim, rendem-se primeiro à aparência, deslocando para o segundo lugar aquilo que mais prezam: seus conhecimentos que lhes sobressai mais do que qualquer outro atributo que pudessem ousar. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-6692493053378818307?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/6692493053378818307/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/04/reconhecidos-020411.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6692493053378818307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6692493053378818307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/04/reconhecidos-020411.html' title='RECONHECIDOS – 02.04.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-9063954254543359684</id><published>2011-03-26T17:23:00.000-03:00</published><updated>2011-03-26T17:24:32.522-03:00</updated><title type='text'>VOZES MASCULINAS – 26.03.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Funcionam assim: eu, que deveria estar estudando, estou aqui perdendo e encontrando tempo para analisar as vozes masculinas. E elas se destacam pelo que o homem venha a saber fazer com ela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ao exemplo cito Vander Lee, que é “o cara” cantador e encantador de corações. Viaja nas notas e nos tons com um esforço que parece vai lhe custar o diafragma, e de súbito, ressurge inteiro instantaneamente, pronto para outro prolongamento permitido somente àqueles que detêm a técnica vocal afinada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Já o Arnaldo Antunes tem um timbre que por si só, não necessita variações. Então começa com leveza, permanece com ela e termina por aguçar vontades lá bem escondidas.&lt;br /&gt;E o Zeca Baleiro, com voz de menino manhoso, combinando numa proporção indefinível indo do nasal para o oral sem grande esforço, aliando obviamente, a poesia que lhe é peculiar, confundindo-se com a própria pele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          O Dinho Ouro Preto merece destaque devido ao jeito moleque, escancarado, com o coração batendo fora da camisa, colocando na sua voz toda a porção de melodia igualmente escancarada, parecendo ser capaz de manter o mesmo timbre por horas a fio, indo ao céu e retornando ao chão a toda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Caetano Veloso não agrada pelo timbre da voz; assim como Roberto Carlos, que transpassando a insegurança de pessoa digna de respeito, todos param e querem ouvi-lo. Enquanto Caetano já se vale de literatura, conhecimento filosófico; é um catedrático que, não tendo a quem ensinar o faz à multidão em forma de canção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Por que se a questão é falar sobre vozes com supedâneo de impregnação na alma, vem a de B.B.King, que sem a menor pretensão de ser, é um ícone capaz de nos remeter a outro país, com diferentes estações porque encanta e sensibiliza com “help the poor...”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Finalmente, e sem a pretensão de sátira, não deixo de citar o Falcão, que voa baixo no timbre, levando-nos a ouvi-lo uma, duas, três vezes, para só então formarmos um juízo correto que o eleva em função do mix entre cultura popular e erudita, posto que sem isto ele não conseguiria cantar. É o mesmo sentimento quando ouvimos os “Mamonas assassinas” cantando o Robocopy gay” – viaja-se nas letras independentemente da voz- são, pois, exceções a essa regra. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-9063954254543359684?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/9063954254543359684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/03/vozes-masculinas-260311_26.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/9063954254543359684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/9063954254543359684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/03/vozes-masculinas-260311_26.html' title='VOZES MASCULINAS – 26.03.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-8976945809856418909</id><published>2011-03-24T11:19:00.000-03:00</published><updated>2011-03-24T11:20:57.649-03:00</updated><title type='text'>DENTES BRANCOS x CÉREBRO ATIVO – 24.03.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Aí você acorda e o dia lhe sorri. E você sorri de volta, já que não faz parte da gama de mal-humorados que acordam e respondem: “como assim, bom dia?”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         O dia avança até certa altura sem cafeína que lhe dê alegria, alegria. É quando percebe de súbito que falta naquele intervalo de horas, além do trabalho que chateia, mas engrandece em proporção retilínea uniforme crescente quase parando, somando-se a falta de aditivos culturais, percebe por fim que lhe falta cafeína no cérebro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Mas, tudo tem um preço e este quem paga são os alvos dentes, necessitados de boa escovação com enxágue bucal a cada dose, o que lhe consumirá 60 segundos para ter efeito. Se se tratar de um matemático maníaco-drepressivo, irá somar o tempo perdido ao longo deste dia que lhe sorriu desde cedo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Mas, os efeitos são bem superiores ao trabalho impregnado, vez que seu cérebro estará sorrindo, criativo, pronto para ser escrito, desenhado, cantado e poetizado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;       Lado outro, perceberá a impregnação na xícara branca, igualmente necessitada de detergente; uma confirmação do estrago que isto pode desencadear.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Para completar, reveja a sua casa cheirando café fresco, o que até ontem era impossível, sabe-se lá porque, preferindo talvez ir ao mercado próximo, tomar cafezinho na degustação, o que não funcionava com a mesma proporção do ritual de coar café na hora em que o cérebro avisa: estou com sono e perdendo meu potencial de criação. Aí, o café entra em ação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;       E você se pergunta porque passou tanto tempo sem café em casa, ao argumento de que quem mora sozinho não precisa disto. E agora, revendo a casa com vida que emana do cheiro estimulando o córtex, nada mal rever posições, voltar a antigos hábitos e manter outros a despeito do que eles podem causar nos outros do mundo, além de você. Enchanté! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-8976945809856418909?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/8976945809856418909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/03/dentes-brancos-x-cerebro-ativo-240311.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8976945809856418909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8976945809856418909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/03/dentes-brancos-x-cerebro-ativo-240311.html' title='DENTES BRANCOS x CÉREBRO ATIVO – 24.03.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-327815167640662070</id><published>2011-03-20T10:45:00.001-03:00</published><updated>2011-03-20T10:48:18.859-03:00</updated><title type='text'>A LEVEZA DE MAGUÍ – 20.03.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         Só é chamada de Maguí devido a uma intenção proposital desta sua amiga que costuma afrancesar todos os nomes das pessoas com as quais convive: Valerie, Silvie, Maguí e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Maguí tem uma leveza que lhe cai tão bem quanto o bom gosto para música que talvez terá herdado do pai. Não costumo vê-la comentando sobre artes tanto quanto comenta de músicas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Assim, tornou-se um referencial quando diz que alguém é excepcional ou normal. O que lhe garante a posição de leveza diante da vida não se constitui em preguiça, conformidade, como alguns poderiam deduzir. Pelo contrário, é um trator quando vislumbra seu foco de trabalho. Sempre com método.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         A leveza de Maguí vem da sua dosagem exata de buscas e descansos. Tem intervalos tão comedidos entre um e outro, que penso ser muito boa em matemática, de forma a estruturar sua vida com uma equação que lhe propicie buscar e viver paralelamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Não existe estresse, mas consegue suas pretensões e ainda encontra tempo para saber onde está acontecendo o melhor show, fazendo uma análise fria e precisa sobre os pontos que a levaram para tal opção no final de semana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Sabe que a vida não é precisa como advertiu o poeta; adora descobrir trabalhos alternativos de gente igualmente despretensiosa do sucesso e do dinheiro. Não se deixa escravizar sobre o consumo e se mostra alerta para tal síndrome. Tem certeza de que satisfação não se busca com compulsão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Aliás, Maguí tem sempre uma resposta ponderada, pesquisada, calculada para toda e qualquer necessidade, passando pelas mais banais, qual seja a desentir-se mais bonita, até os cuidados essenciais com a saúde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Ainda não resolveu seu problema bronco-respiratório, mas penso estar perto disto também, uma vez que entendera com pouca idade a força do pensamento e a transformação na saúde que eles produzem efetivamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         De resto, sua leveza é daquelas que me causa espanto porque não tem realmente momentos de grandes desesperos, tampouco se envolve com a dramaticidade que pode ocorrer em determinados momentos da vida. Apenas administra seus dias, considerando seu coração e seu cérebro complementares que necessitam apenas viver; sem perder finais de semana ou férias com coisa que não valha a pena.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-327815167640662070?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/327815167640662070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/03/leveza-de-magui-200311.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/327815167640662070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/327815167640662070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/03/leveza-de-magui-200311.html' title='A LEVEZA DE MAGUÍ – 20.03.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-4034296558954509040</id><published>2011-03-13T10:44:00.002-03:00</published><updated>2011-03-13T10:46:38.054-03:00</updated><title type='text'>ÁGUA DE TERMAS NA BOLSA – 13.03.11</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;É por assim dizer, uma moça que busca ser sofisticada sem o ter sido por criação. Vem de uma família muito simples, o que não tenta ocultar, porém não&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;diminui em nada na sua busca pelo respeito e consolidação de posição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Quer respeito pelo seu trabalho. Gosta do título pesquisadora de doenças tropicais; as endêmicas como gosta de fazer referência. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Chame a isto um resquício da sua origem que não quer ver dissipado, mas quer participar rumo à solução desses problemas. Sobretudo por afetar os mais pobres, sem condição para um bom tratamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Por um lado prepara-se para morar no Japão, independentemente dos pedidos familiares sobre a desistência da ideia. Basta apenas confirmar se Tóquio continua de pé e habitável. Não sofrerá interferência de quaisquer pedidos sobre uma mudança de planos. Vai até a África como fosse na esquina comprar um pão diferente para as refeições prediletas; o café da manhã e tarde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Por outro lado, quando se esquece das vítimas de doenças endêmicas na população tropical, busca pela juventude estampada na cara de menina, trazendo na bolsa e eventualmente, presenteando familiares com sua “eau thermale”- água de termas que traz sempre na bolsa para renovar a pele em meio à poluição a que estiver submetida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Diz com tranqüilidade que a briga no mundo gira em torno da água e que água de termas no rosto é o melhor tratamento para rejuvenescer. Diz isto enquanto borrifa o spray que retira da bolsa, como fizesse uma demonstração para que todas as mulheres presentes aprendam e repitam a operação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Não deixa muito claro os detalhes para que sirva de instigação e busca, já que a internet está aí para facilitar a vida de qualquer pesquisador de coisas sérias e também das frugais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-justify:inter-ideograph; line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Sua dúvida gira em torno do gostar; não sabe se ama mais as pessoas que deve amar ou o seu trabalho. Poucas pessoas gostam tanto do que fazem e ela gosta ao ponto de dedicar horas a mais no seu trabalho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-fareast-theme-font:minor-fareast; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Então, porque viver é imprescindível, trabalhar é fonte de prazer, rejuvenescer é busca de todas as mulheres, construção de família consiste em transições constantes, ela escolheu como limite o infinito, deixando para toda a porção restante de familiares limitados, a tarefa de rogarem proteção para suas intenções ilimitadas. &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-4034296558954509040?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/4034296558954509040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/03/agua-de-termas-na-bolsa-130311.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4034296558954509040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4034296558954509040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/03/agua-de-termas-na-bolsa-130311.html' title='ÁGUA DE TERMAS NA BOLSA – 13.03.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-6165870747558922445</id><published>2011-03-04T17:12:00.000-03:00</published><updated>2011-03-04T17:13:57.470-03:00</updated><title type='text'>PRESSA DE VIVER - 04.03.11</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height: 150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Tem sido a pressa de viver motivo de controvérsia sobre a qualidade de vida da &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;qual devem cuidar aqueles que pretendem&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;chegar inteiros se o nível de saúde for utilizado para identificá-los num futuro que para Alice chega mais rápido do que conviria aos seres normais finitos e sem tempo para muita coisa nesta vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Para ela, se o dia constasse de algumas horas a mais, ela não acharia ruim. Tanto é assim que seu computador sofre diretamente esses reflexos. A moça abre n janelas e quer todas em plena atividade a um toque do mouse. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;De tudo que não pode digerir aprendeu de início &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;a dizer que não gosta; em segundo aprende mesmo a não gostar; em terceiro, desgostada que se faz daquilo que não é para ela por um motivo qualquer, lança mão na maior naturalidade de outra coisa que substitua tal abstenção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Isto vale para comida, roupas, coisas em geral e até mesmo pessoas. Adora escrever enquanto seu “média player”&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;exibe a próxima faixa da Amy. De vez em quando, Alice perde-se pensando no tempo em que ouvia rádio e ficava torcendo para que o locutor parasse de falar e colocasse música. Hoje, não por acaso odeia rádios e telefones, ambos por contato intenso&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;enquanto&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;trabalhava. &lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Assim, pode hoje administrar melhor o seu tempo, escolhendo as músicas exatas ao seu gosto e ao parco tempo para delas desfrutar. Quanto ao fone, basta esquecer desligado e pronto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;A última busca em favor do tempo que nunca a satisfaz, não entendendo bem porque as pessoas ao redor não reclamam disso é a de querer um dia com as quatro estações, com tempo para estudar de tudo, inclusive curiosidades e talvez, encontrar alguém cujo relógio biológico igualmente a ela clame por atividade e muito mais tempo para viver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Entende que isso é pressa. Aceita o fato anômalo, porém, inerente a ela sem que com isto consinta ou disto &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;participe. Apenas aprendeu que a entrega garante o sucesso do empreendimento e demandando muita energia, tanto mais abrangente haverá de ser a colheita. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-6165870747558922445?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/6165870747558922445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/03/pressa-de-viver-040311.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6165870747558922445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6165870747558922445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/03/pressa-de-viver-040311.html' title='PRESSA DE VIVER - 04.03.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-4594780511516748222</id><published>2011-02-27T09:43:00.001-03:00</published><updated>2011-02-27T09:45:18.712-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height: 150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;O&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;ZOOM DE ALICE – 26.02.11&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;line-height:150%"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height: 150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height: 150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;           Parecia estar tudo dentro da normalidade e previsibilidade que costumam garantir a Alice a segurança e a vontade de estudar, ler, reler, treler e continuar assim com a vida dentro dos parâmetros que não fogem aos polímeros. Estes são moléculas menores que se combinam em moléculas maiores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;        Resumindo, é&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;a base da teoria de reciclagem que derrete tudo e funde depois. É o que ocorre por agora com Alice. Ela está em transformação de tal sorte que não sabe exatamente no que vai dar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;         Em não sabendo, vai seguindo seus dias gastando fosfato que não viceja mais como antigamente em sua horta mental. Apesar disso, não sabe como reviver sentimentos há muito desinstalados que se perderam numa estrada trilhada ontem, mas sentindo ser uma estrada muito antiga.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;          Assim, entre saber e viver, ela decidiu que viver é bem mais urgente. E o saber deve ter seu espaço reservado, porém sem a exclusividade de então. Mas, onde ela encontra o manual de instrução sobre comportamentos, relacionamentos e coisas assim?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;         Ficou mal acostumada aos estudos, achando que tudo na vida se resolve estudando. Agora precisa de uma companhia, já eleita, determinada e determinável, com objeto lícito que aparentemente também tem vontade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;        Parecendo ser essa vontade comum, cabe saber quem irá decidir por eles dois. Qual tomará a iniciativa. Alice já cuidou de demonstrar que reconhece nele o seu semelhante não só em espécie, mas em gênero, gostos, afinidades e tudo mais em comum que possam ter. E são muitas coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;        São tantas coisas em comum, que Alice andava pensando que ninguém no mundo deveria gostar das coisas das quais gosta. Assustou-se sobremaneira ao perceber a exceção &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;a essa regra. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;          Bom, de todo o exposto, Alice quer agora um bom motivo que a retire da mesa ou da cama, sempre cheia de livros, com tempos medidos e vontades pesadas para transitar num outro universo quase desconhecido: o das pessoas que dedicam um pouco do seu tempo a entender, conviver e desperdiçar com outra pessoa próxima. Tudo naturalmente sem se sentir burra porque viver pode ser tão rico&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;quanto entender a teoria dos polímeros ou coisa que o valha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-4594780511516748222?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/4594780511516748222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/02/o-zoom-de-alice-26.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4594780511516748222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4594780511516748222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/02/o-zoom-de-alice-26.html' title=''/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-4412579421977458023</id><published>2011-02-19T22:29:00.002-02:00</published><updated>2011-02-19T22:32:59.432-02:00</updated><title type='text'>TATEANDO SEM TOCAR – 17.02.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          Seria assim como um dia de hoje, prestes a terminar mais precisamente daqui a três minutos, quando Alice teria motivos para comemorar. Tem andado tateando sem tocar em nada nem ninguém, tentando descobrir a textura, a cor, o cheiro, tudo sem poder ver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Nas mãos é como se tivesse grossas luvas, nos pés, tornozeleiras de areia mais pesadas do que suportam suas finas canelas e nos olhos, óculos multifocal a embaçar concomitantemente a sua vontade de ler.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        É assim o grau de dificuldade por que passa, mais enfaticamente quando o assunto é encontrar um homem, aquele exceto todos os demais sobre a face da terra com o qual poderia projetar em épura um lindo traçado em ângulos acutângulos, talvez obtusângulos, tão reais e concretos como não tem sido a sua visão masculina de agora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Pensando melhor, pode ser que sua visão já tenha sido gerada assim, desfocada de tal forma que não se desse conta até então, razão para tanto equívoco.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;       Mas hoje ela viu seu coração inscrito num triângulo, exatamente o acutângulo, tendo ocasionalmente descoberto porque tem evitado relacionamento com homens, ainda que somente para conversar, trocar assuntos interessantes que não passem por novelas, reality shows, e que até podem passar, mas como um enfoque comportamental da nossa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Pareceu-lhe mais complexo do que entender a trigonometria dos ângulos. Interessante ressaltar que não tem onde encontrar tais dados que viabilizem a pesquisa. Também não estaria algum coordenador disponível para viabilizar o projeto de Alice – o de encontrar alguém capaz de tornar amenas as horas de ócio; aquelas em que não quer assistir TV, filme, ler, nada disso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Hoje ela tateou no escuro uma vez mais. Parece que está buscando o domínio desta técnica. Quem sabe não lhe sejam as últimas tentativas em busca do homem com quem poderia conversar sem ser aviltada, aquilatada com valor equivocado, ou pior, julgada apenas pela aparência, a qual nunca conseguiu expor de pronto sem uma dose de proteção para camuflar fragilidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Também, na sequência de equívocos não lhe restou opção que não a de observar e imaginar que o seu símil possa estar bem ali, atravessando a rua, talvez com a mesma vontade de conversar sobre filmes, livros, cinema, música. E tudo assim, com a mesma intensidade que julga necessária para uma boa prosa, capaz até de desencadear amizade ou outros interesses.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Pode ser que a amizade aconteça casualmente. Também pode ser que não. Dizem que os símeis se repelem e que a busca deve concentrar-se nos opostos. Disso discorda Alice.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ainda espera que as pessoas não estejam alheias ao fato de serem tão próximas em interesses e que ao menos alguém possa reconhecer o valor dessa semelhança, e finalmente, suplantar sua descrença tentando uma efetivação de um tatear com probabilidade de êxito merecido posto que buscado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-4412579421977458023?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/4412579421977458023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/02/tateando-sem-tocar-170211.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4412579421977458023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4412579421977458023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/02/tateando-sem-tocar-170211.html' title='TATEANDO SEM TOCAR – 17.02.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-3361657751138387490</id><published>2011-02-12T21:58:00.001-02:00</published><updated>2011-02-12T21:59:34.272-02:00</updated><title type='text'>SOBRE OS HUMANOS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          De onde vem a importância atribuída aos humanos? Para a maioria isto se deve ao fator inteligência. Para outros poderia se atribuir como diferenciação básica entre o homem, os animais e vegetais, a existência da sua alma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Aí começamos a pensar na enorme importância que pode uma alma atribuir ao seu dono. É ela que nos diferencia dos restos humanos sem vida atirados sobre a terra e que ali se desintegram com o passar dos anos. Em cheirando mal, tais enterros poderiam ao menos fecundar a terra. Ao contrário, são causa de poluição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Comparado aos animais, vem o homem encabeçando a lista de importância sobre estes, além de se julgarem únicos mandantes da terra, até provem outras manifestações de vida, já que os cientistas acabam de suscitar a existência de novos planetas a gravitar fora do nosso sistema solar; sem saber exatamente o que se tem por lá.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Demais disso, a importância do homem sobre os animais vem de forma insólita, vez que alma não se classifica ainda em nenhum filo. E sua inteligência só se faz medida porque se utiliza da fala. Vendo melhor, os defeitos dos humanos comparados aos animais, são flagrantes as vantagens que dão ao homem a soberania de mão beijada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Partindo dos olhos de certos insetos que movem-se em ângulos de cujo raio não escapa nenhuma presa; bem assim com línguas que capturam alimento, além de outros organismos minúsculos que se dividem e se multiplicam devido ao seu próprio esforço, fica notória a fragilidade da visão humana que executa tamanhas complexidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Sendo assim, não nos resta tantas glórias que elevem nosso intelecto e nossa alma ao epicentro de nós mesmos. Somos todos iguais, desconhecidos de muitos filos, classes, ordens e sistemas, tanto quanto o somos do nosso próprio irmão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Acaso conhece bem na intimidade os segredos, as intenções e os sonhos do seu irmão? E entende esses mesmos sonhos, divide e partilha com ele os caminhos pelos quais um dia poderão se concretizar?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         A verdade é que cuidamos bem pouco do nosso redor, seja das pessoas que dizemos gostar, seja do meio ambiente com outras formas de vida, seja da nossa própria alma, tão desconhecida, deixada de lado, perdida no vazio que silenciosamente produzimos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-3361657751138387490?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/3361657751138387490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/02/sobre-os-humanos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/3361657751138387490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/3361657751138387490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/02/sobre-os-humanos.html' title='SOBRE OS HUMANOS'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7496862376101232295</id><published>2011-02-06T19:54:00.002-02:00</published><updated>2011-02-06T19:57:43.692-02:00</updated><title type='text'>QUANDO OS FILHOS VIRAM PAIS – 06.02.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;          Acontece gradualmente com a idade dos pais aumentando. Entretanto, nosso despertar como filhos demora um pouco para acontecer. E então, num belo dia você percebe seu pai menos imponente, cabisbaixo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Sua mãe parece alheia aos novos aprendizados ainda essenciais, porém, não mais para ela. Importa-se bem menos com suas coisas materiais e pessoais que até ontem ela cuidava a contento.&lt;br /&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Triste é perceber um sem número de famílias, cheias de membros prontos a ajudar, desde que tenham uma recompensa. Aí a gente pensa naqueles pais que não têm renda. Como ficam os seus cuidados?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Cada um deve dar conta de cuidar dos pais da melhor forma que puder, sobretudo quando estes começam a desanimar gradativamente das suas coisas, da sua vida.&lt;br /&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Não podendo, devem então facilitar para que as coisas deles sejam resolvidas sem grandes esforços como se impunham em outros tempos. Isto seria o mínimo a se fazer para amenizar fases da vida que não demoram tanto para chegar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         No mais das vezes, o que ocorre é que devido à fragilidade exposta diante dos familiares, dificilmente vem uma ajuda espontânea, desinteressada. Para socorrer os pais que não podem mais administrar seus bens, aparece a figura do filho administrador, que toma para si um salário por tal encargo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         A forma convencional que qualquer pai espera é de uma atenção gratuita, por simpatia, o que nem sempre entende-se viável no âmbito familiar devido às rusgas e desavenças, talvez.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Um filho há que pensar então que esteja praticando um ato que faria até mesmo a um estranho. Por que não a um pai? Ainda que o histórico familiar não venha a colaborar com esta posição, a gratidão pelos acertos é uma parcela que pode ajudar no ânimo daqueles que já não têm a força e a disposição de outros tempos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Desta forma, a justiça, sobretudo a gratuita, teria muito menos casos deste tipo diante de si, sem oferecer garantia do cumprimento do dever, uma vez que na justiça nem sempre ganhar é obter. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7496862376101232295?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7496862376101232295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/02/quando-os-filhos-viram-pais-060211.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7496862376101232295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7496862376101232295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/02/quando-os-filhos-viram-pais-060211.html' title='QUANDO OS FILHOS VIRAM PAIS – 06.02.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-8100916393979036752</id><published>2011-01-29T17:33:00.002-02:00</published><updated>2011-01-29T17:40:53.314-02:00</updated><title type='text'>ANTECIPAÇÃO – 26.01.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;             É assim como o exercício de cegueira do Saramago. Sempre que Alice pressente o fim de alguma coisa boa na sua vida, ela lhe impõe, antes que o infortúnio se confirme, um castigo como que punisse sua inabilidade para evitar situações de sobressalto ao seu coração já cansado dessa repetição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Em sendo repetitivo, ela reconhece exatamente quando se anunciam suas expiações, e ao menor sinal ela se coloca de prontidão para o enfrentamento do sofrimento. Chega a ser mesmo uma antecipação ao tempo de infortúnio; sua maneira de fortalecer-se.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Como reconhecesse tais sintomas cíclicos, Alice tenta nesta noite um fortalecimento capaz de fazê-la desinteressada daquilo que mais anseia no momento, nas 24 horas que o dia tem, inclusive nas outras horas que deveriam ser direcionadas ao descanso, ocasionalmente ocupadas com trabalhos gratuitos e aprendizados que não sabe exatamente sua aplicação, como por exemplo, ler os dicionários de idiomas que costuma comprar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Mas hoje ela foi mais além. Antecipou o abandono que anda rondando seus dias; parou de tomar café e está utilizando seus óculos, com os quais enxerga embaçado na leitura noturna. E tenta lidar com bom-humor nesta situação. Passou todo o dia sem seu cafezinho, o que acredita garante sua hiperatividade. Aproveitou para rever quais os benefícios do seu dia hiperativo. Concluiu que além do cansaço maior, nada mais produz de efeitos que mereçam consideração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             Quanto à leitura noturna, não acredita que seja uma perda incomensurável, já que mais digita à noite do que lê. E para isto o embaçar dos óculos é controlável. Mas, ainda assim ela sabe que necessita desses pequenos sofrimentos para quando chegar a hora da perda maior da razão atual dos seus dias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Não sentindo firmeza na reciprocidade da razão dos dias do outro, resta-lhe apenas a conformidade que não vem de graça. Então, ela garimpa tal substantivo feminino na esperança de talvez poder adjetivá-lo inventimensamente. Enfim, não se reconhece como razão da vida de ninguém.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Já conseguira um dia sem café e algumas noites com leitura em foco reduzido. Sem falar nas vezes que tateia pela casa escura imaginando como se viraria na cegueira absoluta e irremediável. Tudo como teste para os seus sentidos ora tão carentes de afago.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Por agora espera a hora de fingir-se inabalável no estado de repouso absoluto da solidão, onde nem mesmo a amizade terá restado, prevendo de antemão aquela dor familiar como não deveria ser tão repetitiva, apesar de nunca evitada e indesejada tanto quanto possa seu subconsciente reter.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Ela sabe de todos os sintomas, todos as formas de manifestação do abandono; apenas ela não sabe como evitá-lo. Conclui então através de mais um reflexo aprendido que seria muito mais útil aprender formas de evitar tamanho mal-estar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Pensa então que muito breve haverá de obter um dicionário que contenha no seu anexo, como faz a moderna edição revisada, uma tabela sobre como conquistar, manter e desenvolver uma amizade, ainda que distante, sem os achaques por que passam as pessoas inseguras sobre sua dedicação especial a um amigo especial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Confirmou uma vez mais os resquícios de medo que as pessoas têm ao se entregarem a um amigo, sobretudo se este amigo não tem um rosto visível e não sabemos exatamente quem é. Alice não se importa com nada disto. Ela se arrisca nas conversas, expõe-se de forma moderada e se recusa a ser um amontoado de medo do sofrimento por que a pessoa recém-conhecida possa talvez não merecer sua dedicação. Isto para ela pouco importa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Então, segue conversando com pessoas, quebrando a cara aqui e ali, mas ainda assim conversando. Acredita simplesmente que por detrás de toda prevenção ou falsificação, existe sempre uma pessoa digna de ser estimulada para a amizade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Lado outro, porque a prudência também costuma fazer parte dos seus bons costumes, vem concomitantemente a uma nova amizade, certa dose de prevenção capaz de minimizar os efeitos que tem sofrido na maior parte das tentativas de amizade que faz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Daí sua necessidade de abster-se de café por três dias, na esperança de que assim, como acreditam os religiosos, consiga uma negociação superior desta vez, já que a amizade em questão vale o sacrifício. Pois se trata de uma personalidade diferente das demais por que passou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          A amizade retratada seria daquelas que nos levam à reflexão sem ponderação, podendo decorrer daí algo mais do que a amizade; ou não. Tendo em vista as suas dificuldades de relacionamento com homens, e assumindo isto agora sem culpa em sua vida, tanto quanto a Amy quando canta “You should be strong than me”, sabe que ao final, a forte deverá ser ela; a que ensina e a que detém toda a paciência do mundo para invadir sem ser percebida a intimidade alheia também deverá ser atributo dela. Goste ou não, mas, de vez em quando ela preferiria uma inversão de papeis que não vem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Talvez seja regalia para uma outra encarnação, quem sabe. Se for assim, contenta-se por agora em manter essa amizade, podendo retornar à cafeína que, se não ingerida via café, acabará sendo suprimida pela cafeína de comprimidos para dor de cabeça. Então, bem que alguém poderia oferecer a moça um café fresquinho. Hum, quem sabe no mercado aqui perto não tenha uma degustação de uma nova marca. Acho que vou até lá, pensa ela enquanto se desconecta da sua possibilidade de ser mais feliz.. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-8100916393979036752?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/8100916393979036752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/01/antecipacao-260111.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8100916393979036752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8100916393979036752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/01/antecipacao-260111.html' title='ANTECIPAÇÃO – 26.01.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7892340671385324881</id><published>2011-01-22T18:41:00.002-02:00</published><updated>2011-01-22T18:44:58.724-02:00</updated><title type='text'>DAQUI DO ALTO – 22.01.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          Olhando daqui do alto, a metade da porta aberta revela um pouco da cidade com suas casas e árvores ora sombreadas por uma nuvem que vem e brinca de sombrear apenas um certo ponto da paisagem. O restante permanece sob o comando do sol.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           O vento também vem fazer algazarra, marcando presença nas folhas das árvores um pouco mais refrescadas. Daqui do meu raio de visão vejo tudo que descansa meus olhos. Só não vejo o rosto do amor. E se eu não vejo o amor que eu mais desejo, nada vale o que vejo, como dizia a poeta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            E o ver se faz tão profundo, que chego a esquecer a importância de observar tudo o mais que há pela frente; ainda que não seja o amor do resto da vida. Em vendo, vem um passarinho compartilhar comigo o soul que sai do computador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Parece um intrometido na minha conversa monologuista. Penso que ao ganhar mais um amigo devo correr no supermercado e comprar alpiste para ele. Logo mais à tardinha faço isso, pois ele merece e se fez incansável no seu canto. Saio e ao retornar, lá estava ele. Mais um amigo para testar minha paciência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Coloco comida e água aqui, ali, esparramo grãos que costumava comer e que não sei se são próprios para pássaros. Ele rodeia, rodeia e não come. Sigo meu teste de paciência. Como cativar novos amigos? Parece que todos quantos tento cativar exigem de mim certas posturas que não costumava ter até então.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Não sei exatamente o que esse passarinho preto quer de mim. Quase entra no quarto. Vai e volta sempre cantando. Quis chamar minha atenção e conseguiu. Estaria com fome? Com este são dois os amigos que me surgem no caminho os quais tento cativar nestas duas últimas semanas. Ambos igualmente difíceis. Os dois parecem escorregar quando tento uma aproximação maior. Seria um defeito deles? Ou uma invasão minha?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Mesmo assim, resolve comer um pouco da comida gratuita que coloco na varanda. E se vai. E eu fico aqui esperando a sua volta. Enquanto não volta, procuro pelo outro amigo, hoje sumido. Talvez resolvesse mesmo ir namorar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          De resto, parece que apenas o meu amigo passarinho é sozinho e tem tempo para ir e vir. Não demora mais que cinco minutos e retorna sempre com seu trinar, como que me procurando em algum canto da porta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Já o meu amigo com quem troco confidências, ora sumido por motivo que somente quem tecla é capaz de compreender e não aceitar, leva-me a ter um rápido entendimento acerca deste gosto súbito pelo blues/soul da Amy Winehouse. São os tormentos que nos assolam quando não temos poderes nem direitos, mas apenas obrigações. Isto acaba se transformando em mais um dos exercícios de paciência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ao final, terei aprendido sobre a complexibilidade “offline” das pessoas que não necessitam da urgência de viver e conversar, transferindo esse momento para uma outra escolha. Chame a isto o efeito descartável que as coisas têm hoje. Muitos se esquecem que carne, ossos, pele e outros, ainda não foram classificados como descartáveis. Parece que não! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7892340671385324881?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7892340671385324881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/01/daqui-do-alto-220111.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7892340671385324881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7892340671385324881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/01/daqui-do-alto-220111.html' title='DAQUI DO ALTO – 22.01.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-4466033168634872899</id><published>2011-01-16T15:54:00.004-02:00</published><updated>2011-01-16T15:58:19.924-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='navegar é preciso...'/><title type='text'>MOSTRANDO A CARA – 15.01.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;            Existem dias onde a gente nem deveria ter saído de casa. Uma vez saído, voltar é a hora melhor do dia. Hoje quase atropelei um gato todo branco. Não por acaso o felino olhou-me com vontade de trucidar meu pescoço feliz por não estar ao seu alcance.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Senti de véspera a energia funesta daquele dia, um tanto devido aos compromissos que teria, outro tanto pela sensibilidade natural que roda e avisa sobre os momentos difíceis porvir. Assim, por ter resolvido mostrar a cara, mesmo me achando sem sal nem açúcar, e pensando não ser suficientemente capaz de provocar qualquer interesse de quem quer seja sobre essa pessoa insossa, inodora e só não incolor devido à generosidade do sol que me deu esse, esperando que não haverá de faltar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Demais disso, cara mostrada, parecendo não ter agradado apesar do bronze marrom madeira, o que resta por ora é segurar a onda e aguentar os efeitos da invisibilidade com a qual convivo por agora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Neste instante me resta entender a que se deve tanta invisibilidade. Tento a teoria de que a cara mostrada nua e sem rodeios não tivera o efeito de agradar intencionado. Pelo contrário, serviu de espanto, provocando choque a um incauto que esperava ver na tela uma cinquentinha mal-acabada, desatualizada da tecnologia “blue tooth” e das artimanhas da rede, essa que leva as pessoas a se encontrarem e falarem-se independentemente do idioma (coisas do tradutor disponibilizado).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Então, porque mostrar a cara exigisse coragem, resignação no caso de tudo mais dar errado, como por exemplo a cara não agradar, aí é hora de buscar alívio nos afazeres de antes de encontrar tempo para ficar à toa, conversando por horas, sem saber se colhe verdades ou mentiras, apesar de estar espalhando somente a verdade, nada mais que a verdade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Mas, desagradada cá estou, sem saber a que se deve realmente tal invisibilidade. Teria eu falado demais, ou de menos? Não creio. Até porque não falo (no que sou burra), mas escrevo (no que sou boa dado à especialização diuturna).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Então, não teria teclado demais. Porém deveria ter advertido como na canção: “prepare seu coração, para as coisas que eu vou contar, eu venho lá do sertão, e posso não lhe agradar...” Agi inadvertidamente, colhi tempestade.&lt;br /&gt;      &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Resultado, uma rede desconectada, e eu aqui tentando tomar rumo nas tarefas que impinjo a mim mesma e que me salvam do convívio comigo em solidão bruta. E onde eu teria parado? Ah! Lembrei-me: foi nos dicionários que me esperam, super-povoando a mesa de livros em desordem tamanha, que não combina comigo, ficando ali como que jogados, abandonados momentaneamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Sendo um gesto momentâneo, tenho para mim que o meu retorno aos livros e dicionários terá um impulso promissor desta vez, o qual deverá render talvez, textos, contos ou qualquer coisa do gênero, como advirto aos meus conviveres sobre os riscos de se tornarem minhas personagens. Ainda bem que são anônimos, embora não sejam irreais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Valendo-me de toda e qualquer situação para chamar a atenção da inspiração, vale até mesmo conversar com você sem ver seu rosto, deixando apenas o imaginário descrever. São riscos que o prazer consegue sufocar. Então, mostrada que estou, mostrando que tenho apenas dois olhos e uma boca, portanto qualificada terráquea, penso que deveria também ser aprovada no quesito amiga para conversa. Acredita que não fui aprovada!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Bom, ainda acredito que mostrar ou não mostrar a cara não deveria implicar em avanço da amizade. Mas esta é uma teoria que segunda amigas, é perigosa nos dias atuais. Além do mais, a mídia tem cuidado de advertir sobre quem está do outro lado da rede.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          E perder tempo com conversa pessoalmente, isto já fora esquecido pelas pessoas de hoje em dia. Não existe mais tempo nem predisposição para se consolidar uma amizade. Então, o que me resta é aceitar a minha reprovação visual na rede e tentar novas formas de contato com terráqueos outros cuja aparência não seja o ponto principal da amizade. E foi-se o dia em que a autoajuda transformou-se em dia de “mea culpa”; fazer o quê? Parece que confirmei minha tese de não ter vindo no mundo a passeio. Vim mesmo para trabalhar. E nisto parece não estar inclusa a facilidade de fazer amigos nem de longe nem de perto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Enfim, talvez eu não ficasse bem na foto, na conversa ou na intenção. De qualquer modo, a mim não parece tudo perdido. Já faz parte do meu plano iniciar uma pesquisa acerca do que esperam os internautas do seu interlocutor. Se um contato imediato com uma personalidade famosa, rica e interessante ou, está valendo também o contato com gente comum, do cotidiano, sem nenhum dom de atração que não seja o de uma boa conversa desinteressada de tudo o mais desta vida. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-4466033168634872899?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/4466033168634872899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/01/mostrando-cara-150111.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4466033168634872899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4466033168634872899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/01/mostrando-cara-150111.html' title='MOSTRANDO A CARA – 15.01.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-4241122410839778834</id><published>2011-01-12T22:25:00.002-02:00</published><updated>2011-01-12T22:31:53.319-02:00</updated><title type='text'>SINGELO PRAZER – 12.01.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          Para provar quem manda nessa casa, veio tarde essa semana a inspiração. Ela sabe que deve se apresentar na sexta-feira, podendo se manifestar pelo sábado afora, mas, no domingo tem que dar o ar se sua graça. Essa semana não deu. Ninguém manda nem determina a sua visita. Aparece quando quer, some de vez em quando e retorna quando menos esperar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Então, some-se a essa ausência uma outra de pedra não polida, hermeticamente fechada e não acessível quando bem quer. Foi o que restou reservado para Alice no último sábado e domingo. Aí, dissuadida de qualquer domínio sobre seus trabalhos, pesquisas e estudos, a esteira veio salvá-la da tristeza de dar dó por longos 35 minutos em dois dias desta semana. E hoje, quando recebe um pacote de livros embalados para longas distâncias, brilham seus olhos bem mais do que fosse uma jóia ou artifício desses encantadores de mulheres chegando em sua casa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Sentindo cheiro de livro novo, abrindo, apalpando, lendo, procurando um novo verbete, relembrou-se do quanto gosta de livros, de novas leituras e especialmente de dicionário, dictionarie, dictionary. De todos, de inúmeras línguas, transitando do inglês para o espanhol e deste para o francês.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Já dera um jeito de deparar-se com a necessidade de escrever cartas em alemão. Pretende mais esse dicionário para seu acervo. E eles vêem assim, do nada, da necessidade que Alice cria para urgentemente ter que encontrar o melhor, o mais atual, aquele revisado e barato dicionário para quando precisar de um verbete, um significado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         É como se fossem o portal pelo qual pretende a moça um dia ultrapassar e nunca mais retornar. Ou poderá retornar, desta feita com novo endereço, com imensa satisfação de informar que suas pesquisas lingüísticas não foram vãs e que havia por detrás delas uma necessidade por nascer. Nascida, tudo se concretiza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Impressionante as técnicas que autores utilizam para tornar cada vez mais interessante a leitura de dicionários. Eles estão em tradução e ao final, com a versão da língua inversa. Além disso vêm povoados de informações que a gente nunca sabe quando pode precisar. São os anexos. Como por exemplo, a lista de coletivos, das siglas mais utilizadas no país, bem assim adjetivos pátrios e capitais mundiais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          É bom saber que tem tudo isso em mãos para quando precisar. É bom ter certeza que o seu singelo prazer pode ser satisfeito com preços acessíveis, e além disso, pode aguçar a sua curiosidade acerca de temas que não lhe são familiares, podendo despertar sua atenção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Enquanto pensa assim, buscando novas fontes de informações, tenta esquecer-se do abandono ocasionalmente imposto, injustificadamente caído sobre sua cabeça, sem sua contribuição nem aceitação. É como a personagem da novela que não termina a frase por não entender a colocação do verbete; assim: Alice se sente hoje infinitamente, entende? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-4241122410839778834?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/4241122410839778834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/01/singelo-prazer-120111.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4241122410839778834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4241122410839778834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/01/singelo-prazer-120111.html' title='SINGELO PRAZER – 12.01.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1531571043909765384</id><published>2011-01-02T16:44:00.002-02:00</published><updated>2011-01-02T16:51:57.875-02:00</updated><title type='text'>O AMOR VITUAL DE ALICE – 02.01.11</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;           Foi casualmente catada na net; ou teria sido buscada? Bom, isto não vem ao caso, exceto pelo fato de que ali Alice encontrara sua razão de viver novamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           A moça é mais que maior de idade e tem plena consciência dos perigos para os que se expõem na rede. Mas, Alice não é do tipo que perde tempo em “chat’s”, você sabe, as salas de bate-papo virtuais. Ela sempre achou isso tudo muito superficial porque as pessoas mentem o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Elas necessitam de viagens em outras personagens, só possível ali. Então, estava ela em sua casa (muito bem, vindo de trem de algum lugar), aí, de repente alguém tenta comunicação casual com ela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Ela resolveu dar linha para esta pipa. Num primeiro momento falaram pouco porque ela estivera, talvez, um tanto deprimida, outro tanto descrente do interesse alheio sobre sua pessoa e mais, por estar numa fase de achar-se feia, mais do que nos dias normais e não conversara muito com o moço.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Necessita da net apenas para seu trabalho. Trabalha com computador desde que se sentira gente um pouco mais respeitada, apesar de não ter atingido o nível de respeitabilidade que possa, quem sabe fazê-la mais querida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Não é que as conversas com o tal Pedro, como diz chamar-se, deu resultado que nem terapia conseguiria tão rápido. Sem falar que o preço que paga para acessar sua net é mais ou menos o preço da sessão de terapia. Mas uma só por mês não dá um resultado tão rápido. E a net, Alice utiliza para vários fins, inclusive de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             Então, estavam unidos o útil ao agradável, agradabilíssimo. Começaram a se falar e naquele final de semana do ano novo falaram longamente até acabar em discussão. Segundo Pedro aquilo não era briga nem discussão, apenas um debate.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             Debate que acabou por levar o moço ao silêncio no dia seguinte, um domingo sem sol, bom para estar conversando na net. Só que ele não fizera questão de esconder seu gênio ruim.&lt;br /&gt;A briga foi por causa de mais fotos de Alice na net e para ligar a câmera do computador para que ele a visse. O moço andava desconfiado de estar sendo enganado e Alice não ser nada do que estava mostrando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             De todos os defeitos de Alice, sem grande esforço Pedro iria descobrir a insegurança como sua marca registrada. Alice tentou esconder o mais que pudesse essa sua característica porque isto poderia ser a sua queda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;              Queda porque ela estaria fatalmente nas mãos de Pedro que poderia manusear (caso se valha da esperteza) essa insegurança dela, transformando-se no homem que manda e desmanda.&lt;br /&gt;Esse era o medo de Alice. Talvez ela merecesse manter este medo ao menos por mais algum tempo. E se colocaria em vigília para não ser feita de boba, para não alterar seus hábitos, sua rotina, não ser vigiada nem ameaçada por um estranho.             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;               Esse era o medo de Alice. De ser usada, ter sua vida invadida por um estranho que depois pudesse desvendar-se mal, decepcionando-a como todos os homens que cruzaram sua vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;               Entretanto, antes que isso acontecesse, bem antes, seu interessado amigo virtual, que poderia vir a ser um futuro namorado, depois de uma discussão, ressurge no dia seguinte com ares de grande e abnegado amigo. Enalteceu a alegria por ser tão bem recebido pela nova amiga.&lt;br /&gt;Depois de florezinhas, carinhas com olhos piscando, recadinhos de namorado, tudo voltava ao normal para os novos amigos virtuais.&lt;br /&gt;           &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;              Tudo como quando se conheciam, enquanto descobriam as mentiras e as verdades tecladas. Pedro retomou a frieza e a formalidade com Alice; não quis mais trocar doces carinhos virtuais com ela. E disse categórico que ela deveria pagar por sua arrogância.&lt;br /&gt;De outra feita assumira-se arrogante também. De uma forma tal que não podia controlar. E o demonstrou para Alice exatamente como disse.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;               Mas Alice, que se imaginava vivendo uma linda história de amor, teve que reunir suas expectativas, jogar dentro da sacola, ignorar todos os elogios que recebera.&lt;br /&gt;Tentava agora simplesmente aceitar-se arrogante, com uma noção mais íntima sobre como não lidar com os homens, como ser mais humilde ainda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                Também poderia ignorar tudo que lera, não se reconhecendo arrogante, deixar o moço falando sozinho e buscar outras formas de ser feliz, expressar seu carinho e gratidão em outros lugares, com outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                 Mas, não existe outros lugares, outras pessoas que tenham a cara e o cheiro virtual de evolução que Pedro naturalmente exalou diante de Alice.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;              Então, Alice recolheu sua dor diante da indiferença de Pedro, de forma que ninguém reconhecesse uma nova dor ainda maior em seu coração, por algo que nem começou e já se desmanchou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;               Secretamente, por algumas semanas ainda, Alice estará conectando sua rede na esperança de que seu galanteador de alto nível resolva investir novamente nas conversas profundas, sinceras e esclarecedoras entre eles dois. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1531571043909765384?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1531571043909765384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/01/o-amor-vitual-de-alice-020111.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1531571043909765384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1531571043909765384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2011/01/o-amor-vitual-de-alice-020111.html' title='O AMOR VITUAL DE ALICE – 02.01.11'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7416425639017992355</id><published>2010-12-26T10:23:00.002-02:00</published><updated>2010-12-26T10:26:25.661-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SAI PEDRA....SENÃO... ESBURRACHO-TE...'/><title type='text'>UM NOVO OLHAR SOBRE O MUNDO – 25.12.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          Ontem obtive um resultado prático sobre como a massa encefálica que ocupa a porção superior e anterior da caixa craniana manifesta sua vida própria. Acredite seriamente no resultado se disser que irá levá-la para dar um passeio. Os efeitos da endorfina agem de imediato.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Assim, saindo para mais uma caminhada onde afirmo levar não apenas o corpo, mas também o cérebro para passear, é realmente assim que funciona. Esta massa que ora ensina meu olho a ver sob a perspectiva multi-focal e ao retornar àquela anterior mono-focal, provoca sintomas inacreditáveis e constantes de distúrbios visuais nunca antes experimentados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Descobri então, que foi passada como informação cerebral uma nova forma de enxergar a vida. Até aí tudo bem; concluímos o que já era sabido: que é o cérebro quem nos manda. Em mandando sabe fazê-lo com maestria, pelo que obedecemos com a sabedoria de quem se rende ante aquele que pode mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Obedecida que estou, tento agora uma conexão de ideias entre mim e o teclado que parece ter vida, com movimentos ondulatórios que você não acreditaria. Não fosse pelo fato de eu ser tão céptica, acreditaria mesmo que ele adquiriu vida – mais vida do que já tem adquirido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         E esta nova forma de enxergar a vida, pergunto-me até que ponto ela altera uma nova existência. Por agora tento entender os dois grupos claros e distintos de pessoas existentes no mundo, entre tantos outros, obviamente, mas que se distinguem dos demais por serem opostos: os otimistas e os pessimistas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Meus olhos que jamais fogem à realidade, espero que nesta nova ótica possam mudar de posição; sempre foram pessimistas diante de tantos outros olhos, uma vez que enxerga as pessoas sem nenhum artifício, simplesmente como são, considerando seus defeitos e qualidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Se acaso a visibilidade distorcida denotar uma postura recalcitrante, inconveniente, da qual não me safo jamais, então é sinal de que as coisas não mudaram tanto. Porém, se ao contrário, eu estiver crente na bondade e sinceridade e desinteresse das pessoas sobre as coisas, aí terá havido mudança sensível e que mereça acolhida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Por conseguinte, estarei cultivando de forma paulatina a crença em um mundo menos material. Fácil falar em menos materialidade quando não estamos do lado onde as coisas faltam. Fácil também de entender porque pessoas que se tornam ricas gastam milhares em sapatos ou em cabelos. Muito provavelmente aquilo lhe teria faltado em certa fase da vida em que seria essencial para sua afirmação como ser humano respeitado. Se mencionarmos que esse bem adquirido ou buscado passa a ser uma pessoa, aí, sendo sua posse impossível por questões óbvias, então as coisas ficam mais difíceis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Pensando mais profundamente, até a maneira de pensar fica mais doída quando se altera o foco visual. Focos diversos nos levam a uma busca incansada da melhor visão, o que cansa, chateia e nunca clareia totalmente quanto se deseja, ao menos de início.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Enfim, com um ano prestes a ser novo, com expectativas de melhora quase por obrigação porque cada dia que passa existe menor espaço para pessoas duvidosas e inseguras, assim, espero que a “multifocalidade” valha-se realmente para o fim a que se presta porque de início é um aglomerado de dificuldade para ampliar, tal qual numa reforma onde se aumenta a casa, antes desalojando tudo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Se ao menos os neurônios resistirem a tanta ondulação, enquanto a medicina não evolui de forma a atuar na frente do nosso cérebro, vamos tentando a adaptação gradual como um exercício de paciência que adverte sobre quem efetivamente manda na nossa evolução.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7416425639017992355?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7416425639017992355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/12/um-novo-olhar-sobre-o-mundo-251210.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7416425639017992355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7416425639017992355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/12/um-novo-olhar-sobre-o-mundo-251210.html' title='UM NOVO OLHAR SOBRE O MUNDO – 25.12.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-2343469577906491376</id><published>2010-12-18T20:41:00.002-02:00</published><updated>2010-12-18T20:46:13.947-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Number one'/><title type='text'>ENSAIO Nº 1 PARA ESCRITORES – 18.12.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;            Eram inquietações de há muito e muito sem respostas. Tenho tentado descobrir a que se deve o mal-estar diante da obra em construção, depois dela acabada e continuando com ela comercializada. É um tormento que não cessa e que não se explica. É injustificado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Tentei compreender um pouco além sobre escrever pensando ser questão de estilo, ou da falta dele que, segundo J. Middleton Murry é preciso cuidado para que a técnica não adquira vida própria e que o pensamento seja um servo da emoção. A mim parece por vezes questão de sobrevivência descobrir quem está mandando num dado momento, se o pensamento ou se a emoção é que se faz sistematizada para atender exigências do pensamento ao ser exteriorizada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Assim, de acordo com a proposição de que a literatura consiste em comunicar emoções, admite-se de pronto que o escritor deve ter um vasto depósito de percepções sensoriais, o que nos leva a admitir por óbvio, que o trabalho do escritor consiste em transpor articulações do mundo material para o mundo espiritual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          A partir deste ponto, abandonei Murray para ter-me com Blanchot buscando a proposição inicial, qual seja, descobrir o que me leva a sentir a insatisfação constante, que não se aquieta nem mesmo quando se curvam os neurônios ante o trabalho duro de pensar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Não por falta de estilo, já que até mesmo sem estilo podemos escrever. Ser bom e “estiloso” não é para todo e qualquer escritor indistintamente. Acredito que escritores são escolhidos para escrever, uma vez que não lhes sobra opção. Senti um salvamento por Blanchot no “L’espace littéraire” por entender a solidão essencial à obra e por vezes, prejudicial ao autor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Indo mais além, sua obra nos leva à compreensão de que escrever é interminável, incessante, e carece de uma autoridade não demonstrada de onde vem e por quem vem. Para mim é mais ainda; é um jogo de espelhos. Existe uma entrega daquele que escreve impregnado de solidão, privando-se de si mesmo para promulgar quem sabe, alguma boa nova que nem mesmo o escritor consegue ciência com antecedência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Portanto, escrever é ato que exige primeiro a intimidade com o silêncio, depois, um abandono de si mesmo para ao final, conseguir o esboço do que poderá ser material nobre de base para um texto coerente, com sentido, com arte. Eis quando o escritor descobre que não é nada senão um instrumento do qual se vale a ideia em estado bruto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          No diário tenta o escritor remeter-se as suas próprias vivências, que acabam misturadas ao medo que a solidão impõe ao trabalho perfeito. Vem daí o preço pago pelo escritor que nem sempre pode saldar. Restando o débito vem o mal-estar que não entendemos de onde e porque.&lt;br /&gt;Entretanto, de posse dessas agruras típicas do escritor, existem outros sintomas que podem causar prazer. Sobretudo se o escritor entender o seu universo de trabalho, suas ferramentas atípicas, insólitas, de difícil manuseio, ainda mais por não contarmos com cursinhos, manuais de instrução que nos advirtam dos perigos psicóticos com cognomes e heterônimos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Ocorre que nenhum escritor se faz escritor; ele se vê escritor de repente. E deste gosto provado, difícil será o abandono, donde podemos inferir que existe o lado de “glamour”, por sinal igualmente perigoso como os sintomas de mal-estar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           São eles, satisfação pessoal que transcende aquela obtida pelo trabalho profissional comum, aquele para o qual nos treinamos e nos tornamos aptos como qualquer ser humano com boa vontade está apto para galgar. Na literatura não! Sentimo-nos escolhidos para pensar, elaborar, raciocinar, inventar uma teoria ou qualquer outra coisa para justificar uma ideia. É portanto, trabalho com perícia e técnica também, porém sem conhecimento prévio nem posterior sobre quem nos manda e nos orienta neste trabalho. Eis o mistério como fator incentivador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Blanchot vai mais além quando envolve a questão do tempo que se faz ausente durante a confecção de uma obra, já que todo o escrito é inatural evolvendo a fascinação, que ao meu ver seria um termo menos próprio devido às opostas significações que podemos atribuir a este substantivo feminino.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          E segue afirmando que escrever é entrar na afirmação da solidão onde o fascínio ameaça, onde corremos o risco da ausência de tempo, onde reina o eterno recomeço. Existe também uma transição entre Eu e Ele, de modo que o que me acontece não acontece a ninguém; ocorre assim, uma disseminação infinita de ações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Neste ponto parece haver mesmo uma fascinação no sentido de atração irresistível porquanto transitar entre personalidades distintas, guardando obviamente o devido cuidado de não se confundir com as personagens não é produto que obtemos nas prateleiras de um loja de conveniências, embora esta fosse uma conveniência para apaziguar muitos conflitos, por suposto.&lt;br /&gt;Da necessidade de escrever temos que enquanto escreve, o autor expõe-se perigosamente à pressão que exige que ele escreva, mas da qual também se protege. Ao meu ver, esta proteção se manifesta quando o escritor obtém sua liberdade da forma como na vida real não conseguiria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Em Kafka podemos perceber a confusão que os negócios e família causavam em sua obra, e que no seu ponto de vista nunca chegaram perto do nível de aceitação do próprio autor. Chame a isto o conflito e o subterfúgio do qual pode se valer um escritor insatisfeito com sua criação, ainda que o seu redor aprecie a obra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Por outro lado, Kafka buscou se salvar pela literatura, já que não gostava do seu trabalho. Pensava colocar para fora dele todo o seu estado ansioso através da literatura. Daí os seus textos tão intensos. Daí o susto por tantas semelhanças de sintomas, inclusive e com mais ênfase, aos inúmeros projetos onde só vê fracassos: estudar piano, violino, línguas, jardinagem, estudos hebraicos, estudos germânicos, literatura, tentativas de casamento. Ao final, depois de escrever escrever escrever, conclui: “Eu nada mais sou senão literatura, e não posso nem quero ser outra coisa”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ao meu ver toda a confusão de Kafka se residiu no fato de não saber viver sozinho e não poder viver com outras pessoas. Não teria preservado sua identidade literária intacta ante aos apelos econômicos da sociedade capitalista para a qual fora moldado. Vale ressaltar sua genialidade ao escrever seu diário, tão seriamente comprometido com a verdade sobre si mesmo, passando a impressão de que se crucificará diante do leitor nas próximas linhas. E o faria se lhe fosse possível.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Assim são os escritores. Por esses meandros suspeitosamente trafegam. Inadvertidamente transitam sem habilitação nem certificado de especialização. Não confirmam nem negam suas preferências, antes questionam a própria existência. Sou vivo ainda?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-2343469577906491376?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/2343469577906491376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/12/ensaio-n-1-para-escritores-181210.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2343469577906491376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2343469577906491376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/12/ensaio-n-1-para-escritores-181210.html' title='ENSAIO Nº 1 PARA ESCRITORES – 18.12.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-3212781167204683041</id><published>2010-12-04T19:32:00.005-02:00</published><updated>2010-12-04T19:38:53.389-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='I&apos;m Alice and Alice it&apos;s me...'/><title type='text'>OS PODERES DE ALICE – 02.12.10</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; "&gt;Parece inusitado, mas ela surge até quando não é chamada. Aliás, Alice nunca é chamada, e quando bem quer, lá está ela parecendo a dona da fala, da experiência narrada e das expectativas por dias melhores.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;É assim, quando de repente, Alice ganha a fala que não é dela, o papel que não lhe cabe, mas que por outra, não caberia a mais ninguém. Assim, de súbito ei-la rondando o texto, virando personagem com todas as intenções, inclusive nos desfechos para os casos. Às vezes penso que ela me ronda. Isto poderia parecer um caso típico de esquizofrenia, mas, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;não chega a tanto. É apenas um espaço dentro do qual Alice cabe; feito a Barbie que, seja em que país for, mantém sua caixa própria, perfeitamente adaptada, inconteste quanto ao padrão de igualdade mundo &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;afora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Isto quer dizer que as crianças do Haiti, da Indonésia, do Vietnã e da Conchichina amam a mesma Barbie, magérrima e de pernas compridas, ao estilo manequim. E Alice, que por vezes se traveste de Barbie, parece ter caído da caixa, não se encaixando em nenhum outro lugar, fazendo parada no meu editor de texto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Então, vem de súbito penetrar na minha história, levando-me a uma confusão sobre quem sou, se falo por mim mesma ou se estou num dado momento mixada com Alice. O fato é que no editor ela tem voz sobre mim. Tanto é assim, que por vezes intercepta um texto como dissesse que manda tanto quanto eu; quem sabe até mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Busco então uma equação, mais uma daquelas intransponíveis, onde os dados são ocultos, com a esperança que jamais me abandona, levando-me a rir de mim mesma, culpar-me absurdamente quando não tenho toda a culpa, debochar da minha desgraça, valer-me da minha &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;insensatez que por muitas vezes coloca um saldo negativo sobre minha pessoa, ou quando nem tanto, ao menos dá um aspecto de credibilidade apenas parcial aos meus trabalhos que mereciam um crédito a mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Buscando tais créditos, ouço o farfalhar dos pássaros que me acordam na manhã muito cedo, como dissessem que a alguém devo os momentos de inspiração quando pinto, ou escrevo, ou medito, ou passeio, ou até mesmo por estar à toa na vida, se bem que a mim se encaixa mais “a toda na vida”, dada&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;à agitação e à pressa de viver tudo de uma só vez.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Alice parece vir para fazer-me elaborar as coisas, aprender a diferença entre comer e degustar, entre desconfiar e amar, entre entregar e cobrar. Entretanto, minha equação repleta de incógnitas levam-me a um resultado contundente de que certos achaques ou chame de traços de personalidade são-nos inerentes como a própria pele. Não há como arrancar,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;eliminar, extirpar, neutralizar, ignorar; nada disto viria complementar a incógnita, nem mesmo a nevasca que ora invade a França e Frankfurt. Mas, a quem isto pode interessar? A mim, cujas preocupações atuais ultrapassam os limites territoriais da minha existência, graças a Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Assim, por não ter tido a surpresa da interferência de Alice, talvez porque percebera que eu devesse estar prevenida para tal investida, perdesse a graça esta façanha estranha; uma invasão mais bárbara que as bárbaras. Ocorre, pois, que a vigília diuturna cansa, exaure, além de ser inimiga capital da inspiração, aflorada nos momentos de maior entrega do espírito e do perispírito também.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Também já deduzi que faz parte do show a alternância de vozes entre mim e Alice. Ela parece ser grande e eu pequena. Parece ser forte e eu fraca. Parece ser bonita e eu feia. Parece ser inteligente e eu acéfala. Ainda bem que somente parece. Ainda não obtive essa certeza. Obtendo-a pode ser que venha juntamente com a certeza da minha inferioridade consolidada hoje diante do meu raio de visão reduzido na tela do computador, revivendo em mim o ódio pelo oculista que nunca aumenta meu grau da maneira total e abrangente como tenho cada vez mais necessitado. Isto será assunto para uma próxima consulta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Enquanto não aumento o grau da minha lente, aumento o exercício de “mea culpa” ao pedir desculpa, desculpa, desculpa pelos erros não visualizados. Vê, como até mesmo uma situação mal resolvida funciona de forma a atuar extirpando da gente o orgulho pelo trabalho bem feito! “Bem feito! Isto sirva para modelar seu ego firmemente e não essa gelatina que acredita em tudo quanto reluz.” Mas isto tudo eu sei. No entanto, nem sempre vigio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Culpa das atividades pelas quais me lanço, que me fazem transitar por mundos opostos, valores diversos, pessoas incongruentes. Nem a soma dos ângulos internos do triângulo isósceles eu consigo mais acertar. Pensando um pouco melhor,&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;não sei exatamente porque motivo teria abandonado as fórmulas de matemática. Hoje eu não estaria me atendo com tantos males individuais. Tudo se resumiria a uma equação que, se não solucionada, bastaria me valer das integrais diferenciais com tendência para o infinito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Seriam elas as responsáveis pela longevidade mental da minha professora de cálculo integral, que a esse despeito dos longos anos exercitando seu cérebro suplanta suas dificuldades físicas de caminhar? E já que exercitando demais o cérebro teria se esquecido do corpo físico, ainda assim, vai ao supermercado, escolhe os legumes, compra-os quase sem aguentar carregá-los, mas efetivamente colocando seu cérebro ávido de cálculos em atividade, satisfazendo um pouquinho da suplica diária que deve suportar destes neurônios. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;             Então, o que é para mim aceitar as interferências de Alice? Cada qual que se faça apto a reconhecer as cobras às quais temos dado vida, restando ao final, somente a ciência de que somos responsáveis por elas tanto quanto por nós próprios.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-3212781167204683041?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/3212781167204683041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/12/os-poderes-de-alice-021210.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/3212781167204683041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/3212781167204683041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/12/os-poderes-de-alice-021210.html' title='OS PODERES DE ALICE – 02.12.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7243688291911720672</id><published>2010-11-27T23:43:00.003-02:00</published><updated>2010-11-27T23:46:23.454-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hou'/><title type='text'>OPERAÇÃO PAPAI NOEL- BUM – 27.11.10</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Natal chegando e alguns órgãos públicos e outros privados começam a movimentar-se para que tenhamos mais um ano terminado ao som da benevolência a que muitos se candidatam buscando&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;talvez, remissões de culpa por terem sido bons ou maus durante todo o ano prestes a terminar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;E para completar o período com ações que vêm redefinir quem manda e quem obedece, a qual defino “Operação Papai Noel-Bum”, vejo mais um ícone sumindo do meu raio de visão, sem que eu possa dele me valer como a oportunidade que teria efetivamente buscado para praticar sobre os efeitos da guerra naqueles que partem para a luta armada, bem assim sobre todo o resto que aguarda ansiosamente pelos comentários e sequência de sucessões do outro lado momentaneamente confortável e amplamente informado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Não fosse pelo trabalho por terminar, provavelmente estaria investida em meio à guerra que se insurge, levando em punho caneta, lápis, papel e note book para não apenas angariar meios de observar os efeitos da guerra nas pessoas envolvidas, no caso em tela, os brasileiros desta imensa nação, mas também entender porque as pessoas ficam mais agressivas quando falam da guerra próxima de si. E mais, estaria tendo a oportunidade “in loco” de escrever um livro, juntamente com os muitos que dali surgirão, servindo como base num futuro próximo para os remanescentes de “Tropa de Elite I e II”, desta feita sem briga para piratear, vez que a observação “in loco” tem o sabor que nem mesmo a sétima arte pode propiciar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Novamente, como sempre acontece com a desgraça alheia, muita gente dela vem se beneficiar, seja prestando trabalho especializado ou arriscando a vida, seja valendo-se da oportunidade de produção de textos ou até mesmo, buscando experiência através da dor do infrator em oposição à dor do punidor, de cuja tarefa não pode se esquivar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Neste plano arquitetado à luz do serviço de inteligência, hoje balizado em prol da assertividade, muitos inocentes, alguns incautos, outros inconsequentes, misturam-se numa composição que não é fina, mas que parece digerível pela sociedade insegura e refém de mãos tão ansiosas por bens, apesar da ausência de serviços prestados, vez que apenas aliciam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Vemos renascer a força da antropologia, da psicologia e da sociologia, que há muito previam tal manifestação, embora nunca fossem levadas a sério. Agora, de posse das&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;previsões que se concretizaram, finalmente parte o país para a luta armada oficial para todo&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;o limite territorial, extraterritorial e até extra-sensorial, já que não importa mais ao país comandar operações onde a porção da sociedade desconheça, ou finja desconhecer. Não! Agora é de conhecimento geral e todos assumimos os riscos e benefícios desta guerra. Embora saibamos que para uma guerra se é convocado, não consultado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Dos efeitos iniciais mais retumbantes observados, os mesmos brados do hino nacional que ora são floreados por escopetas, transferências por via aérea de bandidos escoltados e seguros de uma forma tal que atribui a nossa Constituição Federal, a magnitude de assegurar princípios e direitos fundamentais a todo cidadão, e com ênfase ao cidadão marginal, restando como enquete: que poder constitucional é esse que mesmo sem o brilho da vida do indivíduo infrator, atribui uma outra vida àqueles que optaram pelo comércio ilegal como único nicho que pudessem vislumbrar em suas carreiras de comerciantes feitos por si sós?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Talvez, depois de uma luta armada com plateia se posicionando contrária à pratica criminal, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;possam as partes compor uma suspensão, ou quem sabe uma prorrogação que alastraria sofrimento maior, ou, por outra, poderia ainda a parte infratora que parece perder espaço, fazer-se de morta, tentando inserir-se no mundo dos normais, opção que aliás, já correu pelos quatro cantos dos morros, se é que lá existam cantos, além daqueles dos galos, noites e quintais,e portanto, suscetível de fracasso. Entretanto, podem os marginais esqueceram de uma negociação; isto é contra o princípio da guerra contra marginais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;A mim, que perco mais uma temporada de dados narráveis com o requintado efeito surpresa na calada da noite por não estar próxima dos acontecimentos quanto desejei, quando somente o Noel se preparava para apresentar, contento-me em solidificar num primeiro ímpeto, uma antecipação do bom velhinho em terras inóspitas, demonstrando que este também pode ser cruel para com seus netinhos que não foram bonzinhos durante o ano; hou, hou, hou. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7243688291911720672?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7243688291911720672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/11/operacao-papai-noel-bum-271110.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7243688291911720672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7243688291911720672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/11/operacao-papai-noel-bum-271110.html' title='OPERAÇÃO PAPAI NOEL- BUM – 27.11.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-8971975463136958818</id><published>2010-11-08T23:10:00.001-02:00</published><updated>2010-11-08T23:12:43.759-02:00</updated><title type='text'>UM HOMEM SENSÍVEL – 08.11.10</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;line-height:150%"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;É tão absurdo de imaginar. É tão avassaladora esta constatação, que algumas mulheres, buscando talvez proteção, como os cuidados que as mães erroneamente costumam dedicar às filhas, desencadeando mais tarde uma capa neutralizadora dos efeitos de buscar e encontrar nosmomentos mais raros de exposição, um homem sensível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;A educação molda o caráter; e isto continua uma verdade. A experiência de vida domestica o egocentrismo; e isto prevalece por sobre as cabeças que reconhecem-se pequenos grãos utilizados, sabe se lá por quais forças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Mas, a masculinidade implica liberdade. Ela ainda é o símbolo mais perfeito e mais completo desta porção social. Mas, no entanto, a mulher acaba por descobrir que também pode ser livre, guardadas as devidas proporções estruturais, sabidamente organizada para ser assim. É o que define o equilíbrio através dos opostos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Poxa, mas daí a sair em busca do que querem as mulheres! Isto soa para Alice como o auge da sua constatação de que um homem que se faz feio, nada atraente, pode perder peso, se a personagem parecer real, ou envelhecer com todos os achaques e comportamentos dignos de um “expert” em vivência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Alice achou um homem sensível que não é “gay”. Acredite, com todas as sutilezas e simplicidades que enriquecem suas personagens. Teria Alice agora, o enorme trabalho de refazer seus teoremas, todos com embasamento na vida real, concluindo de forma cabal pela supremacia do homem sensível sobre os demais seres humanos, ultrapassando em muito&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;a própria sensibilidade feminina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Um dado não alterou em sua pesquisa, já que ele é artista. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Pisto é quase um pressuposto inerente a esta busca. Para Alice, é o melhor artista nacional, digno de laboratório que compõe personagens capazes de embasbacar Machado de Assis. Considere que a maioria avassaladora feminina não reconhece a atualidade sempre presente naquelas obras. Considere também, que a porção feminina esqueceu-se das benesses de tal sensibilidade. Outra porção desconhece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Então, de repente, ao&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;presenciar alguém assim, acabado de sair de dentro de um livro de literatura, com seu estilo que não busca estilo, mas que investe no pensamento acerca do mundo, e ainda mais, no universo feminino sem se afeminar, chame a isto a proximidade da perfeição masculina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Mas, Alice que também é mulher, não havendo como negar suas características femininas, mesmo porque não tem porquê paira isto, então ela reconhece um furo no seu teorema, agora embasado e&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;concluído com uma verdade óbvia: ele busca a essência perdida feminina. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;E sabe exatamente como buscar ao fazer-se feio, exótico, estravagante, incomum, casual, escondedor dos próprios talentos, malabarista de questões cruciais, sabendo jogar a ideia na cabeça feminina, de forma a convencê-la do seu poder e que não tem qualquer pretensão de ser poderoso. Seria um antiherói surgido das cinzas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Não! Alice acaba de descobrir que viver em busca de um ser assim pode ser perigoso, frugal. É tanta perfeição que devemos, na nossa prudência de berço, apenas olhar, colocando-nos a imaginar inúmeros defeitos que um artista sensível deve ter desenvolvido ao longo dos anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Não deve ter organização; também não deve saber lidar muito bem com finanças. Quem sabe esconda alguma anomalida ou defeito físico que compense arquitetando seus talentos? Quem sabe!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Entretanto, por derradeiro, ainda que no imaginário de Alice a perfeição não exista, por ora se satisfaz ao ter chegado perto do exemplar mais próximo do que tem adicionado ao seu teorema visando atingir o homem atípico do nosso tempo, que não se aniquila ante muito trabalho, que não teme começar de novo e reconhece as fases da lua interferindo no humor, na predisposição e no raciocínio feminimo, ora tão visceralmente esquecido, anulado, vilipendiado, sobretudo pela maioria masculina capaz de igualar &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;toda uma porção distinta, oposta e insatisfeita da nossa sociedade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-8971975463136958818?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/8971975463136958818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/11/um-homem-sensivel-081110.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8971975463136958818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8971975463136958818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/11/um-homem-sensivel-081110.html' title='UM HOMEM SENSÍVEL – 08.11.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1160014222718905062</id><published>2010-11-06T20:42:00.003-02:00</published><updated>2010-11-06T20:44:27.312-02:00</updated><title type='text'>EM DIAS DE REVISÃO – 06.11.10</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;É dia de chuva. Lá fora os barulhos são os mesmos de todos os sábados. A vizinha reclama em altos brados com seu filho, não chegando a durar nem incomodar. Mais distante, a casa mais festejada da rua destila no ar uma música que a mim chega abafada, não identificada, graças a Deus, porque a qualidade musical não é das melhores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Começa a anoitecer em um dia que esta transição pouco importa, já que o dia se manteve em tons de cinza claro, passando eventualmente ao escuro. A música aumenta na casa vizinha, precavendo-nos a todos os demais que não temos motivos para comemorar, que talvez será sábado com churrasco, péssima música, muita cerveja, imaginando daqui se a carne deve ser boa ou não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;    &lt;/span&gt;Volto ao trabalho lúcubre, como são todos os que nos exigem análise imediata da sua aplicabilidade correta ou que já deveria ter sido removido do meu chip mental. Mas este também necessita reparos; seria uma troca de silício? Creio mais na troca do próprio chip. Não será uma troca simples de ser feita. Esta exige intervenção cirúrgica que retire lá bem perto do cérebro, talvez no cerebelo, certo equipamento que reclama todo dia por um dicionário novo, atualizado segundo as novas velhas correções que finalmente sairam tarde do papel, já nos colocando em espera por uma outra nova mudança ortográfica, que deverá estar projetada em breve, entrando em efetiva atividade daqui a 50 anos aproximadamente. É o ritmo das nossas mudanças ortográficas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Sendo assim, meu chip deve aguentar assim cançado um pouco mais. Considero a vida paulatinamente morna neste dia, sendo mais um daqueles momentos não emergenciais, onde tudo transcorre fora da normalidade corrida do cotidiano. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Em qual gaveta tranquei os problemas urgentes, que consomem meus dias desde às 6:30 horas, indo parar por volta de 23 “at night”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Penso que deveria memorizar no chip cançado, qual a gaveta tem poderes para trancar, ao menos neste sábado, as decisões urgentes, as análises e probalidades de uma internet móvel que não sendo tão móvel, já que preciso dela aqui no mesmo lugar, vez que ainda não consegui entrar no estado que tanto desejo de ser nômade. Fixa que estou com minha net, acabando de descobrir que nesse exato ponto a cobertura 3G não é atingida, repenso um contrato de renegociação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Assim, acabo de deparar com um problema emergencial circunstancial que deve perdurar por&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;longos telefonemas com gravações automáticas, as quais nem posso recusar. Mas, a vida também é feita de sábados sem sol, com problemas que trancamos na gaveta como presenteássemos a nós mesmos com meio sábado de descanso, já que amanhã o dia promete ter trabalho pesado, começando pela esteira, passando por alongamento dos neurônios, seguidos de efetivo trabalho normal de todo dia, com ou sem sol.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Então, o que resta em um dia de revisão, é nada além de fingir que descansa enquanto tenta reformular novas abordagens para a solução dos problemas de ordens diversas. Chame a isto pragmatismo adquirido ao longo de anos de trabalho, capaz de provocar disposição incondicionada. Se isto é bom ou ruim não há como mensurar; é apenas um dia de &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;revisão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1160014222718905062?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1160014222718905062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/11/em-dias-de-revisao-061110.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1160014222718905062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1160014222718905062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/11/em-dias-de-revisao-061110.html' title='EM DIAS DE REVISÃO – 06.11.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-569780231559257317</id><published>2010-10-31T16:03:00.002-02:00</published><updated>2010-10-31T16:07:11.524-02:00</updated><title type='text'>DESPERTAR – 31.10.10</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;               O que tem perturbado o despertar das pessoas acerca da importância de seus votos, talvez seja o fato da maioria cada vez mais crescente de eleitores antes desinformados, agora, embora ainda desinformados, ganharem no últimos pleitos, certa vontade de mostrar e buscar seus ideais.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;                E fazem isto votando em candidatos que podem atender suas necessidades antes das tantas outras do país. Eles sentiram que suas necessidades se tornaram tão iminentes, que diante de tudo o mais, deveriam buscar por sua inserção social acima de qualquer reforma que se pudesse ousar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;               E encontraram no Presidente Lula o apoio que nunca tiveram por sucessivos e infinitos pleitos onde tudo tinha o seu lugar muito bem definido, com verba própria destinada, exceto a inserção social, que poderia ser deixada para mais tarde; afinal, ninguém sentia tais dores, embora pudessem sofrer seus efeitos indiretos que ainda não lhes roubavam o sono.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;          “Eureca” parece ser o achado dos últimos pleitos do governo, já que conquistou de uma só vez o respeito e a fidelidade do eleitor marginalizado da nossa sociedade. Sem fazer “chavão” eleitoral, percebendo que o povo precisava ser melhor cuidado, antes de qualquer outra coisa que fizesse, pronto; fez-se a comunhão entre governo e povo até então sem lugar na sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;               “Voto de cabresto” parece ser onde colocaram o povo fiel àquele que os ajudou de fato. Nesse ínterim, após dois pleitos consecutivos cumprindo a promessa feita a este povo massacrado da pior maneira, tiveram também seu despertar a outra porção da sociedade que não saboreia esta estratégia sem esconder de quem quer que seja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;               Assim, despertos começam a brigar pela sua grande fatia, da qual ninguém lançou mão, tampouco restou diminuída face ao esforço de elevar alguns milhares da pobreza. É questão de somatizar. É algo que sabe fazer muito bem aqueles que sempre somaram.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Não precisa ser sociólogo para entender o fenômeno da migração dos votos em favor de um presidente que promete ajudar a pobreza e realmente ajuda. Tratava-se de fato de um nicho da política esquecido de ser explorado, ou por outra, ignorado dos seus poderes se ativados. Uma vez ativados, chega-se a vez dos que nunca tiveram vez. Seu voto, sua força, seu reforço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;               A despeito de George Eliot, que muito bem ilustrou que é preciso ser pobre para entender o luxo da generosidade, ficou claro, uma vez que não é preciso andar muito para se deparar com a pobreza no nosso vasto país, de vastíssima miséria. Lula cuidou desta porção, expondo ao confronto maior o valor da nossa constituição e da nossa democracia, da qual se valeu para obter permissão de ajudar o pobre nacional, com direito de voto como outro nacional menos pobre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;         Assim, vimos surgir nova briga boa, não entre direita e esquerda, já que tudo se mesclou nesta busca de auxílio, mas, entre os que necessitam de ajuda e os que não necessitam; entre os burros que são comprados por &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;programas sociais baratos e os que pensam e calculam quanto isto custa ao Estado; entre os que não entendem de política e por isso votam pela continuidade e os que entendem de política e por isso votam pela mudança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;         Isto poderia até ser um sinal de evolução política do país, se os inteligentes não apelassem tanto na mídia como fizeram. Esqueceram-se, porém, que as apelações circularam no meio de quem pensa com mais profundidade sobre a questão política neste país. São pessoas menos manipuláveis as que lêem e-mails, jornais e blogs especializados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;           A massa mesmo, vive e vai continuar vivendo por muito tempo à margem dessas informações que lhes poderiam transformar concepções políticas em nível de entendimento e conhecimento abrangente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;          Não foi preciso mostrarem-se pobres; os pobres de fato reconhecem a grandeza da generosidade, o que na realidade deveria ser direito constitucional fundamental. Por não estarem providos de tais conhecimentos, eles são gratos à generosidade governamental e ponto final.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Podemos classificar progressos de ambas as partes: dos que não querem um governo paternalista porque não precisam dele, estando estes evoluindo ao ponto de abandonar a teoria e partir para o ataque pessoal sem conteúdo informativo, e dos que não querem quebrar suas fidelidades ao governo atual, muito mais porque não podem retroceder ao estado de miséria de longa data. Seria uma nova esquerda e direita, surgidos hoje dos ignorantes e dos inteligentes em um bom embate?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;           É mister nos colocarmos dos dois lados para percebermos quem tem mais razão; qual lado exerce maior influência, sendo mais convincente e justificado. Então, só depois, bem depois, virão as políticas desportivas, o desenvolvimento da educação, saúde, transporte e por aí afora. A questão é mais urgente do que puderam alguns se darem conta. Todo o resto da população que não se importa com emergências, preferiram a&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;preocupação com a taxa de juros, a exploração do pré-sal e coisas desta magnitude. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-569780231559257317?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/569780231559257317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/10/despertar-311010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/569780231559257317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/569780231559257317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/10/despertar-311010.html' title='DESPERTAR – 31.10.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7023633168412619481</id><published>2010-10-21T06:40:00.004-02:00</published><updated>2010-10-21T06:44:08.510-02:00</updated><title type='text'>INVASÃO DE PRIVACIDADE - 21.10.10</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;Amanhece lentamente, mas não para Alice que já se faz desperta desde às 4:30 horas, quando seu relógio biológico tão alterado quanto o horário de verão vem lhe avisar que o dia promete agitos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;E esses começam com uma invasão de privacidade de certo passarinho que pousa bem perto da janela do banheiro, com um canto singular, insistente e não harmônico, cuja melodia mais parece um assobio chamando por alguém: Alice, já é hora de acordar!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Ela, que cada vez mais dispensa suas peças íntimas para dormir, seguindo conselhos médicos atuais cujos benefícios são enumerados numa lista da qual não poderia partilhar em outros momentos do dia que não na madrugada enquanto dorme.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Não estranha a invasão da sua privacidade pelo pássaro, já que sua cama é constantemente invadida por livros, dicionários, conceitos, teoremas – o último deles tentando adequar a impossibilidade de mais alguém ocupar sua cama, pois, aprendera sobre energia que um lugar ocupado está de fato ocupado; e não cabe pessoa, criatura; somente livros, o notebook estampando a Fontana de Trevi para nunca mais esquece-la. É simples como um lema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Mas, pretende mais que lema; a moça quer um teorema, cujo lema é pré-teorema. Mas, tratando-se da sua invasão de privacidade mais que rechaçada no último plantão com seu telefone chamando a toda hora por gente que jamais imagina seus rostos, então todo colorário, que é uma consequência direta do teorema, haverá por bem apaziguar Alice com as invasões de privacidade que não são bárbaras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Confessa ela que até gosta. Confessando um pouco&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;mais, admite que se cansa com facilidade da mesmice das coisas. Gosta de mudar tudo de lugar na sua cabeça, redefinir conceitos zerando-os e a partir de então, reconstrui-los. Recomeço foi sua refeição principal de todos os dias por anos seguidos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Uma vez condicionada, tenta explicar sobre as vantagens de ser aberto às mudanças, mas não encontra guarida. Pretende tão somente provar seu teorema sobre energia, que as coisas esparramadas na cama são responsáveis por manter sua solidão. Entretanto, teoremas devem ser provados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Busca então um axioma, mais amigo das ciências naturais, com inferências, que são saltos entre as demonstrações. Ora, nada mais natural que a invasão da privacidade por um pássaro que lhe acorda bem antes do sol. Some-se a isto, o fato de Alice revelar preferências na cama não sensuráveis, ao contrário, inibitórias, mas que encontraram alojamento no seu canto direito, já que seu canto esquerdo ela faz questão de manter em proteção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Assim, tendo em vista o teorema da Completude de Gödel, que afirma dentro de hipóteses razoáveis sobre a existência de afirmações que não são nem verdade nem mentira, podendo ou não segundo suas veracidades, transformar-se em axioma, dando consistência à teoria, ousa pensar que um dia poderá mudar isto, se quiser profundamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Como vê, Alice ainda não desistiu da matemática, cuja teoria sempre lhe tem acompanhaso nas horas de interrogação. Vale-se também da gramática, interpretação, concordância verbal, nominal e verbo-nominal. No entanto, espera ansiosamente encontrar valores que possam garantir-lhe um gráfico que ilustre a teoria de Gödel de forma a atingir uma resposta sobre como conciliar espaços na cama, que irão irradiar-se pelas pesquisas matemáticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;S&lt;/span&gt;abe por ora, que satisfará seu teorema algo assim: o amor está para o espaço assim como dois está para um =&gt; simples assim... Como já são 6:30 horas e seu dia já começa tarde, lá se vai Alice correndo com seu café da manhã, o que seria sua melhor refeição do dia, se acaso tivesse tempo como os alemães que se levantam, colocam a mesa na varanda da frente, leem o jornal e pegam casa utensílio da mesa como fossem senhores do tempo que a eles se submete de forma consolidada em algum teorema ainda não publicado. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7023633168412619481?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7023633168412619481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/10/invasao-de-privacidade-211010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7023633168412619481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7023633168412619481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/10/invasao-de-privacidade-211010.html' title='INVASÃO DE PRIVACIDADE - 21.10.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1239362551072709426</id><published>2010-10-17T16:59:00.002-02:00</published><updated>2010-10-17T17:01:25.987-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='a dor da gente...'/><title type='text'>QUANDO O PROBLEMA É MEU – 17.10.10</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          Por hora, Alice tenta entender como antigos problemas, os quais não têm mais a capacidade de alterar a vida das pessoas, podem emergir trazendo consigo a discórdia. Embora buscasse respostas religiosas, todas as portas sempre se fecham a sua frente levando-a a uma conclusão de que a religião é um ícone ainda indisponível para ela clicar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          Isto posto, tenta buscar outras maneiras de entender problemas e suscitar soluções para sua família que ora se perde em meio a um problema que não deveria mais exercer o impacto tal como tem exercido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          Alice sabe da sua obrigação de tomar uma posição. Deve ser contra ou a favor,  sem mais nem menos. Então, como sempre pondera entre esses dois extremos, não acreditando na força do sim e do não  simplesmente, agora não lhe é dado outra forma para ponderar. De volta às questões que a levam ao pânico – marque V ou F. Assim, só restou-lhe ser contra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      Com ícones que costumam funcionar como suporte para sua saúde, e agora estando indisponíveis para clicar, ela se vê sem qualquer apoio espiritual que justifique a dureza e implacabilidade do seu não. Mas, ainda assim ele é dito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;        Disto ela já se advertira, surgiriam moléstias com as quais tenta conviver, entender e erradicar do seu organismo ora impregnado de incertezas, insegurança e muito desquilíbrio. Decorre entretanto, que está ciente da necessidade de transpor questões tão vastas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          Ademais, Alice está no meio de um conflito familiar sem precedentes, digno de Felini filmar. Tudo o que lhe resta é valer-se das aprendizagens que ora lhes são negadas por questões outras que não a generosidade a qual deveria ter os espiritualistas ao praticar e deixar praticar conhecimentos sem que isto se transformasse em benesse ou favor que se dê a alguém merecedor, escolhido. Mas, a religiosidade ainda tem dessas coisas...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;         Então, munida de certo conhecimento adquirido aqui e ali nos momentos de praticar bondade dos religiosos competentes, ela segue buscando entendimento sobre a similaridade de situações familiares que parece repetir uma grande novela, com capítulos que terminam e reiniciam com igual conteúdo na geração seguinte. Seria o refinamento necessário aos seus familiares? Se assim for deverá se conformar e aceitar de pronto tal situação, conviver com ela sofrendo o mínimo possível. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;           Entretanto, ela sabe um pouco mais acerca do assunto, o suficiente para reconhecer-se dentro de todo um aprendizado que demanda paciência, precaução e disposição para pequenos assuntos; é como formar seu quebra-cabeça que continua na mesa intacto, sem ninguém para se aventurar a encaixar uma peça. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          Também é assim com certos conflitos insolúveis num primeiro, num segundo, terceiro momentos. Deixamos adormecer, amanhecer quantas vezes mais se fizer necessário. Para tanto, munir-se de equilíbrio espiritual é tudo que necessita. É o seu sinal de inteligência quando pretende manter suas buscas sob controle. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          De resto, Alice sabe o que a espera e certamente pretende esperar pelo seu quinhão nem mais nem menos do que merecer. E para amanhã, pretende um novo visual aos cabelos, quando espera voltar-se ao espelho, sem medo do que pressente ver. Afinal, quando o problema é meu, também são minhas as dores. E se eu morrer de amores, quem pagará o enterro e as flores?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1239362551072709426?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1239362551072709426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/10/quando-o-problema-e-meu-171010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1239362551072709426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1239362551072709426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/10/quando-o-problema-e-meu-171010.html' title='QUANDO O PROBLEMA É MEU – 17.10.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1313999336912137000</id><published>2010-10-10T11:56:00.003-03:00</published><updated>2010-10-10T11:59:57.877-03:00</updated><title type='text'>AS PESSOAS E SUAS FUNÇÕES MAL CUIDADAS – 10.10.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Uma sorte de pessoas passam pela gente todos os dias, muitas delas, com a nítida sensação de que são bem sucedidas e felizes dentro do que fazem. Atentando um pouco para o nosso círculo de trabalho, observamos que nem sempre é assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Uma grande maioria não gosta do que faz porque seus salários não condizem com a gama de tarefas executadas, ou porque simplesmente detestam suas tarefas diárias, rotineiras, responsáveis diretas pelo que percebe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Elevando-se o nível de observação, percebemos na medida em que aumentamos a hierarquia dos cargos, tanto maior fica perceptível a insatisfação acerca destes. Faltam dados que conectem estes resultados com a complexidade dos cargos mais elevados, ou com a disponibilização por seu detentor aos comandados, ou, por outra, talvez seja mesmo uma prerrogativa de excesso de tarefas quando o salário se faz melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Enfim, é preciso um longo e detido estudo para uma conclusão precisa, coisa que deveriam estar os sindicatos de classes preocupados em abordar, definir, colocar disponível em estatísticas de modo a ajudar, alertar os profissionais que passam por isto e não se dão conta da sua inserção neste quadro de observação cada vez mais alarmante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Ademais, uma agravante desta situação deve-se à estabilidade adquirida; ao menos no            funcionalismo público vemos esta consequência como fator prejudicial, uma vez que tal situação leva o detentor da função a sentir-se no direito de não estar bem para o trabalho, bem mais do que o trabalhador privado onde, um vendedor, por exemplo, deve ser bom não apenas para elevar seu salário, mas, para manter-se empregado. Ele cumpre metas. É assim com os bancários e com um grande contingente de trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             Não deixa de ser fator de stresse, mas, ainda não inventaram forma melhor para cobranças de rendimento sobre os trabalhadores. Que o diga Marx na sua vasta obra “O capital”entre outras, com crítica pesada ao binômio empregador/empregado, alertando para um outro outro binômio, senhor/escravo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            ntretanto, muitos dos dissabores com relação ao trabalho dos que comandam grupos não existiriam se estivessem sujeitos às causas e efeitos decorrentes de insatisfação. Nada disto deveria justificar a antipatia pelo trabalho e pelo processo que envolve os trabalhos e sobretudo, os trabalhadores subordinados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Lado outro, faz-se parecer que excesso de trabalho seja jutificativa para aversão pelo mesmo. Percebe-se o desencadear da verdadeira doença, não pelo execesso de trabalho, mas pela aversão ao trabalho em si. São pessoas que assumem funções para as quais não estão habilitados, não gostam e pensam que as tarefas piores poderão ser delegadas, as quais acabam retornando para sua decisão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Daí a insatisfação por se verem impotentes para escolher as tarefas que desejariam trabalhar. Não que o excesso de trabalho não contribua gerando piora do quadro. Piora muito. Mas, isto ocorre porque o funcionário não está treinado para absorver a dificuldade, administrando e solicitando ajuda em busca da solução.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Embora seja uma questão complexa, cada vez mais ganha espaço no nosso dia ao lidarmos com questões mais evidenciadas do que deveriam. Resta aos outros que ainda gostam do que fazem, absorver a dificuldade, cientes que não poderão fazer muito para melhorar seu ambiente de trabalho, exceto trabalhar por si mesmo um dia de cada vez, nem mais nem menos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1313999336912137000?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1313999336912137000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/10/as-pessoas-e-suas-funcoes-mal-cuidadas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1313999336912137000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1313999336912137000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/10/as-pessoas-e-suas-funcoes-mal-cuidadas.html' title='AS PESSOAS E SUAS FUNÇÕES MAL CUIDADAS – 10.10.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7147997325875047746</id><published>2010-09-26T02:16:00.005-03:00</published><updated>2010-09-26T02:19:40.924-03:00</updated><title type='text'>ESQUERDA E DIREITA EM DESCOBERTO – 26.09.10</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;             &lt;/span&gt;Remonta talvez, desde os idos tempos em que Alice teria que definir a sua esquerda e a sua direita, provavelmente não bem feito, devendo tal fato desencadeado constantes aborrecimentos ao longo da vida.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;line-height: 150%; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;              &lt;/span&gt;As pessoas deparam-se com a necessidade de definir rapidamente se virar à esquerda ou à direita. Somando-se o fato de ser uma decisão praticada em milésimos de segundos, aí então fica mais difícil a tomada da decisão correta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Ao memos na ética de Alice tal efeito não teria repercutido, já que esta cresce tanto quanto mais conhece o tema. Mas, existem pontos controversos os quais Alice não conhece em profundidade, qual sejam, a implicação na sua vida real, administrativa e cansativa por consequência obvia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Então, devido a esta deficiência de definir esquerda e direita rapidamente, ela percebe efeitos nestes dois lados do seu corpo com predisposição à desproteção. Ora, guardar o corpo na frente e atrás, na esquerda e na direita seria sua proteção total. Seria o que todo mundo quer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Mas Alice quer mais. Ela quer descobrir por onde se fragiliza ao ponto de fazer-se espelho para as pessoas mergulharem na sua alma. Uma vez mergulhados a festa é total. É quando ela se entrega para a solução de problemas alheios, desgastando-se ao perder noites de sono buscando arregimentar ideias para assuntos que não dependem da sua busca, vez que impera a vontade direta e exclusiva dos seus donos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Então ela deduz que pela sua esquerda perpassam as possibilidades negativas; um aprendizado cristalizado na infância que perdura por meio século. Entretanto, pelo lado direito, quando na sua exaustão total, transitam energias positivas e precavidas que emitem apitos nesta hora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;De posse dessas duas aberturas as quais tem como anjo bom e anjo mal a notear seu caminho, erra apenas quanto à hora e a vez de cada um assumir a prioridade na vontade de Alice; isto quando não ocorre da vontade dela sobrepor-se às duas e ela não dar ouvidos a nenhuma. É a sua derrocada. Normalmente isto não presta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Assim, ela tem definido e aceito no seu íntimo que dar ouvidos às intuições vindas pela esquerda e pela direita é sinal de que deverá cruzar o grande oceano sem riscos, o que aliás, não faz se os hexagramas não autorizarem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;A sua direita merece respeito porque controla seus ímpetos de vida feliz, impossível para ela sem a exatidão dos números, o planejamento e a determinação; são os ingredientes que a tem movido até aqui. Foi por eles que não se perdeu ao virar a esquerda equivocadamente. É que sempre havia a direita para opor-se quando errava. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Alice nota que, quanto&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;mais força dá para esses dois polos abertos para o mundo ora admitido não ser tão grande assim, mais ela aprende sobre a vida prática. E quanto maior a sabedoria, tanto menor a incidência de erros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Aí vem o lado esquerdo avisando que não erra quem não arrisca; e que a vida sem riscos é sem graça. Para apaziguar dois polos opostos, nada melhor do que se entregar a eles com a confiança de que irão tomar conta da melhor maneira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span lang="PT" style="color:black"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Vem novamente o confronto com a realidade de viver, fazendo dela uma escolha imprecisa. Imprecisos são os meus, os seus, os nossos caminhos, conclui Alice. Imprecisos são nossos progressos que se fazem a custa de muito labor e pouca diversão. E tudo isto somado, faz com que atribua graça e confiança as suas horas sem música, tinta, arte, vinho, viagens e amizades desinteressadas; com que concordam seus dois lados nem sempre antagônicos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7147997325875047746?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7147997325875047746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/09/esquerda-e-direita-em-descoberto-260910.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7147997325875047746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7147997325875047746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/09/esquerda-e-direita-em-descoberto-260910.html' title='ESQUERDA E DIREITA EM DESCOBERTO – 26.09.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-8032842109087409287</id><published>2010-09-19T05:19:00.003-03:00</published><updated>2010-09-19T05:23:56.653-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='opostos'/><title type='text'>EM MINHA FRENTE – 19.09.10</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;margin-left: -27pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; "&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Enquanto tenho especificidades que me vêm por detrás, pela frente tenho dificuldades que me sobressaltam nos momentos mais inesperados. É pela frente que me vem a arrogância e neste lad0 do corpo coloco-me apta para a materialidade oposta à espiritualidade por detrás.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-left:-27.0pt;text-align:center; text-indent:35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;         Sei serem opostos necessários, complementares, são yin e yang, porém, esta frente exige vigília, paciência, alerta por ser quase capaz de minha destruição. É a voz da matéria em sobressalto, numa busca incessante que não sai de mim, não sai de mim, não sai...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;         Tão forte é este lado, que é sempre o que chega primeiro, o que se mostra antes de mim por inteira. É ele que me caracteriza definindo qualidades e defeitos nem sempre precisos. É responsável pelo meu dom de enganar. Ao abrigo de mim mesma, mostro-me pela frente, nunca por detrás.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;         Tento estratégias que driblam o ego, aniquilam momentaneamente meus caprichos incontidos &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;satisfações menores, as quais tento atender na justa proporção que não me tenha como escrava. Tento uma composição pacificada nem sempre alcançada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;        Algumas vezes, as investidas deste lado são tão contundentes que chego a esquecer valores outros aplicando a ordem da sobrevivência pura e simples. Tenho por suposto, algo que me vale nesta hora, socorrendo-me de mim mesma. Talvez, por ser conhecedora deste lado dominante que me leva a correr, gostar de matemática, de tudo bem exato e definido, é que tento por um outro, investir na ciência da criação, da imaginação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;        Entretanto, até quando busco a criação encontro justificativa para tal, a ser descrita num sem número de objetivos e princípios pessoais intransferíveis tanto quanto a minha vontade de ser simples, assexuada, calma, equilibrada a maior parte do dia. Mas qual!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;          Tenho um sangue que percorre veias a uma velocidade obrigatoriamente obedecida a meio século impreterivelmente, fatalmente, tragicamente. É assim por ser ditatorial, senhor de mim como ninguém nem nada conseguisse até então.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;        Tamanha sujeição vem pela frente, instala-se com uma evidência que me impele a correr atrás do tempo. Não brinco mais com ele. Não o ignoro buscando entender sua soberania, tentando decifrar técnicas que acredito capazes de atingi-lo. É briga de cachorro grande. Demanda tanta energia reposta a custa de banana. Ultimamente tenho descoberto os complexos vitamínicos que respondem bem se você acreditar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;          Acreditar é o segredo para tudo na vida. Creio e tenho por exatidão que pela frente ganho dinheiro, construo projetos, invisto na massa encefálica a ser desenvolvida sistematicamente todos os dias, em doses homeopáticas (constantes e insistentes por conseguinte).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;          Por influência do que me vem por detrás, tal crença oscila entre permanecer ao meu lado e abandonar-me. Quando me abandona é a minha derrocada. Tenho míseros segundos para percorrer um turbilhão de neurônios e colocar-me aposta para recomeçar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;         Recomeçar é verbo que aprendi ser companheiro do sucesso. Você tenta de um jeito, tenta por outro meio e continuará inventando formas de tentar novamente. Terá exercitado este verbo em todos os tempos e obterá êxito cedo ou nem tanto; mas terá êxito. Ora, esta é a sua dica de que vale a pena persistir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;         Das aulas de inglês não aprendo tão somente o idioma; Bill Bowerman descobriu o solado de&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;borracha para sapatos derretendo borracha numa máquina de fazer sanduíches. Ofertou sua idéia a várias fábricas de sapatos que a rejeitaram. Então, ele abriu sua própria fábrica de tênis, a Nike. Só para citar um exemplo da importância de acreditar em você e fazer por você.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;         É necessário um pouco mais: dominar você e seus lados. Existem sempre dois opostos; um que impele para criação e outro que pondera sobre tudo. Pensei por certo tempo ser feliz no equilíbrio. Hoje, sou feliz oscilando entre os lados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;        Aprender a transitar entre lados é o segredo para prosperar com equilíbrio. Tenho visto pessoas fazendo o que não gostam num regime quase militar. Aviltam-se a maior parte do tempo. Não se gostam e pensam que vieram ao mundo para serem assim infelizes e deixarem o seu redor um pouco pior.&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;Com seu redor piorado fica impossível emergir para outro estado senão pela crença. Acredite!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;         Devidamente estimulada a crença, tenho que o poder de transição é o achado de meio século de respiração ofegante, cansada a maior parte do tempo – sinal de atividade constante. Resta, pois, administrar o que não pode ser domesticado, até mesmo porque seria transgressão à capacidade de ser criativa, administrativa, calculista, idealista, genial, inusitada, capaz de inventar soluções buscando pedaços de prazer ao longo de cada dia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;         Daí, vigiado e com o devido respeito, admito o pungente lado da frente que me aquece nos invernos impondo seu espaço antes de aperceber-me sobre qual lado responde por mim naquele exato momento. &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;Por certo saberei logo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-8032842109087409287?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/8032842109087409287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/09/em-minha-frente-190910.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8032842109087409287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8032842109087409287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/09/em-minha-frente-190910.html' title='EM MINHA FRENTE – 19.09.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-6400497620792068880</id><published>2010-09-12T11:27:00.003-03:00</published><updated>2010-09-12T11:30:26.482-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='flutuando....'/><title type='text'>POR DETRÁS DE MIM – 12.09.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;        Pensei ter medo do que vai dentro de mim, daquilo que não domino, que me é desconhecido e ao mesmo tempo sobrepuja minhas vontades certas vezes. Pensei que as coisas ocultas em mim pudessem me causar maior receio do que pode o próprio homem quando quer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Entretanto, em algumas experiências de campo pude observar daquilo mais secreto que pode acontecer-me, qual seja o que me vem por detrás. Não seria difícil explicar, mas seria difícil entender. Para mim o binômio ensinar/aprender deve ser completado, senão, qual a graça?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Mas, o que vem por detrás de mim não sou eu. É alguém que precisa falar, entender onde está, valendo-se de um corpo como eu me valho das inteligências que cruzam meu caminho, ao perceber que posso delas utilizar-me.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Penso que, ao aprender a utilizar-me dos outros, vejo-me igualmente utilizada por aqueles que me reconhecem como facilitadora de aproximações de quaisquer grandezas. Sendo grandezas diferentes, o princípio a ser aplicado não é comum em qualquer literatura. Também não encontro aplicabilidade nos livros da faculdade.&lt;br /&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          É quando vou para a vida, aprender com ela, com pessoas anônimas e fora do meu círculo normal de convivência. E tento entender qual força é essa capaz de chegar por detrás como fosse meu amigo e ali permanecer, mesmo sem me conhecer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Não me sinto traída nem usada contra minha vontade. A permissão é tácita. Ele sabe que pode entrar e o faz rapidamente, de modo a não causar-me cansaço. Trata-se apenas de uma simbiose em que ele fala o que precisa e eu escuto, exteriorizando suas dúvidas, descobertas, caminhos pelos quais nem imaginava passar. A mim resta uma satisfação. Como não acreditasse na bondade humana pura e simples, considero o que há por detrás dela. É o mesmo que há por detrás de mim; uma troca de necessidades humanas que não são totalmente físicas nem químicas. São apenas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ninguém é bom porque pratica a caridade. Se pratica é porque já conhece os segredos da causa e efeito e da ação e reação. Existem nas coisas espirituais muito temor pelo errado. Este temor vem camuflado ou confundido com bondade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Talvez, essa ótica por sobre a realidade seja difícil de ser explicada e compreendida. Mas, se servir para questionamentos, por certo me levará a entender as trocas existentes ao abrigo do dinheiro e de qualquer materialidade que se tenha notícia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Tenho descoberto sem choques e traumas, que existe um novo nicho do mercado funcionando como o financeiro, sem contudo lidar com valores materiais. Mas, não deixam de ser valores. Do ponto de vista monetário, trata-se de grandezas incomensuráveis, não exigido diploma, especialização, nada desta ordem. Exige-se o aprendizado com a vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Mas, creio que até para ser bom e caridoso é mister ser prudente, comedido, desinteressado. Lado outro, haverá de parecer falso, interesseiro, pagamento de promessa, troca de favores. E numa troca de favores está presente um determinante que aponta lucros e perdas de ambas as partes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Assim, a melhor maneira de absorver para si segurança, saúde, equilíbrio, sobriedade e todo o resto material que completa a felicidade das pessoas, parece ser o graus de abertura com que entregamos nosso corpo ao mundo. Para tanto, há que se valer de uma consciência acerca do certo e permitido, daquilo errado e proibido. Atentado para isto, abrir-se sem medo é das melhores evoluções que pode o ser humano ousar. Requer coragem ao sair do seu abrigo seguro. Mas, advirto, a satisfação é ilimitada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           É o que tenho observado em certas crianças que se entregam para as descobertas com uma curiosidade ímpar, deixando-se tocar e tocando, perguntando e respondendo até entender, sem exaustão. Chamo a isto a autêntica evolução do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Espero pelo dia em que possamos ter nas escolas, disciplinas capazes de teorizar informando os caminhos da evolução em busca de seres senão melhores, ao menos mais atentos quanto àquilo que não podemos tocar, prender ou possuir por perspicácia e conhecimento espiritual do mundo a nossa volta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           E teremos aprendido que somente o dinheiro e a fama não são por si sós, capazes de aplacar todas as nossas necessidades; e para essas outras necessidades, teremos que aprender que estas não são buscadas segundo nosso quociente de inteligência ou habilidade para projetar a carreira, mas, por fatores que ainda restam ser catalogados e classificados como genéticos ou adquiridos, porém, com a certeza de que são não manipuláveis. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-6400497620792068880?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/6400497620792068880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/09/por-detras-de-mim-120910.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6400497620792068880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6400497620792068880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/09/por-detras-de-mim-120910.html' title='POR DETRÁS DE MIM – 12.09.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-2786463742301742694</id><published>2010-09-05T15:48:00.001-03:00</published><updated>2010-09-05T15:51:00.774-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='certo é não estar certo'/><title type='text'>A CERTEZA DE ALICE – 05.07.10</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: justify;margin-left: -27pt; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; "&gt;         Bom, deve Alice admitir de pronto que para o novo, o pouco utilizado, não descoberto, deve dedicar certo esforço até o domínio, até que tudo se iguale efetivamente ao mundo dos utilizáveis. Considera-se uma utilizável que ainda não mudou de parágrafo porque aprendeu na sua última aula de inglês que o parágrafo deve se manter até não se mudar o assunto do “topic Center”, da ideiaprincipal do texto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;          Mas, saindo da ideia principal, qual seja do domínio das coisas novas, Alice tenta absorver o quanto bom está sendo digitar em um teclado super-novo, macio, enquanto tenta entender porque os professores acharam mais fácil eliminar logo o hífen de todas as palavras. Ela pensa que talvez houvesse um consenso secreto entre professores de que a vida é mais fácil quando não se hifeniza nada. Também não se inferniza ninguém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Voltando a sua questão principal, o novo dá um trabalho que só vendo! Foi preciso, não, foi mais que urgente um investimento em um computador novo; afinal é onde ela se deleita, é com quem se deita ultimamente. Deve ser, por óbvio, moderno tanto quanto as ideias que projeta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Então, seguindo a linha de raciocínio que lhe informa da necessidade de alterar as coisas na vida, visando mais, a sua proposta de não se deixar apegar às coisas todos os dias da mesma forma, então, o que mais aprecia depois do novo, vem toda a sua adaptação a ele. Isto vale para pessoas senão na mesma ordem de valores, quase nesta ordem (brincadeira!).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;            Assim, o que lhe resta para o feriado é domesticar o teclado super-macio de forma a atender sua volúpia de ideias, levando até o editor, mais uma vez e sem cansaço, as transformações por que passaram algumas palavras do idioma português, permitidas pelos nossos patrícios depois de muita peleja. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;         Agora já se transformou em perrengue a falta neste exato momento notada, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;do seu dicionário, o qual ausente, transforma suas ideias geniais em monocromáticas, podendo até atingir a monocracia para a qual não se habilitara ainda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;De toda sorte de certeza que possa ter, a mais certa é que não estar certa de nada, retira-lhe do grau de conforto o qual, se se fizer sempre presente, entedia absurdamente. Resumindo e clarificando, as coisas difíceis e em constante mudança são realmente as que atraem Alice.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;          O desafio da descoberta é um trabalho que quanto mais minucioso, tanto maior será o prazer da descoberta. É como seu quebra-cabeças que continua ali, imóvel, intacto, a espera de algum curioso que queira desbravar o nível de dificuldade ora estacionado e que acreditem, chegou no&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;seu limiar. Agora ele está no seu ponto melhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:-27.0pt;text-align:justify;text-indent: 35.4pt;line-height:150%"&gt;&lt;span style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;         Então, sem dicionário e discricionariedade acerca do tema, vamos combinar novo encontro para quando o “Aurélio” se fizer presente. Alice quer tentar naturalmente o meio mais difícil; quer tentar o novo dicionário&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;que contenha as correções ortográficas. Então, atrás dele já!&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-2786463742301742694?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/2786463742301742694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/09/certeza-de-alice-050710.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2786463742301742694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2786463742301742694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/09/certeza-de-alice-050710.html' title='A CERTEZA DE ALICE – 05.07.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-6066083626455513875</id><published>2010-08-29T11:45:00.001-03:00</published><updated>2010-08-29T11:47:33.877-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='voando... voando....'/><title type='text'>MEU FETICHE – 29.08.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Fetiches são assim como as expectativas: raramente são realizáveis. Uma expectativa é sempre o adiamento dos nossos melhores desejos para quando você certamente não desejá-los tanto quanto de início. É assim nas ciências humanas quando aprendemos que nem mesmo um cheque é direito, mas, promessa, ou expectativa deste direito até ser sacado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;            Minha expectativa ao assistir uma corrida de fórmula I é ver o safety car entrar em cena. Quando ele entra na pista tudo fica diferente. Não sei exatamente se é por impor outro ritmo à corrida, ou se pela sua função de ser “safety”, salvador daquilo que estaria perdido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Só sei que se a mim fosse dada a oportunidade de conhecer um carro de corridas, antes eu pediria para conhecer o “safety car” e seu motorista. Somando-se a isto o fato de adorar carros de corrida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ainda assim, não cultuo carros, belezas motorizadas, tão pouco me lembro de ter querido um carro igual ao de alguém que conhecesse. Pensando tranquilamente sobre o assunto, ainda penso que o melhor é ter um carro mais velho e circular sem as preocupações que isto adviria por consequência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Igualmente não invejo profissões e cargos; penso que todos eles são consequência natural de objetivos previamente determinados. Entretanto, por ser fetiche tenho para mim que o trabalho daqueles repórteres de programas sobre autos, a mim daria prazer especial fazê-lo; seria como receber para fazer o que mais se gosta nesta vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Não mantenho atração pelo destaque ou pela imponência que muitos buscam confirmar dentro de um carro novo, reluzente, resplandescente, o que aliás, não entendo muito bem por caracterizar-se um carro apenas pelo seu “design” e não pela máquina que vem a ser.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Assim, fazendo ginástica com movimentos bem mais lentos que eu desejaria, enquanto observo as máquinas demonstrando seu desempenho, sou brindada com duas entradas do “safety car”, versão 2010 na pista, com sua característica “impávido colosso”, ainda que não produzido no Brasil. Este carro, guiado pelo alemão Bernd Maylander, de 38 anos, durante toda a temporada, é o SLS AMG, sucessor do 300SL, que já foi usado por Michael Schumacher em comercial na Europa recentemente. Parece ter sido desenhado para voar, bem mais do que as próprias máquinas da fórmula I, ao ter suas portas abertas para cima.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          De resto, continuar vislumbrando a possibilidade dessas rápidas e esporádicas aparições deve se constituir em quesito aliado da dificuldade, este substantivo que deveria denotar defeito, sendo, porém, classificado como qualidade. Em sendo assim, a tudo dá sabor especial de descoberta, de curiosidade acerca do que não é muito mostrado, falado ou divulgado para nós outros que assistimos passivamente a esses momentos de fetiche real por que passam os corredores e outros expectadores ante a presença do “safety car”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-6066083626455513875?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/6066083626455513875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/08/meu-fetiche-290810.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6066083626455513875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6066083626455513875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/08/meu-fetiche-290810.html' title='MEU FETICHE – 29.08.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-6818232782251124295</id><published>2010-08-22T10:58:00.001-03:00</published><updated>2010-08-22T11:00:45.829-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='clic...clic...clic...'/><title type='text'>A CAPELLA SISTINA – 22.08.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;        Entrar na Capela Sistina, cujo nome é homenagem ao Papa Sisto IV, é adentrar no mundo da arte, situada no palácio apostólico, residência do Papa, na cidade do Vaticano. É deparar com a dedicação em favor dos afrescos que tomam conta de todo o teto e das paredes da capela. É uma obra com mil faces inspirada em Salomão assinados por Michelangelo, Raphael, Bernini e Sandro Botticelli.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         A vida de Moisés e de Cristo com seus ancestrais estão ali retratados. É nesta capela que se realiza o conclave para a escolha do novo Papa. É também um lugar onde percebemos resquícios das presenças dos artistas que por ali deixaram suas marcas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Para visitar a Capela Sistina, além da disposição para não ser atropelado pelos curiosos que não querem perder nada, não podendo fotografar, exceto por câmaras mais afoitas e de clics rápidos tanto quanto não podem os olhos dos vigilantes captarem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Então, num misto de arte e de cuidado dos guardiães da casa, a diversão dos curiosos passa a ser a de driblar os seguranças, conseguindo num piscar de olhos, a mais bela foto das obras de arte por séculos conservadas do desgaste e da corrosão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ao sentar e sentir dor no pescoço de tanto buscar detalhes comuns nos afrescos, buscando comparações, essas atitudes praticadas pelos apreciadores da arte “in oil”, curiosamente encontramos paz e tranquilidade, apesar de todo o barulho no lugar, a todo instante contido pela vigilância incansável e sem êxito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         É assim com o que consideram patrimônio público da humanidade. Todos querem ver, tocar, cheirar. Só não o fazem devido às restrições. Porém, para aqueles que observarem além das tintas e texturas, haverão que deparar com um sossego incomum, atípico ao lugar visitado e bem pago para tal, portanto, desencadeando nos visitantes pressupostos de poderem burlar a segurança da casa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Seria cômico se não fosse trágico, e seria brasileiro se não fosse internacional. Mas, é no entanto, um comportamento que não rotula apenas o Brasil, mas povos de qualquer lugar do planeta, quando o assunto é pagamento para o exercício do direito da visitação. Todos os povos se fazem símiles no que se refere a direito adquirido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Ainda assim, a Capela Sistina sobrepõe-se a tudo o mais e se mantém acima das nossas cabeças, intacta, colorida, enviando a sua mensagem que é bíblica para alguns e artística para outros. Sem dúvida, uma oportunidade íumpar de estar inserido dentro da arte. Vale a visita pelo seu peso em euro. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-6818232782251124295?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/6818232782251124295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/08/capella-sistina-220810.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6818232782251124295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6818232782251124295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/08/capella-sistina-220810.html' title='A CAPELLA SISTINA – 22.08.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-3496498194830470657</id><published>2010-08-15T18:58:00.002-03:00</published><updated>2010-08-15T19:01:09.767-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tocar é preciso ou não...'/><title type='text'>O MÚSICO E SEU TROMPETE – 15.08.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Trompete é a sua especialização. Formou-se em música, dedica-se à música e toda a sua vida é arregimentada ao redor da música. Não por acaso é assim. Visitando sua família tive oportunidade de observar o imenso acervo compilado em livros por toda uma vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          É uma casa de músicos, artistas de TV e teatro e são, por conseguinte, dotados de calorosa recepção, tranqüilos e gente da melhor qualidade para se visitar, pois, sempre têm tempo para tudo. Parece que suas vidas giram em torno de outro relógio, que não passa pela precisão suíça nem pelo big bang, mas, passa sim, por seus relógios biológicos amplamente respeitados sendo na verdade, os ditadores do ritmo da família.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         É este encantamento que naturalmente provocam que faz arrebanhar em torno da casa um movimento de pessoas constante. Não é diferente com o nosso trompetista. Ainda outro dia tentávamos relacionar um exemplo que fosse de alguém fazendo apenas o que gosta e tenta absorver disto o seu sustento próprio de forma a sentir-se satisfeito com isto. Este músico profissional foi nosso único exemplo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ele é não só profundo conhecedor de música, e trompete, e jazz, e blues e qualquer ritmo que surja por aí não é dele desconhecido. Sua educação musical transpôs-se para o nível profissional. E ele sobrevive da música, não tendo outra fonte de renda. É feliz com sua vocação muito bem resolvida, já que não se imagina fazendo outra coisa na vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Diferentemente, nós outros que seguimos nos perguntando como exatamente fomos parar nos nossos empregos e qual critério temos de avaliação da realização ou ausência dela. Não temos resposta. Se perguntarem a qualquer pessoa na rua sobre o que ela faz, se é realmente o que queria estar fazendo, a grande maioria em sinceridade dirá que não.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Quando encontramos alguém fazendo o que realmente desenvolveu aptidão para estar fazendo com prazer, chame a isto raridade. Alguns são médicos por vocação, outros por escolha da profissão com melhor chance de sucesso. Há inda os que vão parar em diferentes órgãos por aprovação em concursos que nem pensaram direito para fazer, a não ser na sobrevivência e na implicação no seu futuro. Esta é a situação da grande maioria de profissionais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Deparar com alguém tranqüilo quanto a sua escolha, tendo nela a sua melhor opção de vida, posicionado com a certeza de que será sua escolha a única responsável pelo seu sucesso, seguindo seus dons, aperfeiçoando talentos sem cobrança, sem dúvidas, sem medo, isto realmente impressiona os incautos acostumados com pão e café na mesa todo santo dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          E quando ele toca seu trompete com uma leveza incomparável, já sendo apontado como opção segura para todas as bandas que prezarem por música instrumental de qualidade nem se dando conta por certo, de que poderá ser famoso, requisitado, bem pago. É óbvio que também busca isto de forma consciente do seu tempo de trabalho e dedicação. E o mundo para quando o som do seu trompete espalha no ar a sua certeza suprema e incontestável de que está ficando cada vez melhor e conseguirá chegar onde pensa e que por modéstia aguçada, esconde sabiamente de todos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Foi quando nos perguntamos o que ele deve comer todos os dias para ter tanta segurança sobre o que faz como sendo o caminho certo, acertável, acertado exatamente no alvo da sua sensibilidade: seria o pó de café que mói diariamente no moedor que comprou pela internet para fazer café quase expresso? Ou quem sabe seria o efeito do vinho de maçã tradicional do seu país que encorpa sucos e soda de limão?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Por outro lado andei pesquisando sobre os efeitos das saladas de batata com várias texturas e sabores, do picante ao moderado e muita, muita, muita salada, com vasilhas imensas. Não sei bem, mas parece que a simplicidade da busca é característica mais leve, suave, moderada, bem delimitada em certos seres especiais. Neste contexto, insiro sem sombra de dúvidas o trompetista profissional que responde solene ao que quer ser: Trompetista, é claro!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-3496498194830470657?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/3496498194830470657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/08/o-musico-e-seu-trompete-150810.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/3496498194830470657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/3496498194830470657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/08/o-musico-e-seu-trompete-150810.html' title='O MÚSICO E SEU TROMPETE – 15.08.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-3979616323292341752</id><published>2010-07-04T10:21:00.002-03:00</published><updated>2010-07-04T10:25:09.708-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ufaaah'/><title type='text'>VOCÊ TEM FOME DE QUÊ?  - 04.07.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;           Foi ontem quando Alice revia valores acerca da ajuda ao próximo que toda incoerência se manifestou. Pensou de forma a sumarizar razões e não encontrou justificativa. Pensou um pouco mais, agora de forma a subtrair muitos questionamentos acerca da fome que as pessoas têm.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Foi ontem quando Alice tentava praticar exercícios outros, além dos quais julga justos, proporcionais, não encontrando o peso certo das coisas. Continuou pensando, por ora tentando justificativa para palavras, atos, ações e omissões.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Dos longos anos dedicados à prática ininterrupta que já se consolidou como exercício para não abandonar a ideia de ser gente, já se sente segura para escrever o que pensa, ainda que se arrependa depois, porém, sem deixar-se esquivar daquilo que deve ser dito, algumas vezes sem sucesso na oralidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Sobre a ajuda ao semelhante, deduziu que existem alguns escolhidos para esse mister, os mesmos que não questionam, sendo capazes de empreender ajuda sem grandes tormentos acerca do seu efeito sobre as almas ajudadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Tal efeito não é inoculado em Alice, que se preocupa com as causas por que ajudar e com o efeito de não ajudar. Talvez ocorresse um resquício matemático do qual não conseguisse escapar e assim, termina as questões com uma racionalização da qual não conseguisse fugir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Também é assim quando coloca voz na boca de Alice e pergunta: “Você tem fome de quê?”, ao que decepcionada, reconhece muita fome nas pessoas. Vê uma fome além do que podem efetivamente bancar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Olha para todos os lados e percebe estarrecida o que a falta consegue fazer com cabeças ambiciosas. Quanta vez uma pessoa tenta buscar aquilo que não tem ao esforço da ignorância de valores e da importância que pode advir da conquista suada por algo material.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           O mundo começa um movimento de solidariedade um tanto remissivo que pode se transformar em “mea culpa”, ignorando por vezes que a ajuda exige tanta ou mais atenção do que o próprio abandono por que passam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          No abandono muitos podem sair fortalecidos e aptos a buscar a ajuda na exata proporção da sua necessidade, ou seja, aquela apenas momentânea que deve impulsionar para novas tentativas de erguer-se por si só.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Na ajuda abundante esta chance é eliminada, atribuindo uma sensação equivocada de que tudo será suprido e do todo podemos ter uma parte; com o detalhe de eliminar o esforço para tal conquista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Equacionando um pouco mais, tem Alice que calcular e descobrir com o requinte que a tarefa exige, o valor exato desta equação de forma a ajudar sem sentir-se uma aliciadora, e de negar a continuidade desta de modo a não se sentir uma insensível aos apelos dos necessitados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Alice olhou à volta e viu a necessidade suprema e difícil de começar dentro da própria casa, sem saber exatamente como clarificar a importância do limite da ajuda, embora soubesse o ponto de origem por onde os sintomas de alienação se instalam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Conhecida que se fez dos sintomas tipicamente desencadeados em consequência da alienação, tendo a precisa consciência do tamanho do estrago que isto provoca; e de toda a dificuldade em erradicar esse hábito depois de instalado com ânimo de dono, ela fez revista a sua posição, julgando-se ao final, incapaz de calcular o valor final da tal equação e, por conseguinte, julga-se incapaz para ajudar e incapaz para deixar de ajudar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Chegou por fim ao impasse que lhe consome os dias de reflexão, dos quais tenta fugir numas horas, ganha força para o contraataque em outras, sabendo restar-lhe apenas o que sempre a coloca a salvo de si mesma: seus estudos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Espera a moça sinceramente, encontrar uma resposta para a equação. Queria ela que a vida fosse assim previsível, calculável. Mas, depois de debater-se em meio aos óculos embaçados, porém desta feita pressentindo a existência de uma força além da sua nesta busca, aquieta-se diante de tamanha impotência. Mas promete retornar aos fatos numa outra hora. Por agora, quisera ela apenas um bom papo, desses que não necessitam muita comida nem tanta bebida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-3979616323292341752?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/3979616323292341752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/07/voce-tem-fome-de-que-040710.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/3979616323292341752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/3979616323292341752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/07/voce-tem-fome-de-que-040710.html' title='VOCÊ TEM FOME DE QUÊ?  - 04.07.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-97637084131678401</id><published>2010-06-27T15:05:00.002-03:00</published><updated>2010-06-27T15:08:06.360-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='chuaaah'/><title type='text'>A CONTRASSENSO – 27.06.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          Brincadeira de mau gosto de algum espírito espoleta ou seria mais um contrassenso da história? A verdade é que a casa que abrigava a obra imortal do Graciliano Ramos, aquela mesma obra que versou sobre o tema recorrente da seca, vê-se náufraga numa terra onde a seca sempre aniquilou a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Na última chuva torrencial a casa onde nascera o genial mestre da descrição minuciosa, pormenorizada, seca até a alma, tornou-se toda molhada. E tudo restou perdido. Não na memória de uns tantos, que devem correr em busca de mais um livro do Graciliano. Não foi assim com Rimbaud, que teve a sua obra perdida, sabe-se lá em quais telhados ou alcovas de Bruxelas? E por isto despendeu-se mais valor à obra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Então, Alice pensa nas consequências positivas que pode uma tragédia desta magnitude alcançar. Pode ser que num futuro próximo, leitores desconectados deste autor busquem conhecê-lo. Também pode ser que não. As causas provocadas pelos efeitos catastróficos nem sempre são iminentes ou visíveis a nós humanos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Mas, Alice pensa sobre a efemeridade que circunda as obras, os autores e as diversas maneiras pelas quais se perpetuam os trabalhos de criação. Quase sempre eles são cuidados por quem lhes têm simpatia e os organiza segundo seu critério de melhor exposição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Aí, eis que subitamente chega uma força da natureza e se sobrepõe a todos os critérios de exposição da criação. Mas, não é tudo criação? Sim, mas com a tendência de conterem a energia dos seus criadores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Muita vez, essa energia emana de fontes que se impregnam mais do que o necessário. Ou, por outra, quem sabe não seria um caso de profunda tristeza do autor que preferiu ver sua obra destruída a ser lida como mera relíquia de outros tempos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Também pode ter sido brincadeira do destino, que ousou alterar a sua tendência, vislumbrando a possibilidade de o tempo alterar o curso da seca sempre causticante ali naqueles sertões cheios de folclore.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           E quem haverá de saber o verdadeiro sentimento do autor que pode ter presenciado em espírito, a lavagem de todas as suas minúcias, sucintas até não mais poder, até perder-se de vista, agora ali, isoladas da sua busca de consolidação com o futuro. E quem há de dizer se existe coerência nas coisas feitas com o coração?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ninguém. Nem mesmo Alice encontra justificação para uma perda assim iconoclasta. Exceto pelo seu inexplicável “feeling” que não sabe se é profissional ou ocasional, mas que insistentemente lhe sopra aos ouvidos sobre tais obras submersas nas águas, tiverem agora sua sede abrandada de forma cabal, animal, visceral.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          E pensa mais, se não seria um fim predito por Graciliano, que de tanto reviver a seca, quisera agora se indispor com a cheia do rio, de forma a continuar, sabe-se lá em qual corpo, a sina plasmática de escrever sob ótica oposta, agora encharcada de dar dó.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           E para completar a piedade, livros escorridos, caminhos contraditórios, desejos insatisfeitos e inglórios tão aflorados nas palavras, que sendo ele desencarnado, capaz de alterar o curso da sua própria história tanto quanto não o fora em vida, ainda assim o faria da forma como fez. E então, transformou o riozinho em mar e enfureceu-lhe as nascentes, lavando toda a sorte de resquícios da sua imortalidade água abaixo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Para quantos possam pensar finita a obra, Alice prefere deduzir que num outro corpo, numa nova aura, com novo plasma, ele já se recompõe e se prepara para o ressurgimento de uma nova literatura mais aprimorada, revigorada, continuada do ponto em que a água levou... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-97637084131678401?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/97637084131678401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/06/contrassenso-270610.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/97637084131678401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/97637084131678401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/06/contrassenso-270610.html' title='A CONTRASSENSO – 27.06.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7855364443932103291</id><published>2010-06-21T09:51:00.001-03:00</published><updated>2010-06-21T09:54:32.861-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sinceridade'/><title type='text'>QUANDO EU NÃO LEIO – 21.06.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando eu não leio, também não penso a literatura. Ela é assim como um parente querido que tenha por visitar com uma frequência que não faço com os demais. Aliás, não sou boa em visitas. Não sou boa em muitas coisas que me preocupam profundamente, dado à recorrência que me visitam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;São flagrantes as minhas necessidades de ter que ser boa, de tomar a iniciativa e de ser esperta no raciocínio. Sinceramente não sou nada disto. Preciso de tempo para pensar e concluir sobre um tema. Necessito de reflexão contraditória até poder concluir sem sombra de dúvida se alguém está interessado por mim, por minha teoria, ou se são devaneios.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ocorre que a vida é muito rápida. Tão rápida que eu me perco nos momentos decisivos e os deixo passar sem uma atitude arrojada. E a sensação persiste em tudo quanto faço. Não sei até que níveis isto procede, mas sei que ocorre em certa proporção que anula minhas melhores e mais difíceis aproximações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já tentei descobrir se é assim com as pessoas ao redor. Desisti de saber no momento em que detectei muitas diferenças circunstanciais entre mim e todo o resto que vive normalmente e que não sofre tais dissabores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, busquei em Mesmer, através de sua tese de mestrado sobre magnetismo animal e percebi que tenho muito a caminhar se quiser descobrir. Às vezes sinto cansaço. Não me dou tal direito exceto por uma noite de sono de seis horas completas, sem interrupção. Depois, recolho todas as dúvidas, os fracassos e todas as oportunidades perdidas, coloco num saco e jogo às costas, saindo por aí em busca de executar todas as tarefas que não cumpri – as do saco às costas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algumas eu consigo remendar, outras ficam que nem soneto remendado – bem pior. Noutros dias, quando talvez me ronde a revolta, ou sentimentos ainda mais inferiores, então eu leio. E leio, e leio mais um pouco.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em tendo me faltado livros, sento diante da mais inteligente descoberta, esta que coloca a todos em nível de igualdade nas buscas, a Internet, a qual aniquilou de vez o sistema de posses para os bons leitores e nos deixa a todos pesquisar e ler. E continuo lendo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num dias desses, espero ansiosamente que passe por mim uma teoria a qual serei capaz de experimentar; provarei que funciona para resolver estes problemas de postura na vida que ninguém nos ensina, mas que sabemos serem perdidos de algum modo, em um dado lugar, com uma pessoa determinada, numa situação atípica, nos imobilizando, levando à burrice tipificada talvez, em algum artigo do Código Civil ou da Constituição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até lá, espero não ocorrer perdas significativas, porque disto pode incorrer outra situação ainda mais grave, qual seja a de acostumar-se às perdas e danos. Tendo em recentíssima vista que as perdas também são caminhos para ganhos, normalmente inesperados, ao menos encontrei uma teoria que dissipe o medo diante do fracasso e relembro de M. Camelo dizendo “...perde a glória de chorar....olha lá!” &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7855364443932103291?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7855364443932103291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/06/quando-eu-nao-leio-210610.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7855364443932103291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7855364443932103291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/06/quando-eu-nao-leio-210610.html' title='QUANDO EU NÃO LEIO – 21.06.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-8434957559075184425</id><published>2010-06-14T09:43:00.002-03:00</published><updated>2010-06-14T09:45:36.491-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='birrrrrrr'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='que friiioooo'/><title type='text'>IMERSÃO NO FRIO – 14.06.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          Mais um inverno rigoroso nos rodeia. E com ele, a certeza sempre recorrente de não nos termos preparado para tal. Esta sensação tem ocorrido conosco que moderadamente não falta opção de vestuário; o que dirá daquele que não conta com opção?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ouvi relatos familiares de que o frio deste ano relembrou os idos de 1950, quando as crianças iam para a escola a pé, em grandes distâncias, com chinelas havaianas e blusa de flanela muito fina, da mais barata. Some-se a agravante das meninas irem de vestido ou saia para a escola, uma vez que ainda não se usava calça comprida para mulheres, ao menos no interior pobre do Brasil àquela época.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Não havia também, campanhas de solidariedade para salvaguardar os carentes de agasalho e cobertores. Invariavelmente, temos no guarda-roupa um cobertor que cheira a guardado, que não gostamos e não nos faz falta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Ao pensarmos que um agasalho a mais pode melhorar substancialmente o aconchego noturno de quantos possamos conhecer isto deve ser motivo suficiente para doarmos o que não usamos mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Faça um favor ao seu guarda-roupa; deixe que ele respire melhor, e sinta como um gesto de caridade pode alterar o curso do seu dia sempre igual, com a mesma rotina, regado a chocolate quente, café com leite ou qualquer outra preferência para aquecer o corpo no inverno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Experimentar o aquecimento da alma pode fazer do inverno uma estação tão acolhedora quanto o nosso verão. Sair da inércia é o primeiro passo que nos espera. O resto vem como consequência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Provavelmente já devemos ter comprado um agasalho novo. Já doamos um antigo? E isto não se constitui obrigação, mas, consequência natural para aqueles que não gostam de armários entupidos de coisas que não chega a usar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Muitos agasalhos não são usados por estarem fora de moda, gastos, ou ainda, por estarem escondidos no meio de tanta parafernália que nem chegamos até ele. Isto parece compulsão por comprar, por medo de sentir frio, ou por necessidade de ser diferente a cada dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Existe uma descoberta que só é obtida por aqueles que ousam preocupar-se com o frio alheio. Isto atribui de fato um agasalho novo, diferente, colorido e que todos querem ter semelhante: a satisfação advinda ao pensar que existe alguém bem aquecido como a gente. Isto é o adereço que deveria compor a moda, com mais ênfase no inverno, já que o frio costuma fazer doer ossos e músculos, desencadeando outras doenças.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Matematicamente tento vislumbrar o número de cobertas, cachecóis, luvas, meias, paletós antigos que podem sair de cada guarda-roupa e socorrer aqueles que por rotinas inexplicáveis a nós humanos somadores e calculadores, não se precaveram e se perdem pela vida com mais um ingrediente para dificultar: o frio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Assim, a este somatório de adereços contra o frio, subtraia os agasalhos em desuso que todos temos. Isto nem é caridade; é limpeza de armário já que caridade é doar aquilo que nos é caro, não aquilo que não utilizamos mais... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-8434957559075184425?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/8434957559075184425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/06/imersao-no-frio-140610.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8434957559075184425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8434957559075184425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/06/imersao-no-frio-140610.html' title='IMERSÃO NO FRIO – 14.06.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-416259902835138174</id><published>2010-06-06T13:16:00.002-03:00</published><updated>2010-06-06T13:18:27.893-03:00</updated><title type='text'>LUTAR POR DIREITO É ... – 06.06.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Ao ler Ihering e sua conferência sobre “A luta pelo Direito”, uma conferência que gerou o livro, onde ele aborda nos idos de 1872, na primavera de Viena, um tema sempre recorrente e atual, sobretudo quando ele evoca a transigência diante do espírito de conciliação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Ainda outro dia assistindo uma palestra de Raul Teixeira, que por sinal não é jurista, mas sempre fala com muita propriedade sobre temas distintos, deixou muito clara a distinção entre vingança e justiça. Ele dizia que quando fica evidente que a pessoa busca ver o sofrimento, ou o constrangimento do seu agressor, neste caso configura-se muito mais a necessidade de vingança do que propriamente buscar pelo direito. É quando a pessoas afirma que quer apenas que o outro pague, ainda que não lhe renda nada.&lt;br /&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Distinguir a linha tênue existente nestas duas searas não é tarefa para a qual esteja preparada a maioria dos juristas, sobretudo porque se costuma ver de forma não menos comum, até mesmo os juristas se alimentando do mesmo ânimo de vingança dos seus clientes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Há que restar, portanto, uma posição bastante profissional no seu mais alto grau, de forma a não se deixar influenciar pela posição consolidada do seu cliente, suas dores e agruras; essas devem, de preferência, permanecer no íntimo da pessoa agredida, até porque, para se atingir a moral de alguém são utilizados pesos diversificados, conseguindo ou não lograr êxito.&lt;br /&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Neste sentido, Rudolf von Ihering buscou demonstrar o estado de espírito das pessoas imbuídas no afã de buscar seu direito a todo custo. Mas, segundo ele, o fim do direito é a paz e o meio que se serve para obtê-la é a luta. E luta sem tréguas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Assim, estando insertos neste meio, o que nos resta é selecionar as armas com que lutar, justamente aquelas das quais nos faremos companheiros, por serem pertinentes não nos causando dano maior do que o fato de ter ao nosso jugo um sem número de armas. O que é pertinente e o que não é. As armas são técnicas e devem ser utilizadas de forma a demandar dedicação e gosto pelo trabalho minucioso de arrebatar provas pertinentes, corretas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Não devemos desconsiderar que um comportamento profissional não abre espaço para manifestações de prazer ou desprazer. Ocorre que estes existem internamente e devem ser mantidos numa caixa hermética, a ser aberta no local certo, manifestando a alegria pelo êxito diante das pessoas certas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Então, ao advogado não cabe nem ao menos uma comemoração como aquela que o jogador exterioriza depois do seu gol. Não! Mas, então não existe em tudo isto um contrário senso, como se apoderam os juristas deste termo em uma usucapião pela palavra! Pois é! A contra senso, as ações são uma parte desassociada das suas causas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Mas, é sabido que a toda a ação corresponde uma reação. Ao bom advogado cabe treinar que elas sejam manifestas apenas internamente. E o cliente deve saber disto. Pode eventualmente colocar em prática ou não. Depende do tamanho do estrago em seu íntimo; talvez em seus bolsos ou até mesmo na sua cabeça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        O que deve restar praticado é o ânimo moderado, exatamente do tamanho que conduza à vitória, sem, no entanto, configurar-se pela prepotência ou excesso de certeza do sucesso.&lt;br /&gt;Ora, tratando-se de um ambiente em que se procura a paz valendo-se da guerra, ficou demonstrado que tal silogismo não é fácil de ser demonstrado. E se o fosse, igualmente seria fácil a prática da justiça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Diante de tamanha dificuldade que permeia não somente o conhecimento, a aplicabilidade e a interpretação da lei, não esquecer de acrescentar uma visível linha divisória entre orgulho ferido e justiça necessária; é um caminho que tem tudo para chegar ao sucesso sem a menor impressão de que necessitou lesar alguém para sua obtenção. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-416259902835138174?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/416259902835138174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/06/lutar-por-direito-e-060610.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/416259902835138174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/416259902835138174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/06/lutar-por-direito-e-060610.html' title='LUTAR POR DIREITO É ... – 06.06.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1334867977764520365</id><published>2010-05-30T04:09:00.001-03:00</published><updated>2010-05-30T04:11:41.255-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='administrar o bem maior...'/><title type='text'>QUADRÂNGULO – 30.05.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          Abre o olho e, num presente desses efêmeros que a natureza oferta a todos indistintamente e que alguns mais atentos captam, Alice recebe no quadrângulo da janela do banheiro, o reflexo estelar de Vênus que aos poucos vai saindo do seu pequeno ângulo de visão na janela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Dissipado que se fez, pensa Alice na transição rápida das coisas da vida, cuja atenção tem sido o fator emergencial para ser merecedora de benesses assim como esta de ver brilhar um planeta em forma de estrela por um rápido período da noite e em dias específicos do ano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Pensa quantos outros presentes ela pode captar com a atenção focada aos olhos de ver. Uma vez visto, sempre visto, porque haverá ela de atentar quanto aos próximos dias de aparição do planeta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Mas, levando para sua vida diária, percebe com medo sobre a invasão que insiste em permear as boas intenções das grandes potencias ao continuar falhando e maculando rios e mares com poluentes que não param de vazar. Seria um puxão de orelhas devendo ser encarado como um atentado contra as más intenções?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ora, se o planeta e a água que é de todos precisam de proteção, o que, aliás, precisaram desde os primórdios não sendo cuidados devidamente, resta-nos considerar a nós próprios como inaptos para a proteção de um bem tão imenso que por ser dado em presente, não está sendo valorizado. Por que este comportamento de descuido não desencadeia do Estado, com seu poder coercitivo e punitivo, uma solução ou um caminho que demande a atenção necessária para um fato tão irreversível para todo o mundo?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Os valores já foram alterados há muito; e o pouco do respeito pela natureza que tem restado não se mostra suficiente, mesmo já sendo evidente uma razão plausível para a futura guerra do mundo em busca da água. Esta situação já se faz presente e pouco tem sido feito sobre tal fato. Espera-se a atenção emergencial que deve talvez ocorrer quando o racionamento de água efetivamente atingir todas as torneiras ainda aptas a recebê-las.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Se a falta de cuidado se restringisse à água tão somente, estaríamos salvos, mas o descuido é geral e irreversível. Ainda se insiste que o capitalismo vem em primeiro lugar, vindo só bem depois o meio ambiente. É como se estivéssemos construindo um edifício sem nos preocuparmos com sua base de sustentação. É um erro tão primário, ainda assim absurdamente praticado, tendo como “justificativa” o capitalismo sobre o qual fomos advertidos por Marx quanto aos efeitos colaterais sem, no entanto, importamos com este fato.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Assim, Alice sente o incômodo ante a perspectiva da efemeridade também sobre o mundo. Talvez não esteja o homem atual num estágio que contribua para a evolução, mas, muito mais para a destruição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Se for assim, àqueles que se encaixam em uma versão proveitosa da evolução, brigando e interrogando quanto ao lixo gerado sobre o planeta, restará somente a esperança de que todo o resto do planeta desperte para o que já deveriam estar despertos, atentos e em combate: a favor da vida acima de qualquer outro bem material que se possa vindicar. É simples e básica noção de prioridade. Por que não é seguida?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Como não encontrasse a resposta e Vênus, o mais brilhante dos planetas acabara de ocultar-se para os olhos de Alice, ainda assim ela pode ter a certeza de que ele continua brilhando imperceptivelmente, como deveria acontecer com o azul neste lado oposto tão povoado e mal cuidado. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1334867977764520365?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1334867977764520365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/05/quadrangulo-300510.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1334867977764520365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1334867977764520365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/05/quadrangulo-300510.html' title='QUADRÂNGULO – 30.05.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-5807180291747459227</id><published>2010-05-23T15:36:00.002-03:00</published><updated>2010-05-23T15:38:36.235-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='intenções....'/><title type='text'>GAFA NHOTO COMEU – 23.05.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;              Não sabe ao certo se é ritual ou se são reposições conjeturais de outras grandezas. Sabe apenas que olhar para a tela branca é por vezes o seu modo de entremear o domingo. Enquanto olha, toca o telefone. É Pedro fazendo como fazem os machos, delimitando território. Onde aprendem a fazer isto?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Eles dois são assim meio complementares que não se tocam. Do lado de cá podem ser vistos os seus gestos, cuja recíproca parece ser verdadeira também do lado de lá. Entre gestos e marcação de território, ela se pergunta qual é a verdade desta vez. Parece ter se desencatado dele. Aliás, parece ter se desencantado dos homens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Mas ele, pedra que é, se fez forte, e tenta estudar francês não ficando claro para ela com que objetivo. Mas ele estuda para a prova de amanhã, ouve Karla Bruni e num passe de maestria, diz para ela ao telefone que baixou as músicas, letras e traduções da cantora que ele quer comum entre eles dois.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ela, que continua sem entender a implicação das coisas, vez que passara o encantamento das longas conversas, finalmente rende-se a conclusão inevitável, tal qual o silogismo mais hipotético, senão patético, que já pudera armar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Enquanto pensa come doce. Reve o coqueiro e suas folhas, de vez em quando uma ou outra pedindo para ser retirada da árvore. E ela atende. Pensa em deixá-la secando ao sol, depois transforma-la talvez, num cesto para pão-de-queijo, quem sabe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Quando vê um gafanhoto comendo suas folhas, briga com ele, tenta espantá-lo, mas ele também é pedra. E volta insistentemente para o coqueiro. Ela continua sua análise em torno da planta, tentando especificar quando será sua primeira frutescência. Lamenta uma vez mais por não cursar agronomia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Reconhecendo seu trabalho com letras, tenta compor um Hai kai. São versos muito pequenos que ainda assim contam a história, ou o resumo do resumo da história. “Coqueiro sem coco, folha sem verde, gafanhoto farto no toco”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Enquanto isto, liberta seu pensamento sobre o que há de precisar Pedro, depois de afastar-se da amiga, quase mãe. Ela pensa com a cabeça dele, que por certo iria interpor um valor para sua necessidade de boa conversa, boa dica de música, de vinho, de mulheres e de buscas na vida.&lt;br /&gt;É que o garoto se perde e é ela quem o encontra. Encontrados ou desencontrados, seguem ambos enviando e recebendo mensagens sobre filmes, sobre “la Langue francese” e outras utilidades deles dois, que não encontram nos demais, que não justificam porque assim, mas que seguem em frente como tais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Entretanto, parece ter feito ela um seguro de vida daqueles que dão segurança de fato na vida. Ela se garante bem sozinha, sabe das implicações de ser só porque já esteve junto. Ele, que não sabe ainda da importância de ser dois, para quem sabe voltar a ser um depois, fica por assim dizer, buscando entender a necessidade que tem de ser dois.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Munida desta informação, ela descobre que melhor que tentar montar um hai kai é demonstrar a teoria da auto-libertação para quem ainda está longe dela. É divertido, dá adrelina porque nos despe de tolos medos e nos faz brincar com situações que já não exercem qualquer fascínio naqueles que são felizes sozinhos, prontos para se doarem sem medo de que venham a sofrer uma nova perda. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-5807180291747459227?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/5807180291747459227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/05/gafa-nhoto-comeu-230510.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/5807180291747459227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/5807180291747459227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/05/gafa-nhoto-comeu-230510.html' title='GAFA NHOTO COMEU – 23.05.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-165524726781988591</id><published>2010-05-16T07:48:00.001-03:00</published><updated>2010-05-16T07:50:27.808-03:00</updated><title type='text'>ELE COM ELA E A BICICLETA – 16.05.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;            Eles dois parecem um só. Ela se parece Priscilla com dois “eles” como gostam de complicar as mães cujos nomes são tão comuns quanto “Maria”. Ele chamemo-lo Pedro ante tanta determinação, pois, parece ter aguçada a curiosidade acerca das mulheres manifesta desde que se entendeu por gente. São tão pequenos e já entabulam sozinhos algumas decisões pelos caminhos, parecendo cúmplices quando não se preocupam em chegar à escola a tempo e hora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Vão serpenteando por entre as ruas com muita conversa e parada para comer biscoito, menos chegar à escola estadual exposta no uniforme de Priscilla. Pedro parece não estudar naquele horário. Já é um homem de seus 13 ou 14 anos e demonstra uma virilidade precoce, incomum aos meninos da sua idade, que odeiam meninas, e brincam de bola e não se importam com tanta coisa. Não ele! Quem sabe não esconde uma idade um pouco maior!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Priscilla, com seu porte pequeno aparenta seus12 anos no máximo, e começou a segui-lo conversando enquanto caminhava ao lado da bicicleta de Pedro, que se mostra gentil, educado, atencioso e todos os predicados que as mulheres detectam em um homem quando querem se aproximar destes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Talvez seus nomes se combinem com a mesma letra inicial; talvez não. Mas, que eles dois combinam em ideias, isto transparece nitidamente; difícil será encontrar outro casal mais precoce com tamanha afinidade. É tamanha, que outro dia um casal que também caminhava bem cedo parou para observá-los comentando sobre o desvio do caminho da menina que deveria estar àquela hora na escola.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           E eles seguem conversando como se o mundo ao redor não importasse, e o horário da aula de Priscilla fosse um pequeno detalhe que não interferisse na amizade consolidada deles dois.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          A evolução deste relacionamento produz efeito maior sobre o menino, que agora já leva sua amada na bicicleta, ambos parecendo um só em disposição de conversar. A conversa deles dois parece ser a melhor do dia ou bem mais agradável do que qualquer aprendizado. E o lanche deles, quem sabe nem tomam o café da manhã com seus pais, começa ou estende-se em cima da bicicleta de Pedro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Pode ser que eles consolidem uma amizade que os acompanhará por toda a vida; pode ser que já seja amor. Também pode ser carência de conversa em casa. Ou pode ainda faltar-lhes tanta atenção, que ambos resolveram “atencionalizar-se” um com outro, de comum acordo, tendo como testemunha cada amanhecer onde eles devem sair de casa cedo com um sorriso escancarado nos lábios não porque vão para escola...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            E existem pais que não descobrem isto a tempo e nem mesmo tarde. Enquanto alguém não os delata, a conversa segue sua evolução natural de crianças que ainda são, com a intenção pura de se fazerem amigos, mesmo à custa do que deveriam estar aprendendo na escola.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Perdem em aprendizado acadêmico, podem ganhar na amizade a determinar-lhes uma personalidade muito melhor, porquanto boas conversas aliviam a alma; e fazem-se incomum aos olhos de curiosos que seguem paralelos pela rua, tentando redescobrir a inocência que já perderam ou a confiança que não dão mais a ninguém; e não por acaso, em questão de dias serão eles dois pegos ou pela professora dela, ou por algum conhecido que descobrirá a menina na rua em horário da escola.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Para todo o resto que segue em caminhos normais rumo à saúde, restará uma expectativa de verem Priscilla na escola e Pedro passeando sozinho logo cedo em sua bicicleta de adulto, com sua aparência também de adulto e propósito idem na mesma data, quando terá aprendido que a escola também faz bem; ainda que não produza a adrenalina que sua bicicleta associada à boa companhia pode propiciar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-165524726781988591?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/165524726781988591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/05/ele-com-ela-e-bicicleta-160510.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/165524726781988591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/165524726781988591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/05/ele-com-ela-e-bicicleta-160510.html' title='ELE COM ELA E A BICICLETA – 16.05.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7651808806312981341</id><published>2010-05-10T09:28:00.002-03:00</published><updated>2010-05-10T09:30:42.013-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ou isto... ou aquilo... que difícil'/><title type='text'>UM PÉ LÁ E OUTRO CÁ – 10.05.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Levanta sempre cedo. Olha-se ao espelho como buscasse algum defeito físico. Apaziguada que se fez com sua aparência, resta-lhe buscar falhas no seu interior. Ali se encontram alojadas um sem número de falhas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Desfila por todas, perpassando uma a uma, questionando qual teria maior poder sobre ela, quase soberana, não fosse pelo medo que sente algumas vezes de ir, outras de ficar.&lt;br /&gt;É assim que se sente por agora, quando tenta uma posição para justificar incógnitas que lhe ocorrem eventualmente não conseguindo explicar, chegando a temer contar a alguém que talvez pudesse ajudá-la a entender o que de fato lhe ocorre certas vezes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Então, transformada que se vê em buscadora, nunca abandonando a ideia de conhecer-se melhor, esbarra na oportunidade de tal conhecimento e nesta hora tem medo. Na sua ignorância provavelmente não tivesse, mas, advertida passou a temer pelo que descobrirá sobre si.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Por outro lado, invade-lhe a possibilidade de aquietação íntima, de conformidade por ser preocupada com todos os demais que só se preocupam consigo, com seu bem-estar. Questiona-se porque não é assim, tendo a mesma origem e mesma criação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Quer entender o algo além das aparências, indisponível a quantos disto não busquem, mas não a ela, que disto necessita mais do que arroz com feijão. Sendo assim, não lhe resta outra opção que não seguir na sua busca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Sabe que está procurando problemas para a cabeça. Queria simplesmente recuar e continuar simplesmente em busca dos seus interesses que lhe consomem o dia e parte da noite.&lt;br /&gt;Provavelmente, assim estaria mergulhando num mar de confusão ainda maior. Suas questões não podem ser respondidas na sua origem, na sua escola, nos livros que lê, nas regras que postula ou recebe postuladas. Tampouco pode viver ao sabor das buscas daqui da terra, como fazem os normais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Admite-se anormal e busca entender sua anormalidade imperativa, que não dá tréguas impondo a não limitação para o pensamento. Este segue sempre na velocidade da luz, o que desencadeia toda a busca e toda a sorte de confusão mental.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Então, quando de repente encontra o caminho que pode lhe responder as questões, para e olha com medo, com dúvida, sem saber se segue. Por ser um caminho diferente, que exige entrega, causa medo. E ela coloca um pé lá e outro cá, permanecendo assim até ter certeza de poder retirar o pé de cá e saltar para lá. Ou o inverso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Mas, o inverso causa-lhe desconforto porque ela tem mania de pensar antes nos outros, que podem não gostar dessa indefinição culminando com mais uma negação do antecedente que imperativamente determina seguir em frente, recusando ao status quo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Novamente não encontra opções. Os caminhos que busca, em via de regra não admitem opções; daí a necessidade de um pé lá, outro cá. Consola-se com Cecília ao ter que escolher “Ou isto ou aquilo”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Finalmente deduz que seu maior aprendizado consiste na exatidão da escolha, sem perspectiva de retroceder por dúvidas. É bom admitir de pronto que a dúvida cerceia a vontade mais íntima, estabelece intimidações que nos torna escravos da indecisão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7651808806312981341?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7651808806312981341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/05/um-pe-la-e-outro-ca-100510.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7651808806312981341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7651808806312981341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/05/um-pe-la-e-outro-ca-100510.html' title='UM PÉ LÁ E OUTRO CÁ – 10.05.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7170082788955438706</id><published>2010-05-02T10:27:00.001-03:00</published><updated>2010-05-02T10:29:43.070-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='preciso de notas boas....'/><title type='text'>ASSUMINDO A DIFICULDADE – 01.05.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Longe de ser “expert” em autoajuda ou ajuda ao próximo, até porque quando movimenta parece mais um trem bala desgovernado porque não tem notícia de outro meio terrestre mais rápido de ir e vir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Olha para as pessoas tranqüilas com suas idas sempre iguais, na mesma velocidade diária tentando imaginar o que elas comeram no café da manhã, talvez uma proteína sendo mais bem sintetizada no organismo ainda não ingerida por ela, que passa veloz, e não consegue diminuir sua marcha quase “hitleriana”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Se fora o hoje o dia de assumir dificuldade, então, que o faça com a determinação necessária ao sucesso. Assumir que é boa em alguma coisa é indício de problema para ela; assim, assumir dificuldade não é seu maior sofrimento.&lt;br /&gt;Sabe que precisa urgentemente valer-se de uma técnica que lhe dê tranqüilidade para responder questões fechadas, de múltipla escolha, já que este mister não combina com velocidade que acaba gerando confusão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Sua característica mais genial ela assume sem modéstia, a de observar a personalidade das pessoas e suas implicações. Por isto, quando a sua personalidade vem à baila, ela própria cuida da crucificação sem direito a choro, velas e flores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Enquanto pensa degusta uvas secas, observando o brilho que até então elas não tinham. Eram secas com força de sê-lo. Agora, deduz pela técnica da observação que estas estão brilhantes e têm um óleo que espera não ser saturado. Deve ser o das uvas mesmo. Mas, detectou um ingrediente a mais, como se acha capaz de deduzir em toda comida que degusta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Seguindo em frente apaziguada com seu editor que segue detectando até mesmo seus pensamentos errados, sublinhando-os todos de vermelho, ela toma seu intento de analisar seu fracasso em provas. Sabe toda a matéria e se confunde ao marcar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Admite ser pusilânime o suficiente para buscar enésimas justificativas assim como fariam Einstein, Freud, Sócrates e tantos mais que costumam questionar a veracidade das questões. Admite gostar muito mais da verossimilhança do que da verdade. Aquela é mais generosa que esta, sempre altiva, suprema, sem admitir recursos. São estas as questões que precisa confrontar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Como então teria gostado tanto de matemática ao ponto de cursar esta disciplina, acreditando inclusive, na aplicação das fórmulas às questões pessoais e às grandes questões mundiais? Talvez, pela ramificação da matemática aplicada. Já inventaram a matemática quântica? Então, aproveita esse momento para solene para definir-se uma “matemática quântica”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Para desmistificar a tendência de que não poderia escrever, tem praticado por ora, muito mais a arregimentação com letras do que as fórmulas matemáticas, tendo caracterizado recentemente o ápice de Einstein como sendo a sua descoberta na física: E=mc², já que energia é massa com velocidade. E velocidade não lhe falta, energia também não, fato, portanto, inconteste por ela. Ponto pacificado e pronto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Mas, sua questão merece solução. Esta não vem a cavalo porque não jogaria tal solução para São Jorge resolver. Do que lhe resta como alternativa, assumir que não basta determinação e dedicação aos estudos para sair-se bem. Necessita algo mais. Chama a isto equilíbrio. Reconhece que não é boa nesta questão porque teria que gostar de química, coisa difícil no momento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Propõe a solução que pode salvar-lhe o currículo ou quem sabe, um novo concurso: equilíbrio na hora da prova; isto implica ausência de ansiedade, tranqüilidade para os neurônios trabalharem sem pressão. Fácil a solução. Para começar, informa a enciclopédia virtual que o equilíbrio químico se aplica às reações reversíveis. Ora, alvíssaras por ela não ter sido queimada (restando-se irreversível, irrecuperável) encontrando-se em estado que ainda não descartou como reversível. Ainda lhe resta, portanto, a esperança que dizem não se extinguir jamais (sendo sempre reversível).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7170082788955438706?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7170082788955438706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/05/assumindo-dificuldade-010510.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7170082788955438706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7170082788955438706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/05/assumindo-dificuldade-010510.html' title='ASSUMINDO A DIFICULDADE – 01.05.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-2188416730890422843</id><published>2010-04-19T08:30:00.002-03:00</published><updated>2010-04-19T08:39:20.942-03:00</updated><title type='text'>SOBRE SEPARAÇÃO E ABANDONO – 19.04.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;            Todas as separações são dolorosas; este é um ponto incontroverso. A atenção dos profissionais e lidadores com questões jurídicas tem-se voltado para as incontáveis formas de abandono que podem ocorrer, sobretudo com os filhos após a separação dos seus pais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         A ciência e a prática do direito visam buscar identificação para esses casos especiais de abandono para assim, poder ajudar de forma efetiva. A criança, em detrimento da ausência de um dos pais que terá que suportar sem tempo delimitado, transforma-se para muitos “falsos pais”, em uma peça do jogo a ser utilizada para conseguir a situação mais favorável a si próprio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Desconsideram para tanto, a necessidade do seu filho de estar junto com um e outro e de amar um e outro indistintamente. Neste mister, os filhos são aqueles a quem menos interessa julgar de quem foi o erro pela separação à que estão submetidos sem nem mesmo serem consultados ou informados, na maioria das vezes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Os reflexos do abandono, por exemplo, têm sido tão alarmantes que o direito moderno já se posiciona acerca da indenização por entender ser esta situação, um caso a ser tratado com a força do direito civil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Trata-se do abandono do filho, ou da utilização deste como meio de atingir seu cônjuge. Ambas as situações desencadeiam um efeito psicológico negativo inevitável e de difícil reparação num futuro muito próximo, podendo chegar à perda do filho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Sendo a parte lesada, a criança, a mais frágil e indefesa, exatamente a que deveria ser protegida das brigas e discussões, vê-se muitas delas inseridas no contexto familiar de brigas, discussões que nunca culminam num acordo. E o filho sofre. E os pais não percebem esse sofrimento por estarem imbuídos na busca desesperada de solução dos seus problemas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Sendo problemas de cunho íntimo, por conseguinte, de difícil comprovação, constituem-se em provas quase nunca demonstradas, razão pela qual não se aplica a indenização.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         O abandono do incapaz é tão pernicioso quanto à inserção da criança como peça de disputa entre os pais. Muitos se separam esquecendo-se das responsabilidades com o filho, uma vez que partem em busca de uma nova constituição familiar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Tal tema é assunto para profundas e longas pesquisas, uma vez que a sociedade apenas toma conhecimento da sua ocorrência tarde demais, ou seja, quando o filho já passou por todo o abandono e se expões à sociedade com todas as sequelas advindas como conseqüências.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Existe uma desorganização permeando os processos de separação, quase sempre feitos intempestivamente, sem conversas e acordos que deveriam compor todas as fases até chegar-se a sua efetivação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Quanto aos filhos, deveriam ser informados do ocorrido desde o início, com a leveza de informações que merecem os menores, incapazes de compreender todos os motivos que desencadeiam uma separação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         De resto, ainda existe um caminho muito tênue para ser percorrido por aqueles que desejam obter solução para um problema sem que tenham adquirido outros problemas ainda maiores, posto serem os filhos os bens mais preciosos que pode um casal produzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-2188416730890422843?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/2188416730890422843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/04/sobre-separacao-e-abandono-190410.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2188416730890422843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2188416730890422843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/04/sobre-separacao-e-abandono-190410.html' title='SOBRE SEPARAÇÃO E ABANDONO – 19.04.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1032795408492260255</id><published>2010-04-11T18:14:00.001-03:00</published><updated>2010-04-11T18:16:56.510-03:00</updated><title type='text'>AS MUDANÇAS DO CPC – 11.04.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;           O relatório preliminar do Código de Processo Civil foi entregue pelo Ministro Luiz Fux ao Presidente do STF, Gilmar Mendes. O CPC está prestes a mudar de roupa. Uma nova indumentária promete agilizar com mudanças, muitas das quais incrementadas após audiências públicas programadas em diversos Estados, com o fito de colher críticas e sugestões tendo como base o anteprojeto da nova lei, que se fizera bem velha, desde os idos de 1973, podendo ser mantidas suas alterações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Também foi dado um prazo aos advogados para se pronunciarem com sugestõs sobre as alterações que visam agilizar o andamento processual, a despeito da posição de muitos que pensam ser façanha impossível. Como não poderia deixar de ocorrer, espera-se que os preceitos constitucionais não sejam sequer arranhados, sobretudo no que diz respeito à ampla defea, devido processo legal e direito ao contraditório. Isto é posição pacífica entre os nove integrantes da comissão, doutores em direito processual, além do Presidente da Comissão, ministro Luiz Fux, e da relatora, responsáveis pelas alterações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Estão sendo analisadas formas que evitam o acúmulo de decisões judiciais com tendências infinitas. É o caso, por exemplo, da multiplicação de ações idênticas que ficarão suspenas até que uma decisão seja validada para as demais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Espera-se, entretanto, uma duração mais curta dos processos, viabilizando o sonho da humanidade pela Justiça, ideal há muito buscado nem sempre conquistado (leia-se Hans Kelsen). Em junho os trabalhso finais deverão ser entregues ao Senado para votação, embora o Desembargador Elpídio Donizete Nunes tenha chegado a cogitar do pedido de aumento de prazo para a entrega do relatório final do anteprojeto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Exatamente ele que proferiu reflexões acerca dos meandros de um Juiz em comissão para tão significativa mudança (ligiferante), sentindo-se como a intitulação recebida “de noável”, fora do seu juízo perfeito por ter nas maõs, juntamente com a equipe de 11, somente 180 dias para este mister. Não querendo uma obra final sujeita a ser pisoteada, antes, pretende seja o novo CPC o verdadeiro ideal de justiça do qual poderão lançar mão sem receios os jurista brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Assim, antes mesmo da sua aprovação, representantes da OAB já comemoram vitória por verem assegurados por exemplo, a garantia dos honorários advocatícios como direito autônomo e alimentar, além do percentual mínimo de 10%, inclusive contra a fazenda pública.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Mais uma vez, juristas, advogados e qualquer pessoa que se interesse por leis pôde participar com críticas e sugestões a esta reforma que vem a tempo com a proposta de agilizar o trâmite processual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Se o resultado será satisfatório ou não é questão de observação futura. Vale destacar o empenho de uma equipe especializada abrindo espaço para que diversas regiões do país tenham oportunidade de manifestação sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Para nós outros, observadores do movimento vibratório que insurge das leis antigas e, por conseguinte, impróprias para a demanda do mercado atual, vemos renascer a esperança de que a prática consegue alterar a teoria, quando esta se faz obsoleta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Então, que venham as mudanças, seguidas de novas aquisições de livros, movimentando nosso PIB sempre respeitado quanto às despesas, gerando outros estudos, novas posições jurídicas e por fim, a dinâmica da carreira do advogado que deve estar atento a todas as alterações que podem senão eliminar falhas, ao menos atenuá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1032795408492260255?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1032795408492260255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/04/as-mudancas-do-cpc-110410.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1032795408492260255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1032795408492260255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/04/as-mudancas-do-cpc-110410.html' title='AS MUDANÇAS DO CPC – 11.04.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-8480598406579374883</id><published>2010-04-05T06:56:00.002-03:00</published><updated>2010-04-05T07:00:54.779-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crescer é difícil e dói mais que os ossos...'/><title type='text'>SAINDO DA ZONA DE CONFORTO – 05.04.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         Uma das tarefas mais difíceis para Alice é sair da sua zona de conforto, aquela que todos criam e eventualmente têm que sair dela. É a transição entre o bem e mal-estar provocado por alguma situação que remete as pessoas aos fatos desagradáveis da vida, os quais se esforçam para não lembrar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Com Alice tem sido assim em todos os feriados prolongados. Alguém vem se instalar em sua casa sem saber se ela tem condições financeiras ou psicológicas para receber aqueles que normalmente vêm em busca de descanso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Isto tem-lhe custado noites de sono e muitos aborrecimentos como a última explosão que tivera na hora errada e da pior maneira que poderia surgir. Seria muito simples, não fosse Alice dotada da dificuldade acentuada de ser sincera. Precisa de algumas aulas com o “super-sincero”. E aprenderá a dizer “não posso hospedá-lo”, sem contudo morrer de arrenpendimento e se crucificar como a bruxa da casa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Alice já se inclui entre as piores personalidades de que tem notícia e ainda assim, não faltam amigos que lhe acentuem tal sentimento. Então, ela recebe mais um casal para a temporada que lhe seria de descanso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Fora que se vê da sua zona de conforto, onde poderia ler os kilômetros e kilômetros de livros que se propusera para suas pesquisas, tempo que fora especialmente planejado para tal, vê seus planos ruirem mais uma vez.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ela tenta em vão, defender-se dos ataques de ira os quais é acometida.Consegue sucesso em alguns, exercita ao máximo sua paciência. Não consegue meditar nem qualquer efeito que elimine o desconforto de sentir-se uma vez mais usada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Relembra todo o tempo de sua vida que jurou não mais voltaria e que não trabalharia de graça para mais ninguém, mas, entretanto, sente-se novamente neste estágio cuja luta para eliminá-lo sempre encontra oposições.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Depois de uma explosão nervosa incontida, vê-se agora num processo de expurgar de dentro de si a culpa que não sai de dentro do seu coração, mesmo com compressas quentes, massagens ou tranquilizantes leves que agora se vê obrigada a usar, tentando esquecer a recepção péssima que conseguira fazer. E Alice sofre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Volta para o seu interior e pergunta o que está dando errado no seu plano de viver em tranquilidade, que parece incomodar as pessoas, ou atrai-las também para a tranquilidade que ela não teria feito por merecer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Em meio aos questionamentos sem respostas, finalmente assume que precisa de ajuda para aprender a dizer uma simples palavrinha que lhe causa tamanho desconforto: “Não!”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Assume que não gosta de si o suficiente e que assim fica mais difícil de gostar. Entende, depois de mais um surto de desiquilíbrio profundo, que deve dedicar atenção a este fato que tanto a incomoda. Na realidade, Alice só precisa que seus “amigos” entendam que quando chega o feriado ela também quer descansar, ler, não fazer nada, caminhar, sem contrariedades que lhe abram feridas dificéis de cicatrizar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Pensa mais um pouco sobre não conseguir lidar com esta situação repetitiva de forma normal, como aparentemente lidam as outras pessoas. Conta nos seus dedos as vezes que foi hospedar-se em casa de amigos e só encotntrou uma única vez, a qual fora de forma contrariada, porque não dera conta de dizer “Não”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Porque tudo isto gera cansaço e desconforto tão intensos e difíceis de serem atenuados, pensa agora em enfrentar a situação. Sabe que precisa de apoio e por ora, promete que irá buscar a reconstrução de uma forma de vida que vem se equivocando desde há muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ao admitir que tentando agradar os outros, desagrada profundamente a si mesma nem ao menos conseguindo agradar os hóspedes, revê que é hora de mudar se não quiser um fracasso total de vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Revendo seu passado, seus condicionamentos para suportar situações que não queria, mas que sabia que passariam, encontra explicação para tamanho equívoco e promete uma vez mais, que não irá se submeter a isto se não estiver preparada de fato.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Chame a isto, uma avaliação consciente de quem aprende sentindo dor. Dizem ser a melhor forma de fixação da aprendizagem, porém, admite Alice ser a mais lenta, cruel e desgastante forma de aprender a viver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          No entanto, quando pensa em adultos que perdem a visão ou os movimentos e têm que trabalhar todos os dias para obter resultados tão ínfimos, revê que o seu quadro não é tão grave e que seu fortalecimento haverá de vir ainda que incomode a alguns... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-8480598406579374883?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/8480598406579374883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/04/saindo-da-zona-de-conforto-050410.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8480598406579374883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8480598406579374883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/04/saindo-da-zona-de-conforto-050410.html' title='SAINDO DA ZONA DE CONFORTO – 05.04.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-282730707018949654</id><published>2010-03-28T17:07:00.002-03:00</published><updated>2010-03-28T17:09:28.665-03:00</updated><title type='text'>O JULGAMENTO DOS NARDONI – 27.03.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;          O que restou público e notório após inúmeras entrevistas dadas tanto pela defesa quanto pela acusação do casal Nardoni, é que as aulas de direito penal merecem ser bem acompanhadas mais do que atentamente, mas, minuciosamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Percebemos um excelente trabalho da Promotoria e um difícil trabalho da defesa em meio a fatos previamente julgados pela população, porém, não menos brilhante, posto ter-se valido de um fio de cabelo detectado em foto, um argumento quase imperceptível, mas que nem mesmo este deixou de ser utilizado como argumento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Quem não mediu esforços para ver decretada a prisão do casal considerado culpado, o pai, que deverá cumprir 31 anos, um mês e dez dias e a madrasta, 26 anos e oito meses, foi desde o início, a sociedade, com manifestações populares se fazendo presente também no julgamento final. A comprovação do êxito obtido em parte pela sociedade, foi conclamado quando do estardalhaço de foguetes ao ser proferida a sentença condenatória pelo Juiz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Juristas comentam por todos os lados que a pena foi boa e em especial do jurista Luiz Flávio Gomes que acrescenta: “Aparentemente, é uma pena muito grave, mas, na prática, ele vai cumprir no máximo 16 anos em regime fechado e semiaberto; ela, 14 anos. Então, ficou razoável. Para um assassinato na circunstância que eles cometeram, por se tratar de uma criança indefesa de 5 anos, acho que a pena é justa, cada um vai ter que pagar pelo que fez.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Outro ponto a salientar foi a linha do tempo constituída pelo Promotor Cembranelli, a qual não teria deixado dúvidas entre os jurados, três homens e quatro mulheres, quanto à permanência do casal no apartamento e sua implicação na ocorrência da morte de Isabela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Por fim, a presença maciça de populares em frente ao Fórum de Santana/SP , comprovou que o casal já estava previamente condenado, uma vez que a população uma vez mais foi mostrar sua indignação e cobrar a punição cabível à questão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Aí, de tudo que resta, vale destacar o que finalmente enfatizou a defesa após a sentença, sobre a dificuldade em defender alguém condenado previamente como ocorrera com o casal Nardoni. Defícil ou não, a defesa fez o que poderia ser feito, aguardando agora o resultado de um recurso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         O que deixou transparecer esta sentença é que não poderia ser feita de outra forma, mesmo porque todos já tinham como certa a condenação. Não tendo sido provado nada além do que detectou a perícia, com trabalho ao nível exigido, mantendo coerência com o laudo desde o início.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Todo este somatório de trabalhos em busca da verdade desencadeou o homicídio triplamente qualificado, por usarem meio cruel, dificultarem a defesa da vítima e tentarem esconder o crime anterando o local. Some-a isto o grau de parentesco do pai, o que levou-o a uma pena maior.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Enfim, a sociedade e suas manifestações, demonstrou que não são vãs suas tentativas de buscar a justiça, posto que vários outros casos semelhantes passaram mais despercebidos do público em geral, portanto, não obtendo o êxito conforme cabível em questões desta grandeza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        De resto, dentre os remédios processuais de que todos podemos eventualemnte nos valer, não seria nada mal se pudéssemos contar sempre com o apoio da sociedade que tem demonstrado ser parte intrínseca na obtenção de maior cuidado, e por conseguinte, eficiência e êxito ao buscar um direito tão subjetivo como a Justiça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-282730707018949654?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/282730707018949654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/03/o-julgamento-dos-nardoni-270310.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/282730707018949654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/282730707018949654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/03/o-julgamento-dos-nardoni-270310.html' title='O JULGAMENTO DOS NARDONI – 27.03.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-439172101954046357</id><published>2010-03-21T18:51:00.001-03:00</published><updated>2010-03-21T18:56:26.862-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='recuperação...'/><title type='text'>EM COMBUSTÃO – 21.03.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;             Sempre fora péssima em química. Justifica o fato pelos professores anti-didáticos que tivera. Ainda assim, considera-se péssima. Mas, exatamente agora acabara Alice de sofrer uma estranha combustão que lhe queimara o último resquício de fazer-se coitada de dar dó.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Após dois finais de semanas seguidos tendo doenças por curar, coisa que detesta fazer ou façam por ela, ou que tenha que fazer por alguém. Enfim, passou. E por estar em combustão, vê-se agora desenrolando faixas que lhe cobriam o corpo. Elas são imensas, mas Alice desenrola até o final. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;          Neste gesto, um clic acende seu inconsciente que parecia igualmente doente, ou anestesiado pelos remédios que tomara; o fato é que nem mesmo os pequenos achaques que nem considera doenças, sumiram de repente, abrindo-lhe os olhos de ver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          E quando os olhos de ver de Alice se abrem, ocorre uma combustão que deve ser dirigida para a arte. Já não se admite tão longe das tintas e dos pincéis. Precisa deste retorno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ouvindo uma entrevista em inglês, da qual não depende mais da legenda para compreensão, captou em milésimos de segundos que chegara a hora de suspender a medicação, conferiu uma a uma suas feridas cicatrizadas e admitiu num salto quase imortal que é hora de voltar a sentir-se boa nas coisas que se propõe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Como a combustão fora involuntária, impossível detê-la. De resto, após a queima, apura-se o pó que há de servir as suas severas inquietações, essas mesmas capazes de aniquilar sua produção, reduzindo a migalhas todas as suas intenções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Intentada que se faz agora, faz-se igualmente pronta para dar continuidade às propostas que costuma assumir. Tal como aprender línguas sem saber para quê, pintar quadros sem ter parede ou avaliador, escrever um artigo que por certo brigará para publicar sem saber se será valorado no seu próximo concurso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Mas, finalmente, terminado o seu tempo de ócio, que só poderia ser concebido e aceito por motivo de doença, acaba de descobrir o porquê de dois finais de semana dedicados ao ócio: foi o período necessário para a releitura dos avanços, vez que dos fracassos, sempre está intimada a avaliar, a vigiar, a não descuidar, a vigiar mais um pouco e alterar o quadro, por conseguinte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Sabe que se olhando ao espelho, sua barriga não está pior porque deixou de lado os abdominais no final da semana; as olheiras estão ausentes, já que dormiu como não precisaria; apenas as unhas pedem um toque de cor, assim como os cabelos. Nada que não possa ser sanado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Sabe mais, que este ócio a que se submetera involuntariamente e provocava a necessidade de compressas quentes nos joelhos e cotovelos e nalguns músculos específicos que doem intermitentemente, agora surtira o efeito inesperado, tridimensional e eficaz, a todos os males físicos eliminando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          E então, depois de admitir nesta semana que seu Deus é o tempo, por vezes ameaçador, outras vezes saneador, curva-se a ele mais uma vez, desta feita com medo menor, submissão na exata proporção, parceria que não comunga de nenhuma troca, mas tão somente de uma entrega cega e obstinada, que talvez professe como sua fé.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ao final, depois de toda a combustão, restou-se nova e pronta para dar sequência aos aprendizados que até antes pareciam sem conexão com a sua vida e que agora se mostram como a mais bela simbiose de Alice e sua cultura, seus conhecimentos e seus trabalhos que no presente não lhe rendem dinheiro, por isto sempre questionados; só que agora ela sabe que alguém colherá dos frutos, porque plantar é absolutamente necessário.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-439172101954046357?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/439172101954046357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/03/em-combustao-210310.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/439172101954046357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/439172101954046357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/03/em-combustao-210310.html' title='EM COMBUSTÃO – 21.03.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-4195487458476881415</id><published>2010-02-22T09:36:00.002-03:00</published><updated>2010-02-22T09:38:56.099-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sem piedade...'/><title type='text'>O CARA – 20.02.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;           Foi assim: ela precisava urgentemente dominar mais uma aprendizagem que vai acrescendo a sua interminável lista; aí passou por um, por dois e já está no terceiro professor que por ora não lhe ensina apenas, mas fornece descobertas inimagináveis acerca dos seus piores e mais escondidos defeitos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Até se lembrou do Rubem Braga e sua crônica sobre aula de inglês, onde tinha que responder a mísera pergunta: “What is it?”, ao que lhe passavam infinitas improbabilidades, menos a única resposta que aliviaria o sofrimento de olhar para o objeto, que não era um elefante, um avião nem um javali, mas tão somente a sua carteira.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          É assim que se sente nas aulas de inglês, cuja busca supera até mesmo qualquer “site” que pudesse acessar. Ela entendeu a sua deficiência responsável por levá-la a uma auto-classificação de “burra falando”. E realmente descobriu através de uma nova maneira de olhar-se que é assim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Como encontrasse justificativa para todos os seus erros, com este não seria diferente, admitindo sua deficiência auditiva e de oralidade aos intermináveis anos escrevendo, escrevendo e escrevendo. Esqueceu-se como falar, falar e falar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Agora, todo o trabalho do professor, previamente advertido desta dificuldade, consiste em trabalhar as questões orais. Simples assim, posto ter dado o mapa da mina, as ferramentas e os explosivos. E ainda sobra-lhe bom senso para perguntar se quer que ela mesma execute o trabalho ou se ele cuidará da explosão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          É insolente quando se reconhece, pois, admite ser sua própria estudante, visando conhecer-se a si mesma, sem interferência de terceiros e com a isonomia que nem a melhor PEC do governo seria capaz de se fazer aprovar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Sabe que é sua melhor fiscal, nada lhe escapando aos olhos de sensor quando o assunto é sua própria personalidade, com ênfase aos dados despersonalizados admitidos e apaziguados há certo tempo. E se o assunto são seus defeitos, o rigor se multiplica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Demais disso, percebeu na sua última aula que não sobraria espaço para suas saídas pela tangente; ou sabe ou não sabe; ou fala ou fala. Decerto acabara de encontrar o que sempre procurou e agora reconhece, não se preparara para encontrar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ele é o cara! Sabe cobrar, insiste e volta na mesma tecla. É pontual e chato tanto quanto ela que se vê reflexa num símil. Finalmente alguém sem piedade ao cobrar! Já demonstrou que não vai ter terror, pois sabe ensinar e acredita que uma vez ensinada, ela pode responder ao propósito principal, nunca saindo deste foco, sempre revolvendo as lembranças; sem parcimônia, comiseração ou insegurança quanto à perda da aluna.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            E ela, depois de descobrir que existe alguém com propostas similares as suas, utilizando-se da sabedoria sem que isto se torne privilégio, antes transformando em ferramenta de trabalho da forma mais natural possível, reconhece de bom grado ter aportado no lugar certo, devendo por ora ali se instalar e descobrir tudo quanto lhe seja destinado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Por ser reconhecedora de bons lugares e boas pessoas para estar, aproveita para incrementar sua lista mental que não desprestigia a todos os outros por que passou, assumindo apenas ter reconhecido ou talvez farejado, quesitos especiais inerentes a ambos de tal forma que se completam mesmo quando se confrontam incisivamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ao final, ela sai com a certeza como não tivera antes: uma sensação do seu dinheiro bem gasto. Hoje fora como se tivesse aplicado na bolsa de valores, as ações tivessem caído, ela fizesse uma “opção” retirando a tempo para não ser vendida a preço menor, computando ao final, seus lucros líquidos, e trabalhados, e vigiados, e perseguidos sem trégua nem cansaço. Esta certeza lhe ocorrera depois da aula no sábado de carnaval, acredite se quiser... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-4195487458476881415?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/4195487458476881415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/02/o-cara-200210.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4195487458476881415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4195487458476881415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/02/o-cara-200210.html' title='O CARA – 20.02.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-2867841751222277536</id><published>2010-02-18T20:16:00.002-02:00</published><updated>2010-02-18T20:19:07.627-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='É hoje o diaaaaa da alegriiiiiaaaa'/><title type='text'>ONTEM FOI CARNAVAL – 18.02.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;           Ontem foi carnaval. Em conferência sobre como as pessoas atualmente comemoram esta festa popular. Talvez falasse nesta hora a porção antropológica que insiste em permanecer como fosse uma segunda pele, uma descoberta por vir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Então, por algum motivo inexplicável, porém, existente, sou impelida mais um ano a avaliar o comportamento do ser humano diante da festa onde se pode beber, vestir excentricidades sem ser taxado de louco, ridículo, démodé.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Incomodou-me captar a quantidade de quase-crianças tentando conseguir uma “bala”. Entretanto, alegrou-me o fato de saber que ainda existem humanos tentando difundir uma cultura popular, arrebanhando para a batucada aqueles mais dispostos a dominar um instrumento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Merecem um respeito maior sobre os demais homens, aqueles que tocam bem um instrumento. Então, apesar de ver os meninos buscando balas que não deveriam estar em bocas recém formadas, ainda assim, terá valido pelo batuque capaz de volver uma imagem antiga, quase apagada, que já ia longe como guardada em papel amarelado pelo tempo guardado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Do que restou daquele comportamento dos tempos em que o carnaval era festa onde até os desatentos podiam se misturar, visto que não se perdiam de tal forma avassaladora como agora, vejo restar aquela vontade de uns poucos se misturarem ao emaranhado, buscando um estranhamento menor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Como ficasse difícil, mas, por fazer parte da proposta de quem pretende o entendimento do mundo atual e suas formas de diversões, é mister misturar-se, camuflar-se, analisar sem ser percebido, não subtrair qualquer aspecto negativo, a grande maioria, daqueles outros positivos, atualmente bem tímidos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Tímidos, entretanto, presentes. E porque viver em consonância com nosso tempo ainda é proposta ousada, desperta em alguns um apetite diferente, como buscasse um gosto ainda não experimentado...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Vale a mistura, guardadas as proporções. Vê-se uma linha tênue entre as pessoas, seus estilos de vida, suas vindicações, dividindo-as em largados por si só, abandonados pelo seu mais próximo, achados que buscam solidificar-se, enfim, as mesmas buscas captadas noutros carnavais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Não fosse pela virada que a própria vida impõe aos seres humanos, a solidez que nos afasta de sermos os eliminados da vida, segundo Darwin, todos seriam iguais, capazes de se mostrar bem sucedidos, os que sabem o comportamento ideal numa festa. Até lembrei o “personal”em relacionamentos que ensinava até mesmo a dançar sem ser notado nas festas – não se divirta, e não seja mal visto pelo todo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Percebe-se, pois, que o carnaval ainda não morreu porque existem os péssimos alunos de etiquetas de comportamento. Eles não temem uma crítica, independem de elogios, dispensam um rol significativo de “amigos” e resolvem por si fazerem a sua própria festa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           E existem outros ainda mais ousados, que não temem críticas, não morreram, nem são doentes do pé; portanto, seguem atrás do trio elétrico, não imaginando nem de leve para que sirvam as massagens homeopáticas ao ego, tão indispensáveis à maioria, posto não ter localizado o seu próprio ego que para nada lhes serviria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Por tão grande riqueza desses mesmos outros mais ousados, é que lhes sobra uma dedicação exibida quando ensinam a quantos queiram, como brilhar na bateria com diversão e alegria, sem incidir necessariamente no dinheiro que todo o resto da população ignóbil, pensa ser a razão da felicidade que contagia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-2867841751222277536?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/2867841751222277536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/02/ontem-foi-carnaval-180210.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2867841751222277536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/2867841751222277536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/02/ontem-foi-carnaval-180210.html' title='ONTEM FOI CARNAVAL – 18.02.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-4313260991773869007</id><published>2010-01-27T09:51:00.001-02:00</published><updated>2010-01-27T09:53:18.871-02:00</updated><title type='text'>“AS SUCH WEDNESDAY” – 27.01.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;            Na própria quarta-feira, ao som de “California dreaming” que dita as passadas da caminhada atribuindo balanço e ritmo cadenciado, sigo pensando como transparecer que sei menos do que enganosamente transpareço.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Volto para minha rotina de estar em algumas manhãs com “Jack Johnson, “Ray” e “Mamas and Papas”. Lembro-me da roupa de cama ontem recolhida, pressentindo que por um bom tempo não será utilizada. Retorno à mesmice dos dias que consomem a imaginação, não fosse salva pelas caminhadas e o bom som que a visita sempre cumpre seu papel de atualizadora das pessoas que esqueceram o valor de acompanhar os lançamentos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Assim, nesta própria quarta-feira de quase sol, com iminência de chuva, possíveis oscilações de humor, ao retornar à casa novamente vazia, caminhar pelas ruas enquanto observo mais atentamente o caminhão caçamba que transporta funcionários como fossem carga, como de fato são, tento evitar conjeturas quando nem mesmo as minhas estão apaziguadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Memorizo uma vez mais sobre a necessidade de manter minha dispensa e geladeira com comida, como se isto se transformasse em um exercício a ser fixado e, por conseguinte, exigindo maior dedicação para que eu possa ser aprovada nesta disciplina (nem sou nutricionista), qual seja aprovar-me como apta a sobreviver sem doenças, alimentada, saudável. São essas coisas que as pessoas fazem instintivamente e que por ora faço “pensadamente”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Não é tão difícil de entender. É como a comissária de bordo que tem seu corpo adaptado a certas diferenças de altitude interferindo no seu metabolismo, no estado emocional e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         A minha oscilação se restringe à casa cheia, muita atividade, e depois, à casa muito vazia, sem atividade relacional. Como consequência, um amontoado de atividade individual que toma conta de todos os espaços e de todos os relacionamentos.&lt;br /&gt;Aí, as atividades individuais passam a comandar, a preencher os espaços e tudo mais voa pelos ares. Então entra em cena uma vigília sobre o que é normalidade e o que é excentricidade. Tudo se mistura por vezes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Existem as pessoas que vivem nesta confusão sem se darem conta. Queria ser assim. Mas, meu questionamento acerca do mundo e das pessoas com seus valores, não admite tréguas. Então, sigo com enquetes infinitas, deduções descabidas, informações desconexas, buscando aplicabilidade para tantos dados que somados poderiam salvar o planeta do aquecimento global, que segundo informações recém chegadas da Europa, não está atingindo mais as geleiras, por agora recompostas, firmes e geladas como sempre foram.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Assumo então, como prazer antagônico, expor minhas fragilidades e meus defeitos, talvez na busca de uma cura para todo mal. E para cada mal existe uma porção de bem pronta para contra-atacar. Por ser assim, o medo dá lugar à pesquisa, às buscas por melhor posicionamento na vida; ou, quem sabe, ao abandono momentâneo dos posicionamentos (você sabe – a metamorfose ambulante...).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Assumida que estou de todos os meus defeitos, sobretudo e com maior dificuldade dos aparentes, os quais os mais afoitos por minúcias sabem captar, tento uma correção gradual, sem traumas, sem sofrimento, até porque não são valores que nos cobram; exceto quando nos reparam dos pés até a cabeça, ou adentram em nossa casa para questionar se ali existe excesso ou falta de zelo, ambos imperdoáveis a um mundo que perde cada vez mais a disposição da bondade para com seu semelhante e que ainda assim, continua a formar aptos para avaliar seu próximo, munidos da consideração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-4313260991773869007?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/4313260991773869007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/01/as-such-wednesday-270110.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4313260991773869007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4313260991773869007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/01/as-such-wednesday-270110.html' title='“AS SUCH WEDNESDAY” – 27.01.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7975640970194644231</id><published>2010-01-08T06:49:00.002-02:00</published><updated>2010-01-08T06:52:36.471-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Refletindo...'/><title type='text'>OBRIGAÇÃO SE NÃO ÉTICA, AO MENOS MORAL – 08.01.10</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;         Opinião é quase um bem cultural que deve ser preservado, nunca negociado e sempre alimentado com reais informações. Muitas vezes os enganos podem nos induzir a erros. Mudando-se o ano, talvez houvesse mudado também a realidade com que os brasileiros costumam, ou escolhem conviver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Em tempos onde a ética disputa com a moral quem manda mais, ainda assim muitos se perdem em meio às críticas. Recebemos informações formatadas que se desenrolam em cascatas diante dos nossos olhos, desde os bancos da escola até influenciar nossa frágil opinião sobre educação, cultura, política e suas implicações morais e éticas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Há de se considerar, entretanto, nossa fragilidade e pouca profundidade ao analisarmos situações públicas. Ao longo da história do nosso país, o povo tem uma peculiaridade pouco questionada acerca da sua manifestação de opinião.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Quase sempre, quando um julgamento é sobrado, ou mesmo empurrado para a opinião pública se manifestar, esta sempre o faz com justiça. Justamente a maioria esmagadora constituída massa sem melhor juízo de opinião, exatamente esta se manifesta acertadamente quando provocada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Existem, pois, certas heranças que fazem do povo seres tipificados, talvez por fatores catequizadores pouco explorados por estudiosos do comportamento humano ao longo da história, onde a antropologia não teve outra alternativa que não nos qualificar de comodamente cegos para assuntos de opinião. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;          Admitir tal fato, sobretudo para a classe que atingiu os melhores graus de estudo deste país, portanto, dotados das melhores possibilidades de trabalho, faz com que essa porção mantenha opiniões pré-estabelecidas, previsivelmente iguais, vindo a ignorar de forma aviltante o trabalho dos menores, daqueles com possibilidades de trabalho mais reduzidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         No entanto, surpreendentemente esta classe aprendeu a pensar por si só e a emitir julgamento de valores sem o medo do ridículo, ou de estar fora de moda, o medo maior que tanto assombra as elites, este substantivo feminino derivado do francês que já se consolida plural devido talvez às inúmeras formas de buscar inserir-se nela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Então, emitir uma opinião sobre literatura ou política passou a ser um estereótipo que somente a massa consegue fazê-lo sem culpa nenhuma. Sabe por quê? Porque eles não têm prestígio a perder ao admitir publicamente que leem Paulo Coelho ou que votaram no atual Presidente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         E prontamente enumeram as qualidades que tais representantes do popular fizeram valer, levando antes, ao reconhecimento das suas importâncias histórico-culturais para o mundo, enquanto aqui no nosso país eles são extirpados dos valores sociais, restando-lhes o que não resta às cátedras nem aos mais seletos cargos: a opinião pública esmagadoramente favorável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         É quando nos devemos perguntar o que fazer com tudo que nos ensinam nas escolas, já que não nos ensinam a pensar de forma analítica, sucinta o suficiente de forma a entender porque um governo popular, sem cultura, tem conseguido tirar uma porção do dinheiro que cairia nas meias e cuecas de políticos, entregando esse mesmo dinheiro aos párias, sem revolução, sem deposição da liderança.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ainda que seja para pagar a pinga de uns míseros como prega a oposição, e que ao final, paga o prazer de quantos entrarem no supermercado com um poder de compra senão satisfatório, ao menos mais próximo do que desconhecem como consumo. Fazendo isto com o nosso dinheiro, ele faz o que nós próprios deveríamos cada um, individualmente fazer; e o faz sem que nós, classe média e alta nada tenha que perder por tal gesto, ainda que deixar de ganhar mais signifique perda para a minoria privilegiada que não se detêm diante dos lucros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Recomeçando mais um ano, seria de bom tom não enfatizar ainda mais o que pode o estudo propiciar aos direcionados alunos, mas antes, abrir os olhos dos incautos para que possam rever suas origens, não ignorá-las, reconhecer de pronto onde podem surgir líderes; existem sim, pessoas interessantes moldadas pela escola da vida mergulhadas por obrigação natural no abrigo da ética e da moral tão amplamente definidas e pouco praticadas quanto mais conhecidas e estudadas se fazem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Se não for pela ética e pela moral, que seja pela vontade de admirar o que o nosso povo projeta de melhor, deixando para segundo plano suas qualificações, que deveriam continuar sendo ferramenta de trabalho em inquéritos, processos, causas jurídicas em geral, mas nunca quesito de maior importância nas ocorrências sociais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         A minoria privilegiada tem se esquecido, e é melhor para eles continuar assim, que existe vida além do que pode o dinheiro comprar como subproduto da moda, da cultura e educação, bem assim do isolamento e condicionamento produzido nos incautos como efeito colateral do saber privilegiado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Assim, guardadas as devidas proporções sobre estudar e se tornar gente, por começarmos um ano que é dez, seria mais dez admitirmos que não necessariamente seja o homem um fruto acadêmico “transgênico”, até porque nem sabemos ao certo sobre os efeitos colaterais futuros de tais mutações genéticas. Mas, já podemos sentir o poder que emana daqueles a estudarem com a ilusão de serem distintos, seletos, únicos e capazes de governar; já restou claro que não... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7975640970194644231?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7975640970194644231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/01/obrigacao-se-nao-etica-ao-menos-moral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7975640970194644231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7975640970194644231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2010/01/obrigacao-se-nao-etica-ao-menos-moral.html' title='OBRIGAÇÃO SE NÃO ÉTICA, AO MENOS MORAL – 08.01.10'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1895666939450607554</id><published>2009-12-10T08:03:00.002-02:00</published><updated>2009-12-10T08:06:42.125-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dificuldades à vista...'/><title type='text'>ENQUANTO ME FILMAM – 26.11.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;          Este é um texto contando com a participação especial da TVU, onde estou testando minhas habilidades em digitar diante da câmara. Contudo, isto é muito diferente para quem está acostumada a digitar em solitude. Portanto, isto deverá, sem sombra de dúvidas, render mais um tema. Senão, não terá valido a pena o ato de escrever nem tão pouco a tentativa de ver meus textos publicados, explorados, dissecados, filmados e divulgados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Chame a isto técnica, ato repetitivo, tique nervoso, reflexo condicionado, seja o que for; qualquer coisa que valha a inovação de escrever pelo hábito puro e simples de escrever diariamente, ininterruptamente, de forma intransferível e urgente, velando e cuidando da escrita enquanto literatura inspirada, homogeneizada, acondicionada num frasco hermético que somente eu consigo abrir e manipular seu conteúdo. Quem sabe não sou uma médica condenada a ministrar letras, e palavras, e alívio...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Continuando o exercício, devo escrever sobre como é estar sendo filmado enquanto tento concatenar ideias, sonhos, inquietações para muito mais além do dia-a-dia sempre comum, imutável e difícil de suportar, ora diferente, colorido, destacado com caneta amarela. Penso que isto pode desencadear muita novidade que deverá ser fator preponderante no cotidiano de um escritor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Se escrever é mesmo essencial, então porque não fazê-lo repensando a ótica do bem-estar conseguido quando se cria algo novo, algo inédito e sem rasuras ou questionamentos futuros? Tenho que ultrapassar limite e buscar valorizar as técnicas elaboradas e descobertas, tornando-as prontas para serem utilizadas num estalar dos dedos, sem a menor parcimônia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Conseguido isto, tendo criado a noção principal de mais um texto diante das câmaras, chamei a isto uma nota dez em domínio da técnica de pensar. E o que fazer com tal domínio que não se mede, não se vende, não se empresta, não paga minhas contas?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ah! Presta-se exatamente para medir um quesito que muitos buscam desenvolver e poucos conseguem êxito: raciocínio rápido. E qual a vantagem disto? Pensando agora que os holofotes estão desligados, a câmara já cumpriu sua missão e podemos falar “in off”, isto tudo atribui satisfações não obtidas na escola, nos livros, na teoria marxista, nos textos do Wilde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Também não encontraria nada nem de perto no dicionário virtual, no dicionário de inglês que pronuncia as palavras com sotaque americano e britânico, tampouco na coleção de francês ou de espanhol que esperam sua vez de ensinarem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Então, estariam detectados nestes breves minutos, alguns mais raros, bens caros, oportunidade que conquistamos depois de muito trabalho e dedicação, acrescendo-se a isto todas as horas de isolamento, de solidão, de lapidação sem saber exatamente em qual resultado final chegar. Surpresa!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           São itens desta natureza que compõem o cotidiano de quem tem que escrever porque gosta de escrever, porque se dedica a escrever. Não se some a isto, veja bem uma qualidade, um diferencial, mas, tão somente uma especialização opcional, dessas que ninguém nos cobra e que, uma vez obtida, ganha-se naturalmente o reconhecimento de quem aprendeu sozinho e porque quis. Isto não desencadeia qualidades, antes desencadeia preliminares que vamos acentuando mais e mais com o passar do tempo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Querido que se fez, instalou-se o gosto com todos os seus desgostos e agruras por que devem passar aqueles que se aventuram em caminhos menos convencionais. Daí a minha necessidade de suprir o selênio e zinco consumidos diuturnamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Estranho perceber que de tudo que acrescentamos em nosso cérebro, outro tanto é retirado, devendo ser reposto por outra via, oral ou injetável! Mais estranho ainda, é perceber que vamos trilhar um caminho onde nadamos, nadamos e morremos com sede na praia e, ainda assim seguimos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Há, no entanto, um indício que denota assertiva de opção, como por exemplo, estar sentada sendo filmada e sentindo prazer por escrever, mesmo com gente observando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Afinal, se não ganhamos apreço, respeito e dinheiro, ao menos ganhamos técnica que não se aprende em nenhum cursinho intensivo, pelo menos com bom êxito, nesse caminho que descobrimos ocasionalmente como transitar absorvendo proveito, retirando sensibilidade, acondicionando-a em páginas e mais páginas para depois repassá-las a quem interessado se fizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1895666939450607554?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1895666939450607554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/12/enquanto-me-filmam-261109.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1895666939450607554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1895666939450607554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/12/enquanto-me-filmam-261109.html' title='ENQUANTO ME FILMAM – 26.11.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7265589800138356319</id><published>2009-11-22T09:34:00.002-02:00</published><updated>2009-11-22T09:38:01.322-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='repetindo repetindo repet rep r....'/><title type='text'>ESSES CICLOS – 21.11.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Então, enquanto retornava para casa depois de mais uma tentativa de aula digerindo a mesma sensação experimentada várias vezes, portanto bastante conhecida de Alice, ela se pergunta novamente sem resposta, por quê?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ingeriu seu relaxante muscular com a intenção de poder estudar livre das tensões excepcionais que o dia 21/11 pudesse lhe trazer. Sem saber se de fato viriam, relaxa e tenta responder uma questão sempre presente na sua relação com seus professores particulares.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Eles acabam seus amigos confidentes demais, todos necessitando um seu conselho, invariavelmente na mesma trajetória, qual seja, desenvolvem amizade, sentem necessidade de conversar, não tendo outro horário isto é feito no horário da aula.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         E Alice exercita seu lado terapêutico, medicinal, em doses homeopáticas de conforto aos que percebe necessitarem dos seus préstimos. Ela os atribui com uma generosidade que desconhece de onde vem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ao final, ciclicamente ela consegue apaziguar seus professores, saindo de onde foi aprender como carregasse uma enciclopédia muito pesada e repleta de conhecimentos, sentindo obviamente todo o peso que isto implica em almas desavisados como a dela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Chega a casa exausta, totalmente sem energia e se pergunta ao espelho, espelho seu: muito bonito Alice; mais uma vez você mergulhou onde não consegue nadar. Agora vai sair daí sozinha, pagando e não aprendendo; por quê?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Uma vez mais sem resposta busca analisar algum fato incomum que prenunciasse tudo aquilo e encontra presságios do dia anterior, como sempre ignorados por ela. Mas ainda assim, Alice continua sem a resposta que pudesse fazê-la entender porque está sempre ajudando os outros e tentando suas próprias emergidas sozinha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Não se sente mais tão poderosa para tanto, mas não consegue fazer diferente. Já pensou em prestar trabalho voluntário, mas teria que ser numa missão na África ou numa região dessas em que a ajuda é muito urgente. Isto não pode ser feito já. Então, surgem em seu caminho os desesperados cujos problemas são bem menores do que parecem, cuidando ela de ativar o “zoom” para minimizar bem diante dos olhos dos seus professores, que o problema é simples assim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Ao menos já entendera que consegue isto porque se dedica a observar pessoas, relatar seus comportamentos, mensurar seus problemas e aquilatá-los segundo suas ínfimas importâncias.&lt;br /&gt;Teria Alice se tornado uma socióloga urbana autodidata sem o perceber? O fato é que acumula mais um cargo dentre os inúmeros que não lhe rende nada e ainda lhe rouba os minutos pagos de aula de línguas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Percebe uma facilidade sobrenatural de adentrar na vida das pessoas, perpassando a esfera profissional, indo incidir numa outra esfera pessoal de forma tão natural, com uma confiança que acredita nem os melhores terapeutas conseguem de pronto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Agora sua dúvida é o que fazer com tudo isto, já que exatamente porque isto acontece, ela não terá uma resposta satisfatória. Por outro lado, reconhece que isto tudo pode, num futuro distante quando não mais estiver por aqui, ser retratado por alguém de boa vontade que encontre em seus relatos, pesquisas sociológicas de comportamento indicando a tendência desta geração podendo então classificá-la, quem sabe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Continua insatisfatória sua resposta, porém, com a única justificativa, de ser cíclica e incontrolável; talvez esteja escondendo seu medo de dominar o inglês definitivamente, ao ponto de escrever para outros lados da terra, ou quem sabe de sair deste lugar, indo aportar em lugares onde possa efetivamente encontrar quem ajude as suas crises, libertando-se ao final da ajuda intermitentemente por ora prestada, sobretudo nos momentos em que está menos preparada para fazê-lo. Chame a isto, cansaço de toda ordem, espécie, natureza, estado e grau.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7265589800138356319?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7265589800138356319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/11/esses-ciclos-211109.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7265589800138356319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7265589800138356319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/11/esses-ciclos-211109.html' title='ESSES CICLOS – 21.11.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-5192026377422357494</id><published>2009-11-15T21:31:00.001-02:00</published><updated>2009-11-15T21:34:04.294-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ego sempre perigoso...'/><title type='text'>A ILUSÃO DE SER – 15.11.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Mensurar o que de fato somos não é tarefa simples, sobretudo porque até o nosso próprio espelho nos prega peças, talvez com o intuito de proteção diante da imposição de perfeição que costumamos nos impingir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Enquanto inauguro minha caneta de material reciclável, restando uma reclamação quanto ao seu tom pouco azul dificultando enxergar à noite, pergunto-me se a tinta azul para canetas estratosféricas também é atualmente objeto de extinção. Não me avisaram!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Mas, meu objetivo hoje fugiu à normalidade. Depois de longos e intermináveis anos sob a agressão humana e suas acepções e efeitos colaterais por minimizar, arranjei uma forma de não sair do esquema deixando-me chicotear pelas palavras, não menos do que os mesmos longos anos. E hoje, depois de todo esse trabalho em favor da falta de êxito, acabei por ter meu ego massageado, recoberto dos mesmos êxitos os quais tenho fugido e que pensava nunca se aproximarem de mim. Meu treino para isto foi “canônico”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Tive certeza que da tal massagem do ego tenho medo; talvez até mais medo do que a massagem pessoal que aplico nos desprevenidos quanto ao seu efeito relaxante, não dando mais vontade de viver sem ela... dessa última não tenho medo, uma vez que devem temê-la os receptadores.&lt;br /&gt;Assim, meu ego desacostumado desses confortos tanto quanto meu corpo que não recebe de  volta o que aplica, avisa acendendo seu neon lilás que cautela faz bem e deve estar de prontidão para ser utilizada. E está!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Enquanto observo alunos, suas pesquisas e seus “notebooks” que não necessitam energia para funcionar, bem diferente do meu aguentando bem pouco tempo sem esta, repenso minha tarde de outra forma, com falas mais elaboradas, exploradas, o que por certo, traria um êxito maior ao meu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Tento aquietar meu ego que se vê reflexo nos monitores em “display” de plasma, portanto, brilhando mais do que seria aconselhável. Como tenho avisos esporádicos de outras grandezas que não sei quais, recebo uma advertência de que as coisas estão no rumo que deveriam estar: nem mais nem menos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Qualquer excesso seria pernicioso tanto quanto dar abertura ao ego para exercer suas funções cheias de efeitos colaterais difíceis de contornar. Mas ele é incisivo quando vê uma porta aberta. Transforma-se em água e “babal”, como dizia a minha avó e que meu “Aurélio” avisa ser uma tanga indígena – quem sabe me sentiria de tanga sozinha no deserto!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Sentida a necessidade de materializar um trabalho insólito realizado por longos anos, depois de materializado, o que deveria ter sido a concretização, está agora ameaçado de ser mais um chicote ao qual me submeto. Desta feita, com muito mais persuasão porque incide em valores há muito e muito buscados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Tão buscada foi esta materialização, não encontra lugar de direito, podendo eventualmente alojar-se em qualquer cantinho, tentando se transformar num nada que tal trabalho não é.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         E questionando ao final se isto é medo, seja da exposição, das críticas, do insucesso, ou pelo contrário, do sucesso, da busca pelo conteúdo e da popularidade do que é quase nada popular, pressinto mais coragem do que medo; por isto não paro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Concluindo, admito ter-me apoderado de uma entrada aberta de forma tímida e extemporânea, dessas que somente com muita vivacidade se pode adentrar, sem saber que uma vez lá dentro, sempre lá dentro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Dentro que me fiz, busco agora manter a criação que não sai de mim, não sai de mim, não sai, preparando-me, no entanto, para a hora “nietzchiniana”, quando concluirei serenamente que se não tivesse escrito nada do que consta até então, eu seria a mesma pessoa, com o mesmo peso e a mesma medida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Chamo a isto, a busca teórica de empregar na prática o que ninguém pode fazer por mim, qual seja salvar-me do meu sucesso ou do meu fracasso, preparando-me para a ilusão ser, tanto mais perigosa do que a de não ser.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-5192026377422357494?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/5192026377422357494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/11/ilusao-de-ser-151109.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/5192026377422357494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/5192026377422357494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/11/ilusao-de-ser-151109.html' title='A ILUSÃO DE SER – 15.11.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-4497242668527281032</id><published>2009-11-08T13:46:00.001-02:00</published><updated>2009-11-08T13:48:59.341-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kkkkkkkk....'/><title type='text'>EM ESTADO DE ALICE – 08.11.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Alicemente” ela acordara hoje. De posse da Alice, repensa o que há para se viver por agora, além da sensação de satisfação depois de vista sua estampa escancarando um sorriso de alma lavada; e olha que Alice nem é de rir muito fácil. Talvez por isto, aquela risada da foto repercutisse por detrás, um acerto de contas dela com ela mesma.&lt;br /&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Está acostumada a impingir-se tarefas burras, inteligentes, neutras, sacanas, monótonas, exaustivas, coercitivas, asquerosas, cancerígenas, aromatizadas artificialmente, insossas, inodoras, enfim, as piores tentativas para as horas de domesticação do ego, da falta do ego, da exacerbação dele, bem assim, da falta de apetite, da comida sempre leve, sem gordura, sem sal, sem açúcar, culminando com e sem afeto também.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Aí, Alice surpreendeu-se consigo mesma ao ver que nem mesmo suas técnicas de defesa pessoal puderam barrar o sorriso escancarado de alívio, como que dizendo “estou livre, quem manda em mim é o meu nariz”; ao menos é para isto que tem aplicado na sua corrente sanguínea, doses sucessivas crescentes de auto-confiança. Parece que deu resultado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          O mais interessante, relembra Alice, foi que andou treinando pelos corredores do seu trabalho a sorrir. Uma colega de trabalho, ao cuidar da limpeza do corredor, por iluminação dessas que vêm não se sabe de onde, olhou Alice transitando com a cara de meditabunda mergulhada nos retângulos longitudinais do chão, resolveu a especial limpadora, limpar também aquela aura que transita e brinca quando se cumprimentam, seguindo depois muito séria.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Assim, Alice está acostumando a colar seu sorriso cujos dentes estão sempre muito alvos e que injustificadamente permaneciam escondidos. Ambas sempre riem muito ao se cumprimentarem e Alice continua rindo por uns bons minutos depois.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Foi providencial tal exercício para ela que tinha uma foto no meio do caminho. Treinada que se fez, seu difícil e contido riso explodiu num misto de encantamento pessoal, que Alice até agora indaga mais uma peculiaridade no meio do seu caminho, sabendo reconhecer, acatar e praticar todos os conselhos, sem exceção, que costumam se alinhar no seu caminho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          E para confirmar que vale a pena investir nos conselhos vindos de todos os lugares, até mesmo do corredor do seu trabalho, ainda que de gente cujo contato ficasse restrito àquele lugar, ainda assim vale acreditar. Espontaneamente são colaborações para quem se fizer apto a captar fazendo surgir bons momentos para ser feliz, lavar a alma, escancarar alegria, fazer-se mais bonito pela felicidade sem nem assustar-se com isto, comprovando que aprender é conjunção de habilidades específicas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Afinal, quem não se intimida com as piores provações externas, e na ausência destas atribui suas próprias formas de expiação, não pode ficar simplesmente impedida de assumir-se feliz por medo da efêmera duração deste momento. São todos momentos. São bem vindos, cada qual com a duração que o merecimento atribuir. Que venham, pois, e que saibamos apreciá-los!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-4497242668527281032?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/4497242668527281032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/11/em-estado-de-alice-081109.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4497242668527281032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4497242668527281032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/11/em-estado-de-alice-081109.html' title='EM ESTADO DE ALICE – 08.11.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1507260415302684242</id><published>2009-11-01T17:18:00.002-02:00</published><updated>2009-11-01T17:21:39.037-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='E agora???'/><title type='text'>ENCONTRANDO O QUE PROCURAVA – 01/11/09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;             Ela se declarou cansada e sem êxito na vida. Sentia que a sua busca maior fugia do seu foco de visão toda vez que tentava alcançá-la. Havia muito êxito profissional, sucesso advindo da sua persistência em buscar concretização dos projetos, mas ainda assim, faltava alguma coisa mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Por ser a determinação sua melhor característica, com a qual estava sempre de bem e nunca contestara a supremacia desta qualidade em sua vida, andou buscando por longos anos por uma pessoa ideal para conviver de forma especial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Traçou mais um projeto de como seria esse relacionamento, todo pautado na liberdade de ambas as partes, sem cobranças nem convenções como sempre delimitam com a ilusão de que assim as coisas fiquem seguras. Ela já sabe que não é assim!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Desesperou-se um sem número de vezes atrás de tal pessoa. Especulava sobre a vida dos conhecidos, dos estranhos, e como não conseguisse ninguém com o perfil de parceiro ideal para a viagem da sua vida, passou a pensar em buscar uma amiga.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           E com igual tenacidade buscou incansavelmente por uma amiga que pudesse ter objetivos senão iguais, ao menos com alguma coisa em comum. E de todas que consultou declinou defeitos difíceis, que poderiam transformar uma viagem comum num “programa de índio”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Não raras vezes traçou planos com algumas pessoas, que sempre tinham conhecidos nos lugares turísticos pelos quais a criatura focava suas preferências. Ao final, uma amiga com a mesma liberdade dela, com desprendimento material parecido, sofrendo de hipertensão, não se sentindo bem em qualquer clima e altitude, fez com que ela desistisse da busca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Por último, conversava com as pessoas e percebia que muito poucas sabem ouvir ou se interessam pelas curiosidades mais banais da vida das pessoas mais simples, tampouco são educadas para estarem no mesmo quarto de hotel, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          E se a pessoa roncar muito, e tiver que tomar remédios a toda hora, falar demais, ter muito ou pouco sono? Aí, ela percebeu que seria uma escolha criteriosa, envolvendo muito mais cuidados do que pensara de início.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Pensou em um amigo antigo, moreno alto (bonito e...) que sempre se mostra disponível na vida para bons aproveitamentos, parecendo nunca os conseguir, ou nunca estar satisfeito com a vida. Mas isto é problema dele, não dela! Ela sabe muito bem dar-se por satisfeita, necessitando de bem pouco para isto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Mas, como todo homem mais bonito, este é esperto e gosta de usufruir do dinheiro que não é seu. Esta é sua principal determinação na vida – aproveitar de tudo que puder e do que não puder, aproveita a custa de outros que o permitam. Não ela!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Mais um descartado, fecha sua agenda mental para assuntos de busca dando-se por vencida. Como tudo mais nesta vida, quando cessa a busca ela aparece na nossa frente, assim materializada sem nenhuma advertência sobre efeitos colaterais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Então resta localizado o homem que andava procurando para a tal viagem, que parece livre, tem adquirido sabedoria, fala sobre a cultura mundial, e conta finalmente sobre a sua última viagem, deixando escapar que pretende outras mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           De posse de uns poucos dados observados, capazes de reacender nela a vontade de chegar ao Louvre e outros lugares por aí afora, podendo até mesmo ser no próprio Brasil, que conhece tão pouco, enfim, ei-lo encontrado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Encontrado o que procurava, e com fácil localização já que costumam se ver com certa frequência, pensa uma estratégia de aproximação que não assuste ou provoque repulsão. Chame a isto, a parte crítica do projeto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ela, que já enumerou os dez passos para se tornar perigoso, pensa agora em enumerar os dez para se tornar atrativo, interessante, a companhia perfeita para uma viagem inesquecível; que contenha no pacote a cumplicidade a iniciar-se nas despesas, estendendo-se pelo companheirismo necessário ao forasteiro, podendo incidir finalmente, em uma amizade mais alegre, com a leveza de quem tem o mundo por descobrir, mais colorida, por que não? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1507260415302684242?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1507260415302684242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/11/encontrando-o-que-procurava-011109.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1507260415302684242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1507260415302684242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/11/encontrando-o-que-procurava-011109.html' title='ENCONTRANDO O QUE PROCURAVA – 01/11/09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-8071806757942829537</id><published>2009-10-26T09:02:00.001-02:00</published><updated>2009-10-26T09:05:08.825-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='FATAL SEM QUERER...'/><title type='text'>LEI DA ATRAÇÃO (LOW OF ATTRACTION) – 26.10.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;           Luisa é daquelas moças rotuladas “livre, sozinha, com poucos aborrecimentos na vida e independente” que ainda costuma incomodar muita gente; bem mais do que atentam os seus sentidos. Mas, outro dia, enquanto instalava sua “webcam” sumida sem mais do computador, ela se pôs a pensar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Reviu toda uma postura de mulher fatal que costuma despertar entre os homens, fazendo questão de destacar que não faz parte das suas buscas qualquer relacionamento. Apenas acontece assim. Sendo magérrima, não se considera o tipo atrativo dos homens. Talvez provoque inveja nas mulheres, nada disto despertando, no entanto, sua atenção maior.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ocorre que, talvez pela força da atração, cujo estudo continua merecendo sua atenção por consideráveis conquistas obtidas, assim ela atribui a tal lei todo o fascínio que a sua liberdade desperta nos homens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Normalmente os casados, inseguros da sua posição no seio familiar tentam buscar em Luísa, pessoa discreta e confiável, um alvo para fazer ciúmes nas esposas. E por conta disto, Luísa já se viu numa manhã ao sol do clube, com o chapéu de sol colocado em sua cabeça pelo marido de uma dessas esposas, com o intuito de provocar ciúmes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Luísa, com sua natural educação, retirou o chapéu e disse que não precisava dele, sem entender a postura do marido, o qual nunca havia dado liberdades para essa intimidade. Entendeu logo ser uma provocação à esposa que estava chegando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Então, por vezes Luísa se depara em meio a cenas as quais não contribuiu e nem se sente bem dentro delas, já que ser mulher perigosa para as conhecidas não melhora em nada sua posição ante a vida cada vez mais independente por que trabalha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Olhando-se refletida na câmara do computador, pergunta-se qual o atrativo que mais desperta nos homens, sobretudo os casados. E já tem imediata resposta, pois reconhece que para estes, o fato de ser magra, portanto fora da mira dos seus inseguros alvos, rápida para pensar e achar soluções, sobretudo por ser livre tanto quanto seu jargão “quem manda em mim é o meu nariz!”, pensam ser ela um artefato ideal para se utilizar no momento de suas inseguranças.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Segue, pois, olhando-se na câmara, admitindo faltar-lhe beleza atrativa, sobrando, no entanto, beleza intelectual – alguma teria que lhe restar... Apesar de não visualizar de pronto o que fazer com esta atração que só faz colocá-la em saia justa sem qualquer colaboração de sua parte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Entretanto, pensar é sua ferramenta de trabalho. Concluiu por hoje, que vale absorver desta imagem tudo o que de bom puder render. Não é assim que costumam agir os aproveitadores de oportunidades deste mundo bom, os tidos como “empreendedores”? E ninguém lhes questiona; até são modelos e alvo de admiração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Luísa conclui tristemente que deve iniciar uma pesquisa sobre como se dar bem na vida sem fazer força e sem preocupar-se com aqueles que não se preocupam absolutamente com nenhum valor moral.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;        Desliga sua câmara retornando ao suado labor dos estudos cuja dedicação é a única razão do sucesso, independentemente de espertezas ou facilidades onde os “crackers” são o maior expoente no seu entender.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;       Entendida que se fez, descobre mais, que não se sairia bem na área de informática antes deixada de lado, cujo objetivo era ser “cracker”, pois lhe sobra inadvertidamente um senso moral saído talvez de algum texto que assimilara; ou por outra, de uma educação que lhe moldara; ou quem sabe, veio sem indicação na bula, diluída na máscara que utiliza diariamente quando lida com os homens, não fazendo questão nenhuma de alterar seus padrões de honestidade e sinceridade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-8071806757942829537?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/8071806757942829537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/10/lei-da-atracao-low-of-attraction-261009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8071806757942829537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8071806757942829537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/10/lei-da-atracao-low-of-attraction-261009.html' title='LEI DA ATRAÇÃO (LOW OF ATTRACTION) – 26.10.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-44554449759217767</id><published>2009-10-16T07:05:00.002-03:00</published><updated>2009-10-16T07:10:31.687-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alô'/><title type='text'>FOI ONTEM MESMO – 16.10.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;         Foi ontem mesmo, quando elas duas se encontraram e, como sempre, pararam para relembrar alguma burrada memorável da qual sempre riam e tiravam alguma lição implícita sem o saber.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         São formas de aprendizado que só ousam os que fazem amigos. Esses poucos que a gente costuma contar até o que não passa pelo pensamento exatamente como deveria. Mas, elas conversam sobre coisas alegres e tristes também.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;               Uma lembrara-se do cartão que mandou no Natal para o vizinho de quem não sabia nada da vida dele, depois deparando com ele e sua mulher, ou namorada. E ambas estavam juntas neste dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;              A outra, cuja vida parece mais monótona porque diz sempre que não pode sair nas sextas-feiras à noite porque no sábado faz faxina em casa. Também nunca mais falou de namoro sério, parecendo sempre a mesma garotinha colegial que admirava os rapazes só de longe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             Mas elas desconfiam sempre que uma esconde algo da outra. Dizem ser comum entre amigos esta sensação. Então, quando se encontram de tempos em tempos vão logo dizendo: conte-me tudo, não me omita nada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             Diferentemente de amigas que se veem a toda hora, o que deveria ocorrer com mais frequência porque moram na mesma cidade; mas elas duas passam tempos sem se falarem. E quando se falam é sempre por iniciativa da mais expansiva, aquela que tem sempre coisas para contar, sempre fazendo algo diferente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             A outra que fala pouco, deixa no ar certo mistério sobre o que andará aprontando por aí. Por vezes esta é motivo de pena por aquela, que percebe na amiga um tom amargo sobre a vida, as mesmas reclamações da mãe, que segundo ela não muda jamais, sempre repressora, dominante, impedindo-a de viver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, sentindo pena da amiga que se sente só e responsável pela mãe, ambas secretamente esperam pela morte desta mãezinha para que, finalmente ela possa viajar e sair e voltar de madrugada, relacionar-se com quem bem entender.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não por acaso elas se questionam sobre o tempo. Ainda lhe será permitido viver outras coisas além desta vida métrica em décimos de milésimos da caridade alheia que não vem? Resta-lhe a alternativa de deixar para amanhã o momento em que será feliz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porém, se tem alguma coisa a ser aprendida com ela é resignação – este substantivo que só poderia ser feminino, já que se manifesta frequentemente nas mulheres, parece mais um acessório antigo, que sempre volta à moda. Mas, esta resignação soa por vezes como um desgosto por não ter a moça conquistado seu amor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já a outra, que pouco tem a ver com resignação, sabendo viver a vida, apesar dos altos e baixos que se envolve vezemquando, como diria um dos seus escritores preferidos, o Caio F.; já teria aceitado a amiga tal como é, até porque aprendera que raríssimas pessoas se transformam a partir do conselho de uma amiga, mesmo sendo de infância, como elas duas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, ontem mesmo, depois de mais um encontro casual pelas ruas da cidade, elas combinaram que têm coisas novas para se falarem. E por reconhecer a mais prática que as mães opressoras demoram mais tempo para morrer, tem pensado em programar uma viagem para que a amiga possa talvez, vislumbrar como é bela a vida casual, com seus encontros e desencontros, mas, sobretudo, com a liberdade de ir e vir que somente nós podemos atribuir as nossas vidas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-44554449759217767?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/44554449759217767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/10/foi-ontem-mesmo-161009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/44554449759217767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/44554449759217767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/10/foi-ontem-mesmo-161009.html' title='FOI ONTEM MESMO – 16.10.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-8986336678776189375</id><published>2009-10-03T20:57:00.001-03:00</published><updated>2009-10-03T21:00:01.120-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dividindo espaços...'/><title type='text'>DOIS POLOS ANTES OCULTOS – 03.10.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;          Tem dias assim, que a vontade de escrever ganha um espaço todo seu que chega a parecer desassossego. E enquanto não é eliminado no papel todo aquele resíduo que vai saindo segundo os neurologistas, do cérebro, as coisas não começam a acomodar de volta em seus lugares.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          São sintomas confusos, que muitas vezes retiram o equilíbrio, a vontade de ser social, prescindindo de uma pronta detecção para não ser confundido com doença ou outro achaque qualquer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Detendo-me nesta profundidade tenho percebido dois polos em mim antes ocultos: um, que trabalha incansável revendo assuntos do dia para transformá-los em banais. Outro, que pretende apenas minha análise em cima do pensamento alheio – o estudo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Um visa a sucumbência do outro de forma tão descarada, que o outro acaba aniquilado. E por estar assim, não escrevo. Daí a emersão de dois polos em luta pela supremacia cerebral. Mas eles são antagônicos de tal forma a interferir bem mais que os hormônios em incidência  constante no meu humor. Então, munida da ferramenta que ainda acredito ser a única capaz de salvar-me, pratico uma luta cerebral incomensurável, visando abrir espaço para que os dois polos possam conviver amistosamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Nesta briga que não entram armas senão as ciladas mentais, tento agora suplantar qualquer vontade de desistência e exercitar o antagonismo constante com que tento conviver desde que pretendi estudar um pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           A escola não evoluiu muito em longo anos desde que lá estive. Retorno e vejo tudo como antes; mesmas técnicas mecanizadas para costurar ideias pré-concebidas, muitas vezes com critérios de avaliação que não avaliam realmente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           E escrever, ao contrário, vem com a proposta de liberdade escancarada para quantos quiserem ousar. São infinitas as propostas e imensas as chances de acertar, já que para toda teoria existe uma premissa originária de tudo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Porque viver não é preciso, e estudar é preciso, continuam esses dois opostos fazendo festas memoráveis no meu cérebro que por agora terá seu plantel de neurônios divididos de tal forma a atender-me seja criando, decorando, memorizando, ou simplesmente permitindo-me que eu narre o que achar por bem constar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Então vamos lá; hoje é sábado samedy saturday, sendo o dia eleito para não se fazer nada que canse tanto depois do almoço. Eis aqui um bom dia para delimitar este meu espaço um tanto misturado. É nestas horas que me valho da matemática.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-8986336678776189375?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/8986336678776189375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/10/dois-polos-antes-ocultos-031009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8986336678776189375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/8986336678776189375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/10/dois-polos-antes-ocultos-031009.html' title='DOIS POLOS ANTES OCULTOS – 03.10.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-4333401823761861986</id><published>2009-09-20T10:59:00.002-03:00</published><updated>2009-09-20T11:03:26.572-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ela e a agenda'/><title type='text'>O QUE EU TENHO CONTRA MIM? – 11.09.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;            Foi anteontem à noite, quando Alice nas suas possibilidades reais de êxito, colocara tudo a perder. Resultado: o maior fracasso que já tivera na vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Primeiro, sentiu uma enorme vontade de sumir, de largar tudo e não ser encontrada por ninguém. Depois, tentou aplicar as técnicas de convivência consigo e suas limitações, sem muito progresso.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Mais tarde, obtido algum consolo, desses que vêm depois da localização das falhas que levaram àquele sofrimento, admitindo preguiça e essas coisas que corroboram para que você tenha certeza da sua culpa, máxima culpa.&lt;br /&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Como não pretendesse mais a esta altura da vida mudar nenhum sistema, essas coisas cansativas e chatas, resolvera melhor, não ser tão cruel consigo. E começou perguntando-se: O que eu tenho contra mim? Não sou realmente de confiança? Eu posso mudar este quadro?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Tendo encontrado respostas para tudo, resolveu ser mais tolerante com suas falhas, embora muitas sejam básicas, até mesmo expondo por vezes, as regras elementares de sobrevivência, colocando-se em risco de graça só para ver no que vai dar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Concluiu que a vida é assim. Descobriu que lhe falta aceitação até da ordem mais elementar da natureza e seus ciclos. Ela odeia os ciclos. Odeia repetição. Trouxe vários traumas por consequência desta postura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Mas, em compensação, ela descobriu que ama muitas coisas na sua personalidade. E nas horas de falhas, que são muitas para o seu gosto, basta mirar-se nas qualidades para que os defeitos sejam minorados. Normalmente são.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Como acreditasse que a prática deve ir além da teoria, começa por agora suas mudanças de tratamento. E o faz pedindo ao cérebro que a perdoe. Por tudo de ruim que tem depositado ali dentro. Ele não é uma gaveta escolhida para ser menos aberta, aquela em que colocamos as roupas fora da estação. Não! Ele merece cuidado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Alice percebera que vem tratando mal não apenas seu rosto, seu corpo, sua alimentação, mas, seu cérebro. Sabida da realidade que pode criar ou aniquilar busca agora um resumo da matéria que nunca estudou na escola. Sei lá, faça qualquer coisa, decore, degluta, engula, rememore; o importante é fixar, não retornar nem mesmo por comodidade ao estado de então.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Pensa agora onde depositar todo o excesso pesado retirado do cérebro, que ficou ali, como fosse montanha, parada, sem sair do lugar. Mas são removíveis, elimináveis, não faz diferença a sua existência naquela gaveta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Munida de decisões importantes, pega sua agenda, anota um amontoado de providências, cálculos, e pensa inclusive numa planilha de orçamento doméstico em mãos, já que a do computador tem repelido seus cálculos; “teria ela uma vontade própria secreta de acabar com meu orçamento”?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Pensou muito bem e resolveu, por medida de segurança, revestir a tal agenda não de uma capa, mas, de uma armadura bem reluzente, capaz de frustrar qualquer tentativa que Alice tenha de abandoná-la, justificando que precisa exercitar neurônios.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Tudo bem que os neurônios necessitem passear, sentir novos ares, aumentar sua endorfina, por que não? Mas, Alice precisa também de organização para não se cansar demais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Assim, logo mais às oito da noite, por certo verá Alice transitando com sua agenda reluzente, eventualmente parando e consultando sobre alguma coisa por fazer, tomando seu rumo em seguida, com a certeza que sempre evitara no seu deslocamento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          E se não pedir muito, pode ser que conste desta agenda, uma lista de supermercado, dessas em que nem precisamos pensar, basta seguir, seguir, seguir... E ao final, veremos se está mais descansada, mais desconsolada por sentir-se inútil cerebralmente falando, ou se irá render-se finalmente ao controle da pessoa sobre as coisas, valendo pensar sobre o inverso. Vamos aguardar para ver quem sairá vencedor, se Alice ou sua agenda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-4333401823761861986?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/4333401823761861986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/09/o-que-eu-tenho-contra-mim-110909.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4333401823761861986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/4333401823761861986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/09/o-que-eu-tenho-contra-mim-110909.html' title='O QUE EU TENHO CONTRA MIM? – 11.09.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-6373518790265736396</id><published>2009-09-09T08:40:00.001-03:00</published><updated>2009-09-09T08:42:23.643-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mãos e pés pesados...'/><title type='text'>ABRUPTA – 09.09.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;           Fosse Alice chinesa e hoje seria um dia de auspícios energéticos de boa qualidade, dado à repetição numérica sincronizada nesta data. Mas ela não é. Em não sendo, luta, pois, por manter seus hábitos como fossem religiosos, já que esses não admitiram uma tendência repetitiva como nada na sua vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Tudo lhe parece extemporâneo, em ordem invertida de acontecimentos. E são. Primeiro estuda, depois trabalha; trabalha até encontrar uma aparente acomodação que não vem. Depois estuda de novo, e busca desta feita algo maior, além do aprender, algo por absorver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Retira da pasta uma considerável tira amarela de papel que somada às anteriores até então, daria bem mais que um pergaminho de devoluções de livros à biblioteca da faculdade. Pensa em guardá-los e associa tal comportamento ao seu pai, que coleciona as passagens de até então. Perfazem sacolas que se somadas, dariam uma distância equivalente a cem voltas ao redor da terra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Desiste então, por não crer que coleções façam bem, exceto a dos estilistas. Mas, relia ainda a pouco um trecho de Lispector, onde ela descrevia um inseto pousado na cama. Então, lembrou-se do gafanhoto que passou alguns dias em sua cozinha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Foram sete dias mais ou menos. Aí, Alice recebeu visitas. E o gafanhoto continuava ali, na cozinha, perto do filtro de água. De vez em quando surpreendia Alice mudando de lugar. Mas, era bem estático. Parecido com Alice quando se senta para ler ou escrever ou estudar ou esquecer do mundo ou esquecer dela mesma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Conviveram assim, ambos esquecidos deles mesmos. Avisara para as visitas sobre a presença do inseto e que ele estava ali já havia algum tempo e que não incomodaria ninguém.&lt;br /&gt;Mas ele se incomodou. Arvorou-se. E Alice foi tentar minorar seu desconforto em meio a tanta gente, numa casa antes só deles dois. Entretanto, Alice esquecera-se da fragilidade insecta e impregnou força desnecessária para espantar o bicho até outro lugar tranqüilo da casa, o gramado do quintal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          E no dia seguinte fora comunicada por um dos hóspedes que o bichinho estava estirado, morto e duro no gramado, dado à força que Alice o espantara. E acabou-se a simbiose entre dois gravetos que pudessem talvez trocar verde, ou inamovibilidade, quem sabe, aderência nas mãos e pés, ou ainda, certo jeito abrupto, que por vezes espanta amigos, familiares, gente boa e gente ruim, mas que indubitavelmente, espanta os outros em geral, podendo até matar, sem querer.&lt;br /&gt;Não culpem Alice. Ninguém ensinou na escola como deveria ser diante dos fracos; não fora advertida sobre os mais fraquinhos e muito menos sobre os fortes, os “fortões” desbravadores de cozinhas.&lt;br /&gt;Pensando melhor, justifica seu jeito abrupto por ser o que conheceu bem cedo, mesmo não aprendendo a conviver, aprendeu, no entanto, a enfrentar. Admitindo desconhecer levezas que não a sua bem camuflada, admitindo sua total ignorância acerca da sutileza que envolve a fragilidade das coisas, dera o primeiro passo para começar a mudar. Vai tentar primeiro com os gafanhotos.&lt;br /&gt;Ao final, sendo dia bom na numerologia, e gafanhotos constituem sabedoria nas artes chinesas, então, tudo compele para o lado do aprendizado sobre a força, optando pela sua não utilização, evitando ao final ser abrupta, ainda que por força da necessidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-6373518790265736396?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/6373518790265736396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/09/abrupta-090909.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6373518790265736396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/6373518790265736396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/09/abrupta-090909.html' title='ABRUPTA – 09.09.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1858561260030521305</id><published>2009-08-30T08:28:00.001-03:00</published><updated>2009-08-30T08:30:58.216-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='...que medo mamãe...'/><title type='text'>A FORÇA DO MEDO – 30.08.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;           Alice em confronto com a verdade costuma admitir o medo, embora não o demonstrasse a ninguém. Mas se vê como um rato. Até mesmo nas características mais peculiares deste roedor que não despreza de todo, porém, desconhecendo seus hábitos não saberia falar de suas qualidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           É assim também com ela. O que tem de bom não a preocupa, não é alvo do “Times”, não consta em nenhuma pesquisa humanitária da ONU e nem mesmo satisfaz suas necessidades prementes como via de regra ocorre com as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Foi ontem mesmo, quando ouvia um depoimento de despedida a um colega de trabalho que partia, “ficou de cara” com as palavras do amigo que enaltecia o outro. E o fez com tanta propriedade, assumindo-se inferior a este, com capacidade de trabalho menor, ali, admitindo em público que nunca se igualaria a este, embora continuasse “no pário”, correndo atrás do prejuízo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Metas são projetos com uma única pretensão de serem executados serem executados serem executados de qualquer forma. É nisto que Alice tenta focar com o novo trabalho que terá pela frente. Mas existe o medo entre ela e o fazer. Existe o medo de que seu projeto seja mais um sonho impróprio para o consumo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Ela até sabe que as palavras têm poder, tanto sabe que evita sonhar, pensar, admitir em seu consciente e até no subconsciente, que tudo quanto arquitetara possa dar em nada. Esta possibilidade não existe em lugar algum. Então, o que não existe no mundo não pode acontecer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Talvez fosse a hora reservada para Alice experimentar e comprovar que os resultados do nosso trabalho dependem diretamente da energia positiva que atribuímos a ele. Assim, embora lutasse sem armas, ativando um sem número de vezes a sua inércia, fazendo dela sua melhor arma; embora não sentisse nem pressentisse qualquer resultado positivo, ainda assim ela continua tentando recolher forças para investir naquilo que sabe ser boa, no entanto, não gostando de fazer: vender seu produto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          É tarefa considerada por ela como arte pura e simples, com efeito imediato da energia aplicada com as técnicas de venda que podem levar ao sucesso. Está preparada para se mirar em certo senhor que vendia as coisas mais inusitadas, como espaços em muros para se pintar publicidade, suprindo suas faltas sem tanta concretude, porém com honestidade; não há de ser como aquele outro que garante bênçãos em troca de dinheiro, levando as pessoas a crerem que ajudando a erguer impérios, terão como abertos s caminhos do céu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Contraditoriamente é quase esta a tarefa de Alice. Ela pretende vender livros. Mas seu conteúdo é de natureza tão singular, servindo de experiência para quantos queiram, tão cheio de alegria e também, com momentos de derrota, solidão, não admitidas publicamente como acontecera no discurso citado, mas admitidas no livro, com toda a parcela de culpa que pode o ser humano sinceramente ter; entretanto, não mais que esta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Como final, um longo e incansável trabalho deverá marcar as temporadas que consumem férias, lazer, um pouco da saúde, por consequência óbvia, mas Alice sempre sabendo que seria assim e que não haveria como evitar esta fase. Então, vamos a ela; abram a jaula e soltem os leões famintos. Lá vai Alice, não sem sua armadura. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-1858561260030521305?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/1858561260030521305/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/08/forca-do-medo-300809.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1858561260030521305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/1858561260030521305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/08/forca-do-medo-300809.html' title='A FORÇA DO MEDO – 30.08.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-71799308681462664</id><published>2009-08-22T08:21:00.001-03:00</published><updated>2009-08-22T08:24:18.098-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='só enriquecendo...'/><title type='text'>EU E MEU BLOG – 22.08.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;           Já lhes contei que aprendi a trabalhar a energia e através dela obter as coisas de que preciso? Ok, foi assim por interesse, como são também as “fés” professadas pelo mundo todo. Aprendi a conviver com isto também. Então, tenho hoje o posicionamento de obter aquilo que me é necessário e mais um pouco. Acaba sendo um caminho entre mim e Deus, agora definido como a fonte de toda a energia que não se explica por uma forma definida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Tenho buscado respostas através do conhecimento. É válido conhecer de tudo um pouco, inclusive línguas. Tento aqui justificar o desespero “ao rededor” de “la langue”. E aproveito uma resposta para você que me perguntava o porquê de tudo isto. Eu não tinha um por que; apenas estudava e continuo estudando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Mas, nesta última semana a resposta veio cristalina como a água que não é a do Ganges para proteção ou não. É que eu e meu blog temos uma relação cúmplice como não encontrei em nada mais nesta vida. Ele fica ali esperando meus desabafos, não reclama, não questiona e nem cobra nada. Resolveu meus problemas que a psicanálise resolveria a custo do dinheiro que não poderia investir, apesar de acreditar nas benesses da técnica para quem deseja se entender.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Então, como meu blog ficasse ali pronto para ser partilhado e esmiuçado por quantos queiram, recebi na última semana os frutos que isto pode eventualmente propiciar. Não é a fama nem a glória que buscam em vão os escritores em vida, mas, correspondências internacionais. Daí a conexão com minha mania de estudar línguas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ora, James é para mim o nome de todos os carros que tive e que pretendo ter. Outro James escreveu-me em inglês fluente uma mensagem intitulada “Attention” e desde então tenho buscado em vão, alguém que também tivesse recebido a amável missiva. Ele faz “a business proposal” querendo enviar-me parte dos 25 milhões de “dollars” a serem depositados em minha conta. Tal quantia fora encontrada pelo sargento americano Kenneth, durante uma operação de guerra no Iraque, estando o Sargento James, desesperado ao escrever, pedindo-me para salvar um pouco deste dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Encontrou em mim a pessoa certa para tal confiança. Aí me falam da lavagem de dinheiro, prática comum pelo mundo todo e quem nem dá cadeia no Brasil nem mesmo diante da ira com que o povo vê estarrecido a defesa ferrenha entre os membros do nosso Congresso Nacional. Confesso que estou tentada a aceitar esta proposta e respondi dizendo que sou escritora e tal fato como algo narrável, por si só já me interessou. Ademais, um dinheiro fácil, oriundo da exploração de trabalhadores quase miseráveis, costuma instigar uma vontade de roubá-lo também. É ladrão roubando ladrão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ao final, o “sargento” James deixa seu e-mail e diz que ora a Deus “God” para que eu o ajude nesta “transaction”, ao qual respondi aceitando a proposta tentando por esta via, talvez mais histórias ou, quem sabe, finalmente a pessoa com quem corresponder-me em inglês da melhor qualidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Não fica por aí. “Blogs” assim como “e-books”, os quais defendo suas proliferações são quase seres capazes de nos levar a lugares inimagináveis por via terrestre, aérea, marítima ou etérea. Então, de “France” me chega outra mensagem, desta feita anunciando que sou ganhadora de 100 mil euros em sorteio de loteria, onde teriam adicionado meu e-mail, provavelmente aquele disponibilizado no blog, sendo sorteado entre as dez pessoas que dividirão o prêmio promocional de 100 mil euros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Segundo informam, trata-se de uma loteria regularizada pela Associação Internacional dos Reguladores de Jogos (IAGR). Ainda assim, continuo aqui, às seis e meia da manhã fria de sábado, trabalhando no sagrado suor dos neurônios quando poderia estar viajando, não sem antes mudar de vida trocando meu note book por um com tudo que temos direito e que nos garante felicidade onde quer que estejamos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Penso agora em colocar tais propostas inusitadas numa matriz; quem sabe resolvendo o exercício terei ao final, uma resposta satisfatória. Pensando melhor, ao tornar-me “blogueira” cometi um aberratio ictus – atirei no que vi e acertei no que não vi. Sem deixar de imaginar o que pode o dinheiro fazer com as pessoas...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-71799308681462664?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/71799308681462664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/08/eu-e-meu-blog-220809.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/71799308681462664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/71799308681462664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/08/eu-e-meu-blog-220809.html' title='EU E MEU BLOG – 22.08.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-7183708645375116419</id><published>2009-08-17T08:52:00.002-03:00</published><updated>2009-08-17T08:54:54.625-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='melhoramentos...'/><title type='text'>A AFIRMAÇÃO DE ALICE – 17.08.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;          Foi curiosa a forma como Alice passou a exorcizar a sua insegurança. Foi ali, dentro da sala de aula, fazendo perguntas ao professor que se mostrou inseguro, meio assustado, deixando nitidamente estampada a sua incerteza; o pior é que o professor é bom, dedicado, domina o terreno em que pisa, ficando, no entanto, vacilante quando Alice pergunta algo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Ele nem desconfia sobre sua contribuição para o tratamento em longo prazo ao qual a aluna Alice tem passado em busca da certeza sobre as pessoas e coisas. Tampouco precisa saber. Estas aulas serão para Alice, pequenas doses homeopáticas de segurança sobre todas as situações as quais dominamos de fato.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Um passo maior rumo à cura ela já começou a traçar desde o dia em que recebera um elogio de uma colega de trabalho, tendo imediatamente perguntando se aquilo era mesmo um elogio ou um deboche.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Como a doadora do elogio se sentisse ofendida, Alice consertou a situação explicando a sua tendência por duvidar de tudo quanto se manifesta favorável a ela, assumindo publicamente a sua desvalorização pessoal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;          Por perceber semelhança de insegurança entre ela e o professor, passa agora a utilizar-se desta circunstância para restabelecer aquilo que lhe faz mais falta no momento: a sua afirmação sobre as pessoas e coisas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         De forma cristalina ela percebe o quanto padece o professor cada vez que ela abre a boca para perguntar. Não que pretendesse valer-se disto para impingir maior sofrimento ao pobre, embora muitas vezes tivesse ela passado por isto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Mas, exatamente por conhecer de forma íntima este sofrimento psicológico, ela nutre pelo professor uma estima diferente daquela que não nutre pelos demais, os seguros, os bem-resolvidos, por conseguinte, os que se deliciam pensando-se superiores a todo o resto incapaz de perguntas embaraçosas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Assim, munida da certeza de que o semestre promete um avanço interior ainda maior do que poderia a língua propiciar, Alice se prepara para exercitar juntamente com o professor, toda aquela situação imperceptível para os demais, ao menos no que diz respeito a reconhecer o sintoma e valer-se dele para a busca da melhora, quem sabe da cura para eles dois.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Pensando melhor, talvez essa cura tenha uma chance maior de ocorrer em favor do professor, dado a sua ausência de percepção e de metas a alcançar, fatores esses que costumam nos levar a um caminho confuso, com buscas além do que podem nossas modestas aspirações efetivar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         De qualquer maneira, ela pretende trocar figurinha, ou mesmo comprar as mais raras, se for este o caminho a trilhar em busca da cura que salvará eles dois do famigerado mundo dos bem-sucedidos e capazes de devorar o fígado de quantos cruzem seus caminhos de sucesso e glória; esses mesmos que nunca sofrerão como nós outros, porque desconhecem a possibilidade de não serem tão bons. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7742632-7183708645375116419?l=cronicasclea.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasclea.blogspot.com/feeds/7183708645375116419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/08/afirmacao-de-alice-170809.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7183708645375116419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7742632/posts/default/7183708645375116419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasclea.blogspot.com/2009/08/afirmacao-de-alice-170809.html' title='A AFIRMAÇÃO DE ALICE – 17.08.09'/><author><name>Clea</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11213032907736830066</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_XfX8spCmo8o/S7m1yqEupHI/AAAAAAAAAD4/tlH5GH2U058/S220/Foto+II+Subservi%C3%AAncia.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7742632.post-1270861048923913391</id><published>2009-08-09T08:34:00.002-03:00</published><updated>2009-08-09T08:38:19.234-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ensaiando'/><title type='text'>ENSAIO N. 01 – 11.04.09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;SOBRE O ILUMINISMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           Utilizando como referencial inicial a definição de “Iluminismo”, temos: movimento intelectual do século XVIII caracterizado pela centralidade da ciência e da racionalidade crítica no questionamento filosófico, o que implica recusa a toda forma de dogmatismo, especialmente o das doutrinas políticas e religiosas tradicionais; filosofia das luzes, ilustração, esclarecimento, século das luzes, ou ainda, exaltação patológica acompanhada de visões de fenômenos sobrenaturais; e também pode significar doutrinados que creem na ação de uma intuição mística, luz sobrenatural ou iluminação divina no interior do ser humano, guiando-o para a verdade religiosa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;           Pensando na necessidade que temos por vezes de nos fazermos “iluminados” para entender o que está oculto, causando desconforto justamente por essa característica inexplicável e, por conseguinte nunca satisfeita, o presente ensaio descompromete-se, como a própria definição do termo, de estar embebido em definições exatas, prontas para serem usadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;         Ao contrário, pretende tão somente esclarecer essa característica que pode aflorar em qualquer ser vivo, sobretudo nos humanos, levando-os à obtenção de uma elevação de ord
